terça-feira, 19 de março de 2013

Escolha do novo papa teve como base critérios políticos e estratégicos

Embora inédita, a eleição do cardeal e também jesuíta, Jorge Mario Bergoglio, agora Francisco, teve como base critérios políticos e estratégicos. Políticos porque ocorre em um momento em que a América Latina perde a figura do ex-presidente venezuelano, Hugo Chávez, e da disputa da Argentina pelas ilhas Malvinas – hoje possessão do Reino Unido. O suposto envolvimento de Bergoglio – segundo revelações do jornalista Horacio Verbitsky, em seu livro “El Silencio”, publicado em 2005  - com a ditadura argentina, entre as décadas de 70 e 80, e as constantes críticas ao kirchnerismo dão margem a questionamentos.
A delicada relação entre a Argentina e o Vaticano teve um episódio central em junho de 2008 quando o primeiro ministro do papa Bento XVI, Tarcísio Bertoni, realizou uma reunião de 40 minutos, em Roma, com a presidenta Cristina Kirchner, ocasião em que foi tratado o pedido de criação de uma nova diocese de Tierra Del Fuego, que não incluiria as ilhas Malvinas. O pedido, visto pelo governo argentino como uma tentativa do Vaticano de retirar a Igreja Católica Malvina da jurisdição da província austral da Argentina, foi abandonado após a visita de Kirchner ao Vaticano.
Estratégicos porque havia a necessidade da eleição de um papa não europeu como forma de contraposição ao eurocentrismo decadente dos últimos 493 anos – neste período apenas papas de origem europeia comandaram a Igreja. A Argentina, por suas características culturais e de organização semelhantes à de países europeus, seria uma opção aceitável para a escolha de um cardeal latino-americano. As raízes italianas de Bergoglio e sua relação com cardeais brasileiros e lideranças do Vaticano também foram levadas em consideração no conclave.
Finalmente, a partir de um cardeal argentino a Igreja poderia exercer maior influência sobre outros países da América do Sul, dentre os quais o Brasil onde a perda de fieis para igrejas evangélicas cresce em um ritmo crescente e que, portanto, passou a ser motivo de preocupação por parte da Cúria Romana. Dessa forma, a Igreja conseguiu “solucionar” três entraves: a da necessidade de um papa extraeuropeu, a busca por uma figura próxima aos ideais conservadores e o começo da contenção da debandada de fieis para outras religiões, dentre as quais as igrejas evangélicas.
fonte: Gospel +

terça-feira, 12 de março de 2013

Sobre Marco Feliciano. “Vamos aumentar a pressão para que o pastor renuncie”, conclama José Dirceu condenado pelo STF

A pressão sobre o deputado federal Marco Feliciano (PSC) para que ele saia da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados está aumentando cada vez mais.
Além da Globo e demais órgãos de imprensa, como também os grupos LGBT e parlamentares de esquerda do Brasil, agora foi a vez do ex-ministro José Dirceu (PT) soltar sua pérolas, conclamando o povo a continuar sua pressão contra Marco Feliciano.
No texto escrito recentemente, até o sentido da frase foi mudado por Dirceu para ser interpretado de outra forma, a fim de que se faça pressão sobre o Presidente da Câmara dos Deputados, deputado Henrique Afonso (PMDB) e este venha convocar uma nova eleição para a presidência da CDHM.
Ao referir-0se a Marco F,eliciano, Dirceu abusou do uso do termo ‘pastor’. Este foi mais do que o dobro do vocábulo ‘deputado’. Intencional.
O homem do PT também, areditem, fez questão de dizer que Marco Feliciano responde a processo no STF.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano

