quinta-feira, 30 de maio de 2013

Evangélicos pedem retratação de Datena por relacionar Marco Feliciano com morte de gay na boate Queen

Em reportagem sobre a morte de um rapaz gay espancado na boate Queen, no Rio de Janeiro, o apresentador Datena gerou polêmica ao relacionar o acontecido com os princípios defendidos pelo pastor e deputado Feliciano (PSC).
Segundo um internauta que reproduziu o discurso de Datena, o apresentador teve a intenção de dizer que a morte teria sido consequência de posturas como a adotada por Marco Feliciano em relação aos homossexuais.
“Datena diz agora no ar: ‘o que o Pr Marcos Feliciano defende é uma canalhice!” escreveu o pastor Gracindo.
Não demorou muito e o Twitter virou palco de manifestações contra o apresentador. Líderes evangélicos como Marisa Lobo se indignaram com a fala de Datena.
Em sua conta a psicóloga cristã anunciou primeiro sobre a fala do apresentador: “#BRASILURGENTE Datena acaba de CULPAR o Dep. @marcofeliciano pela morte de homo. Lembrando irmão,o Pr representa a IGREJA p/ mundo secular.”
Marisa Lobo, inconformada, respondeu: “Até dentro de BOATES GAYS @DatenaOficial seremos responsabilizados pelas brigas? acha que somos "imbecis" mesmo? #DesonestidadeIntelectual”.
E chamou o episódio de ditadura ideológica: “Estamos cansados @DatenaOficial dessa #DitaduraIdeológica q usa a dor da morte,p/ tentar nos vincular a crimes #Cristofobia é o nome disso”.
Ela e outros usuários do Twitter continuaram a discussão pedindo que o apresentador se retratasse frente aos evangélicos.
“Se, O senhor tiver um pouquinho de dignidade e humildade @DatenaOficial , vai pedir desculpas a nós evangélicos que nos sentimos ofendidos”, escreveu ela.
Já o pastor Marco Feliciano, apesar de ser o alvo da polêmica, teve uma postura apaziguadora. Feliciano acredita que tudo se trate de um mal entendido e que se assim for, Datena irá desfazer o mal entendimento.
“Qdo perseguiram o @DatenaOficial por falar em Deus eu usei a Tribuna do Parlamento p defendê-lo, não q tenha me pedido, fiz por justiça. Informaram q o @DatenaOficial usou o assassinato de um homossexual em uma boate gay p dizer que é culpa minha. Se for verdade é lamentável. Caso o @DatenaOficial tenha feito tal comentário o q sinceramente não creio, tenho certeza q qdo colocar a cabeça no travesseiro meditará”, escreveu Marco Feliciano em seu Twitter.
“E acredito q o @DatenaOficial terá a grandeza de desfazer esse mal entendido, afinal é um dos maiores formadores de opinião desse país, E eu amigo @DatenaOficial bem como os evangélicos desse país admiramos e respeitamos você por ser quem é! Um abraço e Deus te abençoe!”
Fonte: Portal fiel.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Irã afirma que Jesus não foi crucificado, e que o evangelho vai causar colapso religioso mundial

