sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A verdade sobre a paternidade homossexual

O sociólogo Mark Regnerus, bastante criticado, fala sobre seus mais recentes estudos sobre famílias com casais homossexuais.Se quiser saber como foram os últimos meses do sociólogo da Universidade do Texas, Mark Regnerus basta ler a última edição da revista conservadora Weekly Standard. Na capa da edição de julho da revista há dois capangas encapuzados girando maliciosamente uma roda de tortura medieval onde Regnerus está preso, suando em bicas tentando se manter inteiro. O verso da página – “A vingança dos sociólogos: os perigos das pesquisas acadêmicas politicamente incorretas” – sugere a situação provocada pela publicação da mais nova pesquisa de Mark Regnerus, assim como um discurso político mais amplo a respeito do casamento homossexual.
O relatório, conhecido como New Family Structure Studies (NFSS) (“Estudos sobre a Nova Estrutura Familiar”) é notável em seu escopo. Trata-se de uma amostra nacional aleatória considerada o “padrão de ouro” das pesquisas de ciências sociais. O NFSS mede os efeitos econômicos, políticos e psicológicos em jovens adultos, de 18 a 39 anos, que cresceram em famílias onde ou o pai ou a mãe se envolveram em relações homossexuais. Apesar da cautela demonstrada por Regnerus ao afirmar repetidas vezes que o NFSS não leva em conta casamentos estáveis do mesmo sexo (já que casamentos do mesmo sexo não existiam quando esses entrevistados eram crianças), ele tem sofrido censura profissional. O Social Science Research está realizando uma auditoria interna sobre o processo de revisão do NFSS, e a Universidade do Texas, em Austin, está investigando as alegações feitas por Regnerus de “má conduta científica”.
Regnerus aceitou conceder uma entrevista por e-mail a Christianity Today para esclarecer os fatos a respeito da NFSS e seus dissabores.
Outros estudos foram feitos a respeito do bem-estar de crianças criadas por casais do mesmo sexo com a conclusão de alguns sociólogos, de que não há diferença entre estas e aquelas criadas por casais heterossexuais. Por que foi necessária a presença do NFSS dessa vez?
A maioria dos estudiosos da família havia, até recentemente, afirmado de maneira consistente a elevada estabilidade e as vantagens (para as crianças) de um ambiente familiar constituído por pais biológicos casados e heterossexuais, em contraste com todos os outros “modelos” de família. Outros tipos de arranjos familiares não atingiram níveis desejados de desenvolvimento, como a realização educacional, e apresentaram problemas de comportamento e bem-estar emocional.
Para os filhos de lésbicas e gays americanos, no entanto, os cientistas sociais parecem ter mudado de opinião radicalmente. Desde 2001, e em maior escala atualmente, estudiosos têm declarado cada vez mais que “não há diferença” entre pais heterossexuais ou homossexuais, e alguns inclusive sugerem que pais do mesmo sexo podem ser até mais competentes do que um homem e uma mulher em um arranjo familiar tradicional. Dez anos é muito pouco tempo para derrubar um paradigma tão estável, e, francamente, alguns de nós consideramos isso um tanto suspeito, e, portanto, decidimos pesquisar a respeito nós mesmos.
Acredito que o único componente sensível ao tempo nesse estudo, é o fato de que era o momento de avaliar o que se tornou uma drástica mudança de consenso sobre o assunto.
Como a metodologia utilizada em sua pesquisa se compara com aquelas usadas em pesquisas anteriores sobre este tema?
Esta é a principal área de distinção entre meu estudo e os outros. Quase todos os estudos feitos antes desse eram pequenos e “não-aleatórios”. Isto é, não temos a menor ideia do quão semelhantes à maioria dos participantes dos outros estudos são à população que eles procuram estudar. E em relação a vários estudos anteriores, acredito que haja motivos para o ceticismo. Por exemplo, se você sabe que está participando de um pequeno estudo sobre paternidade gay, e que isso será notícia e que talvez tenha ramificações políticas, acredito que seja justificável o questionamento de estudiosos sobre a validade dos dados.
O NFSS, por outro lado, é muito maior do que a maioria dos outros, e trata-se de uma amostra aleatória da população americana entre as idades de 18-39 anos. Não me concentrei na orientação sexual dos pais – afinal de contas, era uma época bastante diferente – mas no comportamento deles nos relacionamentos. Comparei então, como jovens adultos cujos pais ou mães se envolveram em relacionamentos homossexuais se saíram quando comparados a outros tipos de arranjo matrimonial, inclusive a relação tradicional e biologicamente intacta entre um pai e uma mãe.
Explique brevemente como você identificou “mães lésbicas” e “pais gays” no estudo. Não se tratam de casais estáveis do mesmo sexo, que decidiram adotar ou fazer fertilização in vitro, certo?
Os dados permitiram que surgissem casais gays e lésbicos estáveis, mas pelo menos na época em que estou avaliando, isso não era comum. Da mesma maneira, a barriga de aluguel e a tecnologia de reprodução assistida também não eram. São artifícios bastante caros, ainda hoje. Outro trabalho realizado a respeito deste assunto observa que “a literatura sobre casais do mesmo sexo tende a apresentar estudos sobre o tipo de mulheres que podem pagar por tecnologia de reprodução assistida: mulheres brancas, de classe média alta”. Mas esse é o estereótipo criado pela mídia sobre pais e mães gays, embora os dados do Estudo Nacional do Crescimento Familiar tenham revelado que estes tem menos propensão de desejar filhos do que pais e mães gays que não sejam brancos. Então, os tipos de casais aos quais você está se referindo, podem estar presentes nos dados, apesar de eu não ter perguntado