Neste domingo (10) o Pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) que tem enfrentado duras críticas de movimentos gays por assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM) denunciou através de seu site pessoal uma tentativa de agressão durante um evento na igreja Catedral do Avivamento em Franca, interior de São Paulo.
Movimentos LGBT organizaram uma manifestação na igreja ao qual Feliciano preside e tentaram invadir o local para constranger o parlamentar a desistir de sua vaga como presidente da CDHM. De acordo com relatos os ativistas tentaram agredir o pastor e pronunciavam palavras de baixo calão.
“Não se contentando o movimento começou a ofender com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas filhas pequenas que choraram muito quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam”, relatou a assessoria.
Após o tumulto o pastor teve que ser escoltado até seu carro, devido às tentativas de agressões por parte dos ativistas que são contra sua liderança no colegiado. Feliciano disse que denunciará as ameaças a Polícia Federal e solicitará proteção policial ao Governo.
“Já estou com um dossiê pra entregar a policia Federal com dezenas de páginas impressas com ameaças de morte. Me ajudem em oração!”, publicou o parlamentar em sua conta no Twitter.
Hackers tentam invadir site e redes sociais
Feliciano também denunciou as diversas tentativas de invadir seu site e suas contas nas redes sociais. O parlamentar afirmou que apresentará um dossiê a PF pedindo investigação, além de denunciar as tentativas de retirar sua fanpage do Facebook do ar. O deputado quer saber quem esta por trás desta mobilização e de onde saíram os recursos financeiros.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Xuxa comenta posse de Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos: “Esse homem não é um religioso, é um monstro”

Na tarde dessa sexta feira (08) a apresentadora Xuxa Meneghel comentou em sua página oficial no Facebook sobre a indicação e posse do pastor Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Afirmando que o pastor não é um religioso, mas um monstro, a apresentadora criticou as opiniões do pastor a respeito dos negros, homossexuais e portadores do HIV. Pessoas que, segundo ela, o pastor teria afirmado não terem alma.
- Todo mundo sabe o quanto eu respeito todas as religiões, mas esse homem não é um religioso, é um monstro. Em nome de DEUS ele não pode ter poder – ressaltou Xuxa.
Xuxa criticou também as pregações do pastor voltadas para a teologia da prosperidade, e afirmou que é necessário fazer “alguma coisa”, pois Feliciano não poderia ser presidente da Comissão de Direitos Humanos. A apresentadora concluiu seu texto afirmando que o pastor não poderia ter esse espaço “para usar, pisar e denegrir o ser humano”, e que é um direito humano se proteger desse “tipo de pessoa”, que é como se referiu a Marco Feliciano.
Leia na íntegra a postagem feita pela apresentadora:
MEU DEUS !!!eu tava lendo agora sobre esse “pastor”….que DEUS nos ajude. Gente !!!! socorro ! Vamos fazer alguma coisa! esse “deputado disse que negros, aidéticos e homosexuais não tem alma. existem crianças com AIDS. Para este senhor elas não tem alma??????
O que é isso meu povo ?
E hj tá nos jornais que ele ainda , durante uma pregação, disse a um fiel , que “doou o cartão , mas não a senha . Aí não vale.Depois vai pedir milagre para Deus . Deus não vai dar e vai dizer que Deus é ruim “!!!!!!!!!
Todo mundo sabe o quanto eu respeito todas as religiões , mas esse homem não é um religioso, é um monstro .Em nome de DEUS ele não pode ter poder ….
Religiosos ( padres, pastores, evangélicos) todos os religiosos todos sabem que o que ele fala e “prega” está errado .
como vamos nos proteger deste tipo de pessoa .
Esta pessoa não pode ser presidente da comissão de direitos humanos. Ele não pode ter este espaço para usar, pisar e denegriro ser humnano…esse é o direito de nós, humanos nos protegermos desse tipo de pessoa.
 Gospel+

quarta-feira, 6 de março de 2013

Morre Hugo Chávez, presidente da Venezuela

Entenda por que a morte do líder venezuelano afeta a Igreja Perseguida na Colômbia e saiba como funcionam as relações entre esses dois países da América Latina

 Ao norte da Colômbia - 46ª nação na Classificação de países por perseguição - está a fronteira com a Venezuela, Estado liderado, até então, por Hugo Chávez. Após 14 anos no poder, ontem, a população venezuelana viveu a perda do presidente, famoso por seu discurso antiamericano.

Presidente da Venezuela desde 1999, Chávez lutava, há dois anos, contra um câncer na região pélvica. O tratamento, mantido como segredo de Estado, o levou diversas vezes a Cuba, país de regime comunista, aliado às rígidas políticas do presidente. Fascinado pela ideologia apregoada por Simón Bolívar, conhecido revolucionário que participou do processo de independência de diversos países vizinhos ao Brasil, Chávez foi tenente-coronel do corpo de paraquedistas do Exército venezuelano antes de chegar à presidência. Foi, inclusive, preso em 2002, ao participar de um golpe de Estado que fracassou.