Uma agência de notícias do Irã declarou recentemente que um texto religioso descoberto a cerca de 13 anos tem em seu conteúdo informações que vão desencadear a queda do cristianismo ao provar que o Islã é a verdadeira religião. O texto em questão é um livro, escrito sobre pele curtida, que aparentemente afirma que Jesus nunca foi crucificado e que Cristo previu a vinda do profeta Maomé. De acordo com a agência iraniana, o texto, datado do século 5, vai causar o colapso do cristianismo no mundo inteiro.
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De acordo com informações da agência Basij Press, divulgadas pelo site conservador americano WorldNetDaily (WND), o suposto evangelho escrito em siríaco (um dialeto do aramaico) vaticinaria inclusive a chegada do último messias islâmico. Autoridades turcas acreditam que essa possa ser uma versão autêntica do evangelho escrito pelo discípulo Barnabé. A imprensa iraniana diz ainda que o texto previu o surgimento de Maomé e da religião islâmica, e que o mundo cristão nega a existência de tal evangelho.
- Deus se escondeu enquanto o Arcanjo Miguel os levou (Adão e Eva) para fora do céu, (e) quando Adão se virou, ele notou que sobre a porta de entrada para o céu estava escrito La elah ela Allah, Mohamad rasool Allah (Alá é o único Deus e Maomé é seu profeta) – estaria escrito capítulo 41 do Evangelho de Barnabé.
- A descoberta da Bíblia original de Barnabé vai agora comprometer a Igreja e sua autoridade e revolucionar a religião no mundo. O fato mais significativo, porém, é que essa Bíblia previu a vinda do profeta Maomé e comprovou a religião do Islã – escreveu a Basij Press em seu site, declarando ainda que a descoberta é tão importante que vai abalar a política mundial.
As origens do suposto evangelho são desconhecidas, mas o site National Turk afirmou naquele mês que o livro foi mantido no palácio da Justiça da capital turca, Ancara, e seria transferido sob escolta policial armada para o Museu Etnográfico da cidade. Apesar de ter sido descoberto no ano 200, o artefato só atraiu a atenção do mundo em fevereiro deste ano, quando foi informado que o Vaticano fez uma requisição oficial para ver o livro. Ainda não se sabe se o pedido foi atendido.
Mesmo com autoridades turcas declarando a autenticidade do texto, muitos outros questionaram sua autenticidade, como Erick Stakelbeck, um analista de terrorismo e observador próximo dos assuntos iranianos.
- O regime iraniano está empenhado em erradicar o cristianismo por qualquer meio necessário, ainda que isso signifique executar cristãos convertidos, queimar Bíblias ou invadir igrejas – declarou Stakelbeck à WND.
O jornalista católico Phil Lawler também comentou sobre a suposta descoberta. No site Catholic Culture ele descreve o conjunto de alegações sobre o texto como “um risível desafio iraniano ao cristianismo”.
- Se o documento foi escrito no século 5 ou 6, não pode muito bem ter sido escrito por alguém que estava viajando com São Paulo cerca de 400 anos antes. Deve ter sido escrito por alguém reivindicando representar São Barnabé. Devemos aceitar essa alegação? – questiona Lawler.
Fonte: Gospel Mais

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A poeira e o vento.

O vento sopra onde quer, e ouves o seu som; mas não sabes de onde ele vem nem para onde vai; assim é todo que é nascido do Espírito (Jo 3.8)
Alguém definiu avivamento como o “o sopro de Deus para tirar a poeira acumulada no decurso dos anos, no período variável de tempo compreendido entre o avivamento anterior e o momento atual” (Revista Ultimato). Possivelmente Jesus Cristo deve ter pensado nessa limpeza quando conversava com Nicodemos (Jo 3). Podemos dizer que Nicodemos fazia parte de um grupo de religiosos empoeirados. Aliás, ele era um dos mais empoeirados. Era líder e não recebera esse título à toa. Na cultura farisaica, o líder seria aquele que carregava de modo impecável toda a tradição e a declarava como sendo a maior riqueza de sua vida (Lawrence H. Schiffman). Os fariseus valorizavam a masorti (tradição) como valor fundamental da religião e declaravam sua validade por todo o tempo, até a vinda do Messias. Como não reconheceram Jesus como tal, continuaram a manter a tradição judaica. Por certo estavam ‘empoeirados’ pelo passar de tantos anos sem mudança.

Em uma conversa franca e feita às escondidas — talvez para que a poeira não fosse vista facilmente — algumas verdades sobre a vida de Nicodemos vieram à tona. A primeira delas é que mesmo sendo fariseu — ou seja, religioso — ele não tinha convicções espirituais. Literalmente se escondia atrás da religião. Defendia sua fé, mas desconhecia o Senhor. Ao detectar isso, Jesus afirmou diretamente: “Você precisa nascer de novo” (v. 3). Em outras palavras: “Não dá para consertar você... temos que começar do zero...”. E esse recomeço não estava relacionado ao farisaísmo, mas sim a Nicodemos. Ele é que precisava mudar. Ele é que deveria experimentar o novo nascimento.