aos entrevistados a respeito das circunstâncias de seus próprios nascimentos. A partir de outras perguntas – como se suas mães e pais biológicos já foram casados alguma vez -- eu posso arriscar um palpite sobre suas origens. A maior parte de tais entrevistados eram produtos de uma união heterossexual que eventualmente se desintegrou. Alguns entrevistados sugerem que tais uniões se tratavam de “casamentos de orientação mista”, mas eu não presumiria algo assim com tanta pressa. Embora a etiologia da homossexualidade não esteja em jogo aqui, perguntas sobre as categorizações feitas por mim parecem levantar a questão a respeito de que pessoas podem ser consideradas gays, sem falar de bissexualidade. O estudo, no entanto, diz respeito ao que seu próprio título afirma: os filhos adultos de pais que tem ou tiveram relações homossexuais. Em retrospecto, gostaria de ter me assegurado melhor da compreensão de meus leitores a respeito disso.
O que você diria a grupos religiosos e políticos que promovem o casamento tradicional e desejam usar os resultados do NFSS para “provar” que a paternidade por casais do mesmo sexo é prejudicial às crianças?
Não sou nem teólogo e nem político, então não me atreveria a dizer a ninguém como fazer seu trabalho. Apesar das ciências sociais não serem capazes de “provar” as coisas, elas podem descrever a realidade social. O que o NFSS descreve é que os jovens adultos, filhos de homens e mulheres homossexuais parecem ter sido mais propensos a problemas durante o crescimento, e, em alguns casos ainda hoje, do que aqueles cujos pais biológicos continuam casados. O porquê disso é uma questão importante, que deve continuar sendo explorada e discutida.
Que tipos de problemas esses jovens adultos de pais homossexuais enfrentam exatamente? Emocionais, financeiros, espirituais?
Eles relatam uma série de desafios, principalmente no caso de terem vivido em ambientes familiares de muita instabilidade. Muitos tiveram a experiência de conviver com as idas e vindas dos parceiros de seus pais ou mães. Entre outras coisas, eles se mostraram mais aptos a enfrentar dificuldades financeiras, problemas para arranjar emprego e terminar os estudos, assim como mais problemas com a lei. Também relataram um número mais elevado de parceiros sexuais e vitimização do que as crianças vindas de casamentos biologicamente intactos e estáveis. Questões de religião e espiritualidade não foram incluídas no estudo.
Quais são suas convicções pessoais a respeito das estruturas matrimoniais? Essas convicções tornam sua pesquisa tendenciosa, como as recentes críticas direcionadas a você sugerem?
Todo pesquisador tem opiniões próprias. É por esse motivo que bons projetos de pesquisa devem assegurar o anonimato dos participantes e não sugerir o que estes devem responder. Tal postura ajuda a permitir que as ciências sociais superem as tendências pessoais de cada pesquisador.
Você observa que todo pesquisador tem suas próprias convicções. De que maneira tais convicções contribuíram para informar a auditoria interna de sua pesquisa, que está sendo conduzida atualmente pelo Social Science Research, especificamente pelo sociólogo Darren Sherkat? Sherkat, que apóia o casamento gay, não criticou sua pesquisa publicamente antes do início da auditoria?
Sim. Não vou revidar, mas é verdade. E ainda assim, a auditoria concluiu que o processo de publicação do estudo não foi comprometido. Estudiosos se criticam mutuamente o tempo todo, mas dessa vez parece ser algo pessoal.
Seu estudo tem algo a contribuir para a atual discussão sobre a legalização e aceitação cultural do casamento homossexual?
O objetivo do estudo em si não foi nem de minar e nem de afirmar qualquer tipo de direito legal sobre o casamento homossexual. Dito isso, o NFSS e outros estudos sólidos são uma boa fonte de orientação para os cidadãos, independente de suas perspectivas pessoais.
Refletindo agora, você acha que, como pesquisador, foi responsável de sua parte receber fundos para o NFSS do Instituto Witherspoon e da Organização Nacional para o Casamento (NOM) – dois grupos conhecidos por suas fortes convicções a respeito do casamento tradicional?
Nenhum financiamento veio da Organização Nacional para o Casamento (NOM), e sim do Instituto Witherspoon e da Fundação Bradley. (Nota do editor: os críticos de Regnerus estão ligando Witherspoon e Bradley a NOM porque Robert P.George, presidente emérito da NOM, tem fortes ligações com as duas instituições que ajudaram no financiamento do estudo de Regnerus). Como já observei no texto presente no estudo e em outras fontes, sempre trabalhei de forma independente de ambas as organizações. Nenhum representante de financiamento das agências foi consultado a respeito do projeto de pesquisa e do conteúdo da mesma, das análises ou das conclusões. Quaisquer alegações de que os financiadores tenham influenciado indevidamente são falsas.
Como você compreende sua vocação como sociólogo? O que a sociologia oferece para a sociedade como um todo que outras profissões não ofereçam?
Entre outras coisas, a boa sociologia investiga a cultura, como as estruturas funcionam, como determinadas formas de pensar e agir se tornam “normais”, como as instituições moldam nossas vidas e como se dá a mudança social. Isso pode parecer abstrato e maçante, mas é um modo fascinante e muito importante de ver e pensar o mundo e as nossas vidas. Aqueles que se aplicam a encarar esse tipo de questões muitas vezes se dão conta do quão interessante e importante a análise sociológica pode ser. E, nesse processo, eles muitas vezes vêm a entender de modo bem mais completo suas próprias experiências de vida.
FONTE;Cristianismo Hoje
 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Ore pelo julgamento de Yousef Nadarkhani, preso no Irã