Em matéria de capa, o jornal O Estado de S.Paulo de hoje, 6 de março, ressalta a popularidade do líder venezuelano, campeão das urnas: de 15 eleições disputadas, ele perdeu somente uma. Ovacionado por seus partidários políticos, Chávez era, ao mesmo tempo, tido como um líder autocrático pelos adversários (segundo seus opositores, o presidente reivindicava para si o poder absoluto do Estado). Era acusado de "distribuir a riqueza venezuelana aos países aliados a seu arco esquerdista", conforme a mesma notícia do Estadão. Chávez também tinha uma relação de confronto com a mídia privada e fechou diversas emissoras de rádio e TV durante o seu mandato.

A História traz pontos importantes que ligam a Venezuela à Colômbia: ambos os países foram colonizados pela Espanha. A Colômbia tornou-se independente em 1819, fundamentada nos ideais revolucionários de Simón Bolívar (o mesmo líder que inspirou o governo de Hugo Chávez).
As FARCS (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e a ENL (Exército Nacional de Libertação), grupos de cunho marxista, surgiram inspirados pela revolução cubana de 1959 (país aliado à Chávez, onde, como dito acima, o presidente realizou seus tratamentos médicos). Entenda, portanto, que há uma colcha de retalhos entre os governos e revoluções da América Latina que interfere diretamente na perseguição à Igreja.

O governo venezuelano, contextualizado à Igreja Perseguida, foi bastante prejudicial aos cristãos colombianos. Uma vez que, segundo reportagens da imprensa nacional e internacional, Chávez apoiava o movimento guerrilheiro que é contrário à postura e aos valores cristãos, ao fornecer armamento, comida, tecnologia e exílio a comandantes e militantes, o presidente fortalecia a guerrilha que persegue a Igreja.

Segundo o evangelista colombiano Jairo, ex-comandante da ELN, "na Colômbia não existe negociação de paz entre a guerrilha e o governo; e sim, quem consegue matar os mais poderosos. Líderes guerrilheiros conseguem exílio nos países vizinhos [como a Venezuela]. Em 2008, por exemplo, o ex-presidente da Colômbia Álvaro Uribi foi ao Equador, sem autorização oficial, para matar o 2° comandante das FARC, Raul Sanchez. Na época, a Venezuela preparou todo o seu armamento nuclear para contra-atacar a Colômbia pela morte do guerrilheiro".

De acordo com a Constituição da Venezuela, de 1999, se o presidente do país morrer depois de assumir o comando do Estado, cabe ao vice-presidente convocar novas eleições em um período de 30 dias. Portanto, esse é o momento de contínua oração a Deus pelo futuro da nação, que pode impactar os demais países da América Latina.

Ore ao Senhor pelos cristãos na Venezuela e na Colômbia, para que Deus os fortaleça e os proteja tanto nesse período de transição da liderança, quanto após o novo presidente ser eleito e interceda pelas novas relações de poder entre as nações.
Redação: Ana Luíza Vastag 

“DEUS QUER CURAR NOSSAS FERIDAS E TRAUMAS”



II Samuel-9


Introdução
Este texto nos mostra como Deus trabalha em favor do homem, do homem que ele criou, e o desejo de Deus é que nossa alma esteja bem, vejamos o que diz o apostolo João em sua 3º carta; “... Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma...” O texto em apresso nos mostra a historia de um homem que passou por algumas fases em sua vida fases estas que deixaram profundas feridas e traumas em sua alma.
                         1-PERFIL DE MEFIBOSETE
A- UMA VIDA MARCADA PELA DOR: ele tinhas apenas 5 anos de idade quando chegou de Jesreél a noticia de que seu pai Jonatas e seu avo Saul tinha morrido, sua ama o pega em seus braços e fugindo ela caiu e derrubou o menino que quebra seus pés                                                                         B-SEM PERSPECTIVA DE VIDA: foi morar em Lo-Debar (cidade dos esquecidos, na casa de Maquir um dos homens mais pobre da cidade)
C-SEM NENHUM PROGETO DE VIDA: o lugar e as circunstancias não lhe permitia fazer projetos de vida.
D-CHEIO DE COMPLEXOS: Mefibosete prostrou-se e disse “quem sou eu para te preocupes com um cão morto como eu”
                     2.QUE CAUSA FERIDAS NA ALMA