Outra verdade da vida de Nicodemos é que, apesar de sua preparação acadêmica e religiosa (“Tu és mestre em Israel”, v. 10), ele não tinha relacionamento com Deus. Sua religiosidade tratava de coisas terrenas e humanas, mas não das espirituais (v. 12). Os fariseus haviam transformado a religiosidade em “tradição humana”. Por isso temos no Novo Testamento expressões como: “tradição dos anciãos” (Mt 15.2, Mc 7.3), “vossa tradição” (Mt 15.3, 6) e “tradição dos homens” (Mc 7.8, Cl 2.8). Por estar tão preso à tradição humana ele desconhecia o amor de Deus, a vida eterna e outros assuntos espirituais (v. 13-21). Nicodemos era um religioso perdido, mestre na tradição, mas aluno reprovado na fé.
Qual seria a esperança de Nicodemos? Primeiramente a salvação, que ele aparentemente não tinha. Mas com ela um avivamento, um soprar do vento de Deus para tirar do lugar toda a poeira acumulada dos últimos anos. E, se considerarmos a opinião de Lawrence H. Schiffman, Nicodemos deveria ter mais do que trinta anos de farisaísmo para ocupar um cargo de liderança. Imagine quanta poeira não ficou acumulada durante esse tempo todo.

Naquela noite, a vida de Nicodemos passou por uma grande transformação. O vento de Deus soprou sobre ele de uma maneira singular, e ele experimentou grande avivamento pessoal. Ainda hoje o vento de Deus continua a soprar produzindo efeitos semelhantes. Não é o “movimento do ar”, mas sim o “movimento de Deus”. É Deus limpando, tirando a poeira e revitalizando vidas. Essa manifestação surpreendente de Deus recoloca a igreja em seu primeiro amor, produz convicção e confissão de pecado, desejo sério de santificação pessoal, renovação das certezas da fé e do entusiasmo que elas criam, renúncia da soberba e da autossuficiência, anseio por Deus e prazer de ler com proveito a Palavra e de orar ao Senhor. O avivamento leva a igreja a redescobrir a pessoa e a obra do Espírito Santo, sem o qual nunca será possível vencer o pecado, a pressão do mundo e a força do mal.

Na história, foram registrados alguns ventos de Deus que produziram grandes resultados. Eles foram chamados de Grandes Avivamentos. Graças ao primeiro (1725-1760) e ao segundo (meados do século seguinte), muitas escolas, universidades e seminários cristãos foram fundados nos Estados Unidos. Entre as Universidades estão as de Princeton, Pensilvânia, Rutgers, Brown e Dartmouth. Por meio dessas instituições de ensino, o espírito de avivamento era transmitido a muitos jovens. Charles Dodge, um dos três teólogos mais famosos do século 19, por exemplo, converteu-se por ocasião de um avivamento na Universidade de Princeton (1815). Nessa época, muitos jovens tornaram-se missionários. Em 70 anos de história (1812-1882), o Seminário de Princeton formou 3.464 rapazes em 150 cursos diferentes. Destes, 204 foram para os campos missionários — como Ashbel Green Simonton, fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil. Todos os primeiros missionários da Junta Americana de Comissionados para Missões Estrangeiras, fundada em 1810, são frutos do avivamento. Entre eles estão Hiran Binghan, missionário no Havaí; Adoniram Judson, missionário e tradutor da Bíblia na Birmânia (hoje Myanmar); Luther Rice, missionário na Índia; e Jonas King, missionário na Palestina e, depois, na Grécia. Pelo menos quarenta estudantes convertidos na Universidade de Rochester, no estado de Nova York, tornaram-se pastores e missionários. Entre as dezenas de sociedades missionárias surgidas como resultado do Segundo Grande Avivamento está a histórica Sociedade Bíblica Americana (1816). No avivamento ocorrido na Universidade de Yale, no Connecticut, em 1831, o jornalista Horace Bushnell (1802-1876) teve uma profunda experiência de conversão e, aos 29 anos, trocou o curso de direito pela teologia, tornando-se um pastor congregacional e teólogo notável.