Detido desde 2009, o caso do pastor Nadarkhani ganhou repercussão nacional e internacional por parte de ativistas dos Direitos Humanos, jornalistas interessados em divulgar a polêmica sentença de morte por blasfêmia, pessoas comuns que se comoveram com a agonia da família. Agora, há dois dias do novo julgamento de Yousef, é a hora dos cristãos também se apresentarem como militantes dessa luta, em oração constante pela vida de um irmão que sofre por amor a Deus. Intercessores de todo o mundo, uni-vos!

Em dois dias, mais precisamente no dia 8 de setembro, o pastor Yousef Nadarkhani deve se apresentar ao tribunal novamente, desta vez para enfrentar novas acusações que podem estar relacionadas a crimes contra a segurança nacional.

Desde que foi condenado à morte por apostasia, em 2010, o Pastor Nadarkhani já completou mais de mil dias na prisão. Ele já foi julgado pela corte diversas vezes, o que lhe deu a oportunidade de renegar sua fé para que a sentença de morte fosse suspensa. Todas as chances que teve de negar Jesus foram dispensadas; apesar de todas as dificuldades Yousef permaneceu firme, na certeza de sua crença.

A Christian Solidary Worldwide (CSW, sigla em inglês), promoveu uma campanha em favor do cristão; a pressão internacional sobre o caso vinda, inclusive, de entidades e organizações seculares tem, até então, ajudado a adiar sua execução. Muitas outras ações e protestos foram realizados ao redor do mundo. Yousef, assim como qualquer outro indivíduo brasileiro comum, é um homem, pai de família, que decidiu servir ao Senhor. A diferença, além das localidades distintas (Irã e Brasil), são as consequências que se seguiram para um e para outro.

Recentemente, autoridades iranianas convocaram-no a mais um julgamento. As acusações que o pastor deve enfrentar ainda não foram liberadas, mas há grandes temores de que ele possa ser apontado como o responsável por crimes contra a segurança nacional ou mesmo blasfêmia. Segundo fontes locais, os juízes teriam recebido instruções para forjar novas acusações contra Nadarkhani, a fim de tornar a sua sentença mais aceitável.

Informações da Agência de Notícias Mohabat revelam que a situação de Yousef pode evoluir para um estágio ainda mais preocupante. De acordo com relatórios emitidos na última sexta-feira (31), o novo Código Penal do Irã afirma que qualquer indivíduo que cometer um crime de segurança nacional ou internacional pode