A-AS IMPOSSIBILIDADES DA VIDA.
Mefibosete seu nome significa Vergonha destruidora. 2 Samuel 4.4; 21.8., foi morar em uma cidade chamada Lo-Debar que também significa Lugar nulo, sem alimento, lugar de miséria, terra sem pasto.
Seus  pés coxo, morando em Lo-Deber na casa de Maquir um dos moradores mais pobre da cidade,
B-OS DESERTOS DA VIDA.
Gostaria de citar algumas características dos desertos existenciais
B.1-O deserto é uma experiência comum a todos nós. Até mesmo o Filho de Deus experimentou. Você e eu também experimentaremos os nossos desertos, pois ninguém fica sem um.
B.2- O Deserto não tem hora marcada. Isto é, ele pode aparecer a qualquer momento. Ele não vem coma aviso prévio. Pode, inclusive, aparecer após momentos de vitória e de experiências profundas com Deus! Foi assim com Jesus: após o batismo e todas as manifestações extraordinárias de Deus e do Espírito Santo, veio o deserto para Jesus.
Exemplo-Profeta Elias.
B.3- Os desertos da vida são inevitáveis. as vesses é até um proposito de Deus. Não entendendo isso poderemos sair do deserto ferido e machucado.
C-AS TRAGEDIAS DA VIDA
Mefibosete aos 5 anos de vida, acontece uma tragédia em sua vida...
Exemplo- José do Egito; Acontece algumas tragédias na vida de José a partir de seus 17 anos : Cisterna, vendido como escravo, preso injustamente, esquecido pelo copeiro...
D-SENTIMENTOS DE IMFERIORIDADE.
Mefibosete “disse eu um cão morto”
Normalmente quem tem um complexo de inferioridade:
Outro ex:Os espias ,”somos como gafanhotos aos olhos deles...”
E-NÃO GOSTAR DE SI. Eis aqui a raiz do problema. Não gostar de quem eu sou é o mesmo que dizer ao mundo que não tenho valor algum. E é triste viver assim, fazendo de tudo para cuidar dos outros quando os carentes de cuidados somos nós mesmos. Vamos acabar de vez com a ideia tola de se sentir o patinho feio deste mundão. O mundo foi criado para todo mundo e você também tem o direito de ser feliz.
F-TER ÓDIO DO PAI/MÃE. Eles podem até ter certa culpa (e na maioria das vezes tem mesmo), mas não se deve atirar pedras neles. Pai ou mãe que erra na educação de um filho o faz porque não teve ninguém para lhes orientar o contrário. Por isso a importância de criar meios para discutir tais assuntos. Ao perceber que o seu complexo de inferioridade teve uma influência dos pais o filho deve cuidar para tratar o mal e não se ocupar em jogar a culpa toda neles. Perdemos tempo tentando “liquidar” quem nos feriu ao invés de correr atrás de um médico para tratar das machucaduras. E quanto mais cedo se trata, melhores são os resultados.
G-NÃO TER UM SONHO. Como pensar no amanhã se não se consegue viver bem o hoje? Inferiorizados abrem mão dos seus sonhos em troca de uma vida regada a fantasias. Acreditam tanto nas estórias em quadrinhos que vivem esperando um príncipe num cavalo branco ou uma Cinderela que o libertará da solidão. Esperam até que a morte os venha visitar e só ai entenderão o quanto poderiam ter aprendido se o medo não tivesse os impedido de correr atrás dos seus sonhos, das experiências reais.
 H-TRAUMAS DE INFANCIA
Ex: Palavras de maldição para com os filhos.
       Abuso sexual na infância. (Missionário Eduardo)
      Sentimento de rejeição, gerado pela preferencias dos pais por filhos
I-FALTA DE PERDÃO
 A falta de perdão é um dos mais profundos geradores de feridas na alma;
Medico americano disse que a falta de perdão pode causar doenças e até mesmo o câncer.
Conclusão  As feridas desenvolve em nós a tendência de nos isolar;
-no trabalho, na escola ,em casa, na igreja...
Os principais fatores que produziram feridas na alma de Mefibosete foram: Feridas físicas, ruptura de sua linhagem real e esquecimento por tudo e por todos.
20 anos e passaram do capitulo 4 ao capitulo 9,é provável que Mefibosete tivesse agora 25 anos, quando a graça de Deus se manifestou através do rei Davi trazendo lhe cura interior e sarando sua alma.
Pr Marcos Luiz maçan.
marcosmacan@hotmail.com
Londrina Pr