Quando o vento de Deus sopra, muitas vidas se convertem. Segundo Bruce Shelley, em 3 anos (1740-1742), o Primeiro Grande Avivamento acrescentou cerca de 50 mil membros só às igrejas da Nova Inglaterra. Entre 1750 e 1760, formaram-se 150 novas comunidades eclesiásticas, sem falar na contínua proliferação dos batistas. Williston Walker, da Universidade de Yale, acrescenta que — por intermédio dos reavivamentos, das organizações missionárias e das sociedades voluntárias — denominações outrora sem grande expressão vieram a se destacar. Os metodistas, de 15 mil membros em 1784, passaram a mais de 1 milhão em menos de 70 anos. Na primeira metade do século 19, os batistas aumentaram oito vezes. Só em Rochester, no estado de Nova York, 100 mil pessoas tornaram-se membros de alguma igreja.

O mais notável em todo esse movimento de Deus é que ele começa individualmente. Jesus não falou que os fariseus deveriam nascer de novo, mas sim Nicodemos. Ele é que precisava de convicção espiritual e relacionamento com Deus. Era sua poeira que precisava ser removida. Nós, individualmente, precisamos desse vento que leva para longe os traços de uma vida reprovada por Deus. No entanto, o importante a destacar é que, após a poeira ser retirada, o vento continua a soprar, com muito mais intensidade, para nos dirigir, nos movimentar, e nos levar para onde Deus nos quer. Aquele que é nascido de Deus é levado pelo vento. Não o vento das falsas doutrinas, do entusiasmo humano ou do emocionalismo descomprometido, mas sim o vento de Deus, a ação direta de Seu Espírito, que nos faz crentes limpos e nos leva a promover limpeza nesse mundo contaminado pelo pecado.
Fonte: Revista teologia brasileira.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

DAVI E SUAS FORMAS DE RESOLVER PROBLEMAS.

Todos nós lutamos com diversos problemas e dificuldades – seja na vida profissional ou em nossas famílias e casamentos. Inúmeras pessoas não conseguem mais dar conta dos seus problemas. Por isso a Bíblia nos convida a lançar nossas cargas sobre Jesus: “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado” (Sl 55.22).
Davi era uma pessoa como eu e você, com traços de caráter positivos e negativos. Ele sabia o que era simpatia e antipatia, era uma pessoa com pontos fortes e outros menos fortes. Mas, apesar de seus erros e fraquezas, Davi era uma pessoa que buscava a Deus de todo o coração. Ele tinha consciência profunda de sua pecaminosidade. E justamente por isso ele vivia na dependência do perdão de Deus. Além disso, Davi era um homem ligado à Bíblia, que amava a Palavra de Deus e se orientava por ela. Davi se destacou acima de tudo por uma coisa: seu profundo anseio pela salvação de Deus, seu anseio pelo Salvador: “Suspiro, Senhor, pela tua salvação...” (Sl 119.174).