terça-feira, 5 de março de 2013

´Nunca é tarde demais para ser usado por Deus`, afirma Billy Graham

Aos 94 anos e passando muito tempo em casa, Billy Graham não vê isso como uma barreira para ser usado por Deus.

O famoso evangelista acredita que há oportunidades, mesmo em seus últimos anos na terra para viver uma vida significativa.

Numa entrevista recente, ele diz que parte do segredo para encontrar esse significado é saber que ainda há mais a fazer.

"A Escritura está cheia de exemplos de homens e mulheres que Deus usou no final da vida, muitas vezes com grande impacto - homens e mulheres que se recusaram a usar a velhice como uma desculpa para ignorar o que Deus queria que eles fizessem", ele compartilha na entrevista.

"O Novo Testamento também dá inúmeros exemplos de homens e mulheres que foram usados ​​por Deus em sua velhice".

"A velhice pode ter suas limitações e desafios, mas, apesar deles, os nossos últimos anos podem ser alguns dos mais gratificantes e o cumprimento do chamado de Deus nas nossas vidas."

Naturalmente, Graham está ciente de que ele está "se aproximando de casa", mas, em vez de temer a morte, o pensamento é feliz por ele.

Ele diz: "Estou ansioso para esse dia, não apenas por causa das maravilhas que eu conheço que o Céu tem reservado para mim e para todos que acreditam, mas porque eu sei que, finalmente, os encargos e as tristezas que pressionam para baixo em cima de mim nesta fase da minha vida vão acabar".

Fonte: Christian Today

Acusações contra a igreja serão debatidas em pré-conclave

No primeiro dia de reuniões pré-conclave, cardeais que elegerão o sucessor de Bento 16 disseram ontem que vão discutir os escândalos de abuso sexual e suspeitas de corrupção no Vaticano antes de escolher o próximo papa.

Eles não terão acesso ao dossiê que investigou o Vatileaks (vazamento de documentos da igreja), mas poderão perguntar sobre o tema.

Ontem, os cardeais não chegaram a acordo sobre o início da votação secreta, da qual participarão 115 deles.

O americano Francis George, arcebispo de Chicago, afirmou que o envolvimento de padres e bispos em casos de pedofilia feriu a igreja e deve ser motivo de preocupação para o seu futuro líder.

"A questão sexual será importante, porque temos vitimas de abuso sexual, cometidos não por pais, vizinhos, outras pessoas, mas por padres, bispos. É uma terrível ferida no corpo da igreja."

"O próximo papa tem que estar muito atento a isso", acrescentou George.

O sul-africano Wilfrid Napier defendeu um debate sobre o relatório da comissão que investigou o vazamento de informações da Santa Sé.

A cobrança também já foi feita por dois brasileiros que votarão no conclave.

"Se quisermos tomar uma boa decisão, teremos que ter alguma informação sobre isso", disse Napier.

O porta-voz Federico Lombardi disse que os interessados na "situação" da igreja poderão fazer perguntas aos colegas. "Alguns membros do colégio cardinalício que estão interessados em obter informações sobre a situação da Cúria e da igreja, no geral, pedirão aos coirmãos para serem informados", afirmou.

Os intervalos entre as próximas reuniões, que continuam ao longo da semana, devem se transformar em sabatinas para os cardeais autores do relatório: Julián Herranz, Jozef Tomko e Salvatore De Giorgi, todos com mais de 80 anos e portanto fora do conclave.

Segundo o jornal "La Repubblica", o documento de cerca de 300 páginas, entregue ao agora papa emérito Bento 16, "fotografa lutas de poder e guerra interna na hierarquia eclesiástica".

A transição também é afetada pela renúncia do escocês Keith O'Brien ao posto de arcebispo de Edimburgo. Ele admitiu ter tido "conduta sexual abaixo dos padrões" que se esperavam dele. O porta-voz do Vaticano informou não ter informações sobre uma possível investigação do caso.

Estiveram presentes na primeira reunião da congregação geral 142 membros da cúpula da igreja, 103 deles eleitores no conclave.

Até meio-dia (8h no Brasil), horário da última "lista de presença", faltavam apenas 12 cardeais para que não haja mais nenhum impedimento ao início do conclave.

A reunião inicial de ontem foi meramente introdutória. Os cardeais fizeram um juramento de segredo, se comprometendo a não divulgar o que for discutido ali dentro.

Já houve, no entanto, um intervalo de 30 minutos no final da manhã para um café, definido pelo próprio porta-voz do Vaticano como "um momento muito significativo". "Esse é um momento significativo para contatos pessoais, trocas de informações, até em nível mais particular", disse Lombardi.

Os trabalhos são presididos pelo decano, Angelo Sodano, pelo camerlengo, Tarcisio Bertone, e pelo secretário do colégio de cardeais, Lorenzo Baudisseri.

Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A desgraça e a graça

"Bendito seja Deus, que não me rejeita a oração, nem aparta de mim a sua graça.” (Sl 66:20)

A desgraça não avisa quando chega; a graça não chega, pois está sempre presente. A desgraça quer envergonhar; a graça quer glorificar. A desgraça diz: “amaldiçoa a Deus e morre!”; a graça diz: “bem e mal são a mesma coisa, quando vindos de Deus para seus filhos”.

A desgraça é um mar revolto; a graça é um porto mais que seguro. A desgraça é uma nuvem negra; a graça é a luz bendita de um farol. A desgraça adoece o corpo e desanima a alma; a graça cura o corpo e restaura a alma.

A desgraça trás a angústia e o desespero; a graça trás a confiança e a esperança. A desgraça nos faz fugir tomados de medo; a graça lança fora todo medo e nos faz fugir para os braços do Pai.

A desgraça nos afasta da Santa Palavra; a graça nos aproxima das Sagradas Letras. A desgraça nos faz esfriar o amor; a graça nos faz transbordar de amor. A desgraça nos faz esquecer que cometemos pecado; a graça nos faz lembrar que devemos pedir perdão. A desgraça nos faz perguntar “por quê?”; a graça nos faz perguntar “para que?”.

A desgraça grita em revolta; a graça aquieta no silêncio da fé. A desgraça nos faz perder a fé; a graça nos faz aumentar, robustecer e entender a fé. A desgraça nos faz esquecer as bênçãos; a graça nos traz à memória o que pode nos dar esperança.

A desgraça é concedida os soberbos; mas a graça é concedida aos humildes. A desgraça toma o que não é seu; a graça restitui, dá de graça o que de graça recebeu. A desgraça é o produto dos nossos próprios atos; a graça é produto da bondade de Deus.
A desgraça transmite palavras torpes; a graça é transmitida pelas boas palavras dos salvos. A desgraça quer respostas aprontas e imediatas; a graça nos faz esperar e confiar, pois todas as respostas serão dadas na revelação de Jesus Cristo.

A desgraça veio a todos os homens para a condenação eterna; a graça veio sobre todos os homens eleitos para a justificação que dá vida eterna. A desgraça é um coração infiel que não se dobra a Cristo; a graça é um coração contrito buscando a Deus e se entregando a Cristo.

A desgraça deixa Deus “pequeno” e os problemas, grandes; a graça mostra Deus como ele é, e os problemas ficam pequenos. A desgraça me separa de Deus; a graça diz que nada me separará do amor de Deus que está em Cristo Jesus.
A desgraça ataca e destrói impiedosamente; mas a graça... me basta.

“Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus.” (1 Tm 1:14)
Fonte: Ultimato

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A conturbada história dos papas

A propósito da renúncia do papa Bento 16, elaboramos uma breve cronologia da história dos papados. A cronologia é baseada no capítulo 3 ("O Papado: sua origem, evolução histórica e significado atual") de A Caminhada Cristã na História, do historiador e colunista da revista Ultimato Alderi Souza de Matos.