Dois enganos

Antes de mais nada, quero corrigir dois enganos. São enganos que freqüentemente nos atrapalham e nos impossibilitam de lidar corretamente com nossos problemas:
1. É um engano pensar que cristãos devotados a Deus não adoecem, não têm problemas e permanecem protegidos do perigo e da doença. Ouvimos com freqüência: “Você só precisa ter a fé certa, dedique-se totalmente a Deus, viva de acordo com a Sua Palavra – e tudo vai ficar bem! Você terá saúde, não terá problemas, suas dificuldades financeiras vão se dissipar no ar, e também na sua família só haverá felicidade”. Esse ponto de vista não é biblicamente sustentável e está baseado em um engano! É isto que analisaremos agora com ajuda da Bíblia, ou seja, pela vida de Davi: o próprio Deus deu o seguinte testemunho a respeito dele e de sua vida de fé: “Achei Davi... homem segundo o meu coração...” (At 13.22). Mas apesar desse testemunho positivo de Deus, a vida de Davi era tudo, menos livre de problemas e preocupações. Pelo contrário: havia um sem-fim de diferentes sofrimentos e provações. Por exemplo: ainda menino, Davi foi obrigado a se considerar como alguém cuja única serventia era cuidar das ovelhas da família. Ele era sempre hostilizado. Seu irmão mais velho só o tratava com desprezo. Seu protetor (Saul) o decepcionou e queria matá-lo. Sua esposa o ridicularizou publicamente. Seu amigo o traiu e seu próprio filho o expulsou de casa, roubou seu trono e queria liquidá-lo por meio de um golpe de Estado. Disso concluímos que é possível alguém ser descrito como “um homem (ou uma mulher) segundo o coração de Deus” e, ao mesmo tempo, levar uma vida cheia de provações.
Vamos nos precaver contra o erro de pensar que os cristãos não ficam doentes, não enfrentam problemas, são imunes à depressão e estão sempre felizes!
O apóstolo Paulo também nos adverte contra uma conclusão errônea: “Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, longanimidade, amor, perseverança, as minhas perseguições e os meus sofrimentos, quais me aconteceram em Antioquia, Icônio e Listra, – que variadas perseguições tenho suportado! De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 3.10-12). Para Paulo estava claro que a vida como cristão pode acarretar dificuldades. É isso que os 2000 anos de história da Igreja de Cristo também mostram. Lemos, por exemplo, numa publicação da Aliança Evangélica Alemã do dia 11 de novembro de 2005: “Ninguém pode determinar com precisão o número dos mártires – as estimativas ficam entre 90.000 e 175.000. E a quantidade de cristãos torturados, ridicularizados e expulsos em todo o mundo nem sequer pode ser estimada”. Vamos nos precaver contra o erro de pensar que os cristãos não ficam doentes, não enfrentam problemas, são imunes à depressão e estão sempre felizes!
2. É um erro pensar que o pecado não tem conseqüências. É freqüente que justamente pessoas com educação cristã pensem: “Que nada, não importa como eu vivo, o que eu faço e como brinco com o pecado: isso não é tão trágico. A qualquer momento posso chegar até Jesus, Ele sempre está disposto a perdoar”. Bem, é totalmente correto e bíblico que Deus sempre perdoa, e faz isso com prazer: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.9). Mas, atenção: essa medalha também tem o seu reverso: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7). Esse versículo se dirige explicitamente a pessoas que se dizem cristãs – e mesmo assim brincam com o pecado. Deus incumbiu Paulo de nos advertir, e o sentido de suas palavras é o seguinte: “Elimine o engano a respeito do seu comportamento pecaminoso e errado, pois o seu pecado não ficará sem conseqüências”. Se estou infectado com o vírus da AIDS e me arrependo, Deus tem prazer em perdoar. Mas as conseqüências permanecerão comigo. Se eu ignorar todos os conselhos e casar com uma pessoa não-cristã, mesmo sabendo o que é correto, Deus terá prazer em perdoar – se eu reconhecer o pecado. Mas as conseqüências da desobediência não podem ser desfeitas.
A vida de Davi nos ensina com toda a clareza que o comportamento pecaminoso sempre tem as suas conseqüências: Davi adulterou com Bate-Seba. Além disso, mandou matar o marido dela. Davi agiu de forma conscientemente contrária à Palavra de Deus. Ele achou que podia brincar com o pecado. Davi se arrependeu do pecado (Sl 32, 38 e 51) e também tinha certeza de ter recebido o perdão de Deus (2 Sm 12.13). Mas não havia como desfazer o assassinato. O adultério de Davi veio à tona, pois Bate-Seba ficou grávida. E assim Deus disse a Davi: “Por que, pois, desprezaste a palavra do Senhor, fazendo o que era mal perante ele? A Urias, o heteu, feriste à espada; e a sua mulher tomaste por mulher, depois de o matar com a espada dos filhos de Amom. Agora, pois, não se apartará a espada jamais da tua casa, porquanto me desprezaste e tomaste a mulher de Urias, o heteu, para ser tua mulher. Assim diz o Senhor: Eis que da tua própria casa suscitarei o mal sobre ti, e tomarei tuas mulheres à tua própria vista, e as darei a teu próximo, o qual se deitará com elas, em plena luz deste sol” (2 Sm 12.9-11). Portanto, as conseqüências eram gravíssimas! De repente, os acontecimentos trágicos começaram a se suceder na casa de Davi: primeiro, um de seus filhos estuprou sua própria meia-irmã. Esse ato horrível acarretou um fratricídio. Em seguida, Absalão se rebelou contra o pai; ele organizou um golpe de Estado, desrespeitou publicamente as esposas de seu pai e, no fim, acabou assassinado.
Se eu ignorar todos os conselhos e casar com uma pessoa não-cristã, mesmo sabendo o que é correto, Deus terá prazer em perdoar – se eu reconhecer o pecado. Mas as conseqüências da desobediência não podem ser desfeitas.
O pecado pode ser comparado a uma pedra jogada em um espelho d’água. Muito depois que a pedra (o pecado) desapareceu, os círculos (as conseqüências) ainda se espalham pela superfície. O trágico é que não apenas Davi foi atingido, mas também todos aqueles que o cercavam. Por isso, não permaneça na ilusão de que o pecado não tem conseqüências. Ele é perdoado, sim, quando há arrependimento, mas não é desfeito, e as conseqüências ficam.