“Do ponto de vista protestante, o papado não é uma instituição de origem divina, mas resultou de um longo e complexo processo histórico. (...) Ao mesmo tempo, não se pode deixar de reconhecer que ainda na igreja antiga os bispos de Roma alcançaram grande preeminência, que o papado em muitas ocasiões prestou serviços crucialmente relevantes à igreja e à sociedade e que muitos papas foram homens de grande piedade, integridade moral, saber teológico e habilidade administrativa”, lembra Alderi.

Breve cronologia do papado
Século 1: cresce a importância da igreja local de Roma.

Século 2: Surge a tradição de que os apóstolos Paulo e Pedro teriam sido martirizados em Roma.

Século 5: Leão I, considerado por muitos “o primeiro papa”.

Século 6: Gregório I é o primeiro monge a ocupar o trono papal.

Século 9: O papa Leão III coroa Carlos Magno como sacro imperador romano.

Século 9 (final) e século 11 (início): período sombrio do papado, marcado por imoralidade e corrupção. Um terço dos papas dessa época morreu de forma violenta.

Século 11 (meados): papas reformadores que procuraram moralizar a administração da igreja. O mais notável foi Hildebrando ou Gregório VII (1073-1085), que se notabilizou por sua luta contra a simonia, ou seja, o comércio de cargos eclesiásticos, e ficou célebre por sua confrontação com o imperador alemão Henrique IV.

Entre séculos 14 e 15: novo período de declínio e desmoralização do papado.

Século 16:
- Leão X teria dito: “Agora que Deus nos deu o papado, vamos desfrutá-lo”. Foi ele quem despertou a indignação de Martinho Lutero.
- Reforma Protestante, Contra-Reforma e Reforma Católica.
- Concilio de Trento (1545-1563). O concílio reafirmou o papel dominante dos papas na vida da igreja.

Séculos 17 e 18:
- Centralização do poder papal. Conflito entre os “ultramontanistas” (defensores da centralização) e os “galicanistas” (opositores).
- Revolução Francesa (1789). Profundo conflito entre a Igreja e o ideário republicano da revolução. Dois papas foram presos neste período: Pio VI (1775-1799) e Pio VII (1800-1823).

Século 19: Pio IX atuou por 32 anos (1846-1878). Foi o mais longo pontificado da história. Foi ele quem proclamou, por meio da bula “Ineffabilis”, e sem a realização de um concílio, o dogma da imaculada concepção de Maria (1854). Já no Concílio Vaticano I (1870), Pio IX, proclamou, através do decreto “Pastor aeternus”, o controvertido dogma da infalibilidade papal “ex cathedra”, ou seja, no exercício oficial do seu cargo.

Século 20: duas guerra mundiais. Período conturbado para a Igreja Católica. Em sua repulsa do comunismo anti-religioso e ateu, e em sua preocupação com a defesa dos interesses da igreja, os pontífices do período acabaram estabelecendo fortes laços com regimes de extrema direita em diversos países da Europa. Na segunda guerra, houve absurdo silêncio do papa Pio XII.

1962-1965: João XXIII convoca o Concílio Vaticano II. Esse importante concílio, que teve expressiva participação de bispos do terceiro mundo, aprovou resoluções sem precedentes nas áreas de renovação litúrgica, preocupação com os pobres e diálogo interconfessional.

1963-1978:
 Paulo VI foi o sucessor de João XXIII e "embora mais contido, deu prosseguimento ao Concílio Vaticano II, no interesse de 'construir uma ponte entre a Igreja e o mundo moderno'. Paulo VI também publicou a controvertida encíclica 'Humanae vitae' (1968), que proibiu aos católicos o uso dos métodos de controle artificial da natalidade".

1978: O polonês João Paulo II (Karol Jozef Wojtyla) é o primeiro papa não italiano desde o século 16.

19 de abril de 2005: Bento 16 é escolhido papa, após a morte de João Paulo II.

11 de fevereiro de 2013: Para surpresa de todos, Bento 16 anuncia sua renúncia que acontecerá no dia 28.
Fonte: ULTIMATO