Problemas provocados e não provocados

Na nossa vida há dois tipos de problemas: aqueles que nós mesmos causamos e aqueles dos quais não temos culpa. São problemas com origens diferentes, mas ambos estão presentes em nossas vidas. Porém, podemos e devemos aprender a lidar com eles:

Os problemas não provocados

Durante sua vida, Davi foi confrontado com problemas, provações e sofrimentos, como qualquer pessoa. Infelizmente, a vida é assim, uma conseqüência desagradável do pecado. Não foi à toa que Moisés disse com relação à vida humana: “Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado...” (Sl 90.10). Isso significa que canseira e enfado são as conseqüências lógicas e inevitáveis do pecado.

Os problemas provocados

Esses problemas são resultado da desobediência consciente em relação à Palavra de Deus. Apesar de a culpa em si ser removida quando aceitamos o perdão, é possível que tenhamos de arcar com algumas conseqüências.
Em sua vida, Davi enfrentou os dois tipos de dificuldades. A forma com que ele lidou com elas é notável:
– Certo dia Davi se escondeu em uma caverna úmida e escura. Saul queria matá-lo. Não havia mais nenhuma forma de escapar. Então Davi escreveu o Salmo 57: “Firme está o meu coração, ó Deus, o meu coração está firme; cantarei e entoarei louvores. Desperta, ó minha alma! Despertai, lira e harpa! Quero acordar a alva. Render-te-ei graças entre os povos; cantar-te-ei louvores entre as nações. Pois a tua misericórdia se eleva até aos céus, e a tua fidelidade, até às nuvens. Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a terra esplenda a tua glória” (vv. 7-11).
– Quando Davi ficou sabendo que muitos de seus amigos sacerdotes tinham sido mortos, ele escreveu o seguinte no Salmo 52: “...esperarei no teu nome, porque é bom” (v. 9).

Como Davi lidava com as dificuldades

Davi solucionava seus problemas, independentemente dele mesmo tê-los causado ou não, confiando-os a Deus. O Salmo 55 também demonstra esse tipo de atitude. O pano de fundo histórico relativo a esse salmo pode ser encontrado nos capítulos 15 a 18 do segundo livro de Samuel: Absalão, o filho de Davi, tinha assumido o poder por meio de um golpe de Estado. Davi estava fugindo dele. Seu próprio filho queria não apenas a coroa, mas também desejava matá-lo. Além disso, um dos amigos de Davi tinha se bandeado para o lado do revoltoso. Em sua fuga, Davi sofreu humilhação pública, foi apedrejado e amaldiçoado. Como ele lidou com isso?
O pecado pode ser comparado a uma pedra jogada em um espelho d’água. Muito depois que a pedra (o pecado) desapareceu, os círculos (as conseqüências) ainda se espalham pela superfície.

Primeiro, Davi simplesmente ficou quieto

Esses acontecimentos absurdos deixavam-no sem palavras, mas ele sabia de uma coisa: “Eu mesmo tenho culpa da situação ter chegado a este ponto. Ela é conseqüência do meu pecado”. E assim Davi ordenou aos seus servos que queriam dar uma lição no apedrejador: “Deixai-o; que amaldiçoe, pois o Senhor lhe ordenou” (2 Sm 16.11). Davi estava consciente do fato de que Deus permitia esse sofrimento. Por isso, ele não se rebelou. Será que nós também conseguimos, por princípio, aceitar as provações? Era o que Davi fazia!

Davi transformou suas preocupações em orações!

Como ele fazia isso? “Dá ouvidos, ó Deus, à minha oração; não te escondas da minha súplica. Atende-me e responde-me” (Sl 55.1-2). Davi contava que Deus ouviria, veria, conheceria a situação e estaria ao seu lado para ajudá-lo. Como você lida com essas situações difíceis? Você logo pega o telefone para contar a outra pessoa, ou primeiro derrama seu coração diante de Deus? No Salmo 62.8 Davi convida: “Confiai nele, ó povo, em todo tempo; derramai perante ele o vosso coração; Deus é o nosso refúgio”.

Davi lidava de forma honesta com a sua situação

Ele não tinha vergonha de reconhecer que estava mal: “Atende-me e responde-me; sinto-me perplexo em minha queixa e ando perturbado, por causa do clamor do inimigo e da opressão do ímpio; pois sobre mim lançam calamidade e furiosamente me hostilizam. Estremece-me no peito o coração, terrores de morte me salteiam; temor e tremor me sobrevêm, e o horror se apodera de mim” (Sl 55.2-5). Davi estava perto de um colapso, o suor frio do medo corria pelas suas costas.

Davi queria fugir e simplesmente esquecer tudo

Seria tão bom: pegar um avião, curtir o sol e o mar, simplesmente desligar. E assim escreveu Davi: “Então, disse eu: quem me dera asas como de pomba! Voaria e acharia pouso. Eis que fugiria para longe e ficaria no deserto. Dar-me-ia pressa em abrigar-me do vendaval e da procela” (Sl 55.6-8). Mas quando os problemas são reais, uma ilha deserta não ajuda em nada. Comprimidos e álcool também não são a solução correta. O que fazer?

Frustração, raiva e ódio precisam sair!

Davi sabia que precisava enfrentar a situação. As desculpas esfarrapadas não adiantavam nada, pois só levariam a novos becos sem saída. Por isso, ele continuou escrevendo: “Destrói, Senhor, e confunde os seus conselhos, porque vejo violência e contenda na cidade. Dia e noite giram nas suas muralhas, e, muros a dentro, campeia a perversidade e a malícia; há destruição no meio dela; das suas praças não se apartam a opressão e o engano. Com efeito, não é inimigo que me afronta; se o fosse, eu o suportaria; nem é o que me odeia quem se exalta contra mim, pois dele eu me esconderia; mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu íntimo amigo. Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos e íamos com a multidão à Casa de Deus. A morte os assalte, e vivos desçam à cova! Porque há maldade nas suas moradas e no seu íntimo” (Sl 55.9-15). Davi precisava desabafar. Por isso, ele se pôs de joelhos e colocou tudo para fora, expondo toda a sua raiva diante de Deus. Você também sabe o que é fermentar, cozinhar e ferver por dentro? Como você lida com isso?
Davi obteve alivío clamando a Deus: “Eu, porém, invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz” (vv. 16-17). Mas por que também à noite? Porque a pressão e o coração sobrecarregado não nos deixam dormir bem. Se não conseguimos fechar os nossos olhos por causa dos problemas, precisamos de uma válvula de escape. Existe apenas uma única coisa que realmente ajuda e é totalmente saudável: a oração. Por isso: faça de suas preocupações e provações uma oração!

Apesar das circunstâncias difíceis, Davi não ficou desconcertado

Ele estava mais velho. A fuga foi cansativa e incômoda, ele estava acostumado ao conforto da vida na corte. No caminho, pessoas jogaram pedras nele e o cobriram de xingamentos. A morte o perseguia de perto. Desertos quentes, noites geladas e a fome esperavam por ele. Até mesmo o amigo o traíra. Tudo era contra ele.
Mas Davi já tinha experimentado o socorro de Deus em tantas ocasiões durante a sua vida que mesmo agora, apesar de todas as circunstâncias contrárias, ele mais uma vez escreveu: “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado. Tu, porém, ó Deus, os precipitarás à cova profunda; homens sanguinários e fraudulentos não chegarão à metade dos seus dias; eu, todavia, confiarei em ti” (Sl 55.22-23). Davi estava dizendo o seguinte: “Senhor, posso descansar; Senhor, posso confiar em Ti; Senhor, posso ter certeza de que Tu saberás lidar com a minha situação. Independentemente do que enfrento, posso ter essa certeza: Tu, Senhor, alcançarás Teu objetivo comigo”. Você também pode orar ao Senhor nesse sentido: “eu, todavia, confiarei em ti”! (Samuel Rindlisbacher )
Fonte-Chamada de meia noite.
 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Marcos Pereira não tem ex-esposa, explica Waguinho

O pastor Waguinho esteve nesta quinta-feira (9) participando de um programa da Rádio Melodia, no Rio de Janeiro, comentado sobre a prisão do pastor Marcos Pereira, líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD).
O cantor que é membro da igreja explicou que a imprensa tem massacrado não apenas o líder como a ADUD. “O que podemos dizer é que foram feitas algumas acusações e denúncias contra o pastor Marcos a mais de um ano atrás e que até o momento nada foi provado”.
Waguinho lembra que os denunciantes são ex-membros da ADUD, pessoas que foram restauradas através dos trabalhos da igreja e que acabaram saindo da igreja. “Não tem uma prova que comprove essas denúncias”, disse ele sobre os mandatos de prisão.
Há seis denúncias de supostos abusos sexuais cometidos por Marcos Pereira. Um deles, de acordo com a imprensa que teve acesso ao processo, seria a denúncia da ex-esposa do pastor. Porém, o cantor informa que Ana Madureira da Silva, citada como uma das vítimas, está casada com o pastor há mais de 30 anos e com ele tem dois filhos.
“Para você ter uma ideia das acusações infundadas que estão sendo feitas”, disse o cantor. A esposa e os filhos de Marcos Pereira estiveram na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro para conversar com os deputados a respeito da injustiça que foi feita com o líder da ADUD.
Em determinado momento Waguinho chegou a se emocionar e a enviar um recado ao pastor que está preso, dizendo que ele é muito amado por ele e por todos os membros da igreja.
Diversas acusações foram explicadas pelo cantor, entre elas as acusações de uma ex-membro que foi assassinada e que o primo do pastor estaria preso por ter participado da morte. O caso do apartamento em Copacabana, Waguinho diz que a mulher que afirma ter sido abusada sexualmente dentro do apartamento saiu da ADUD em 2005, porém o imóvel só foi doado para a igreja em 2011.
Assista:
video
Fonte Gospel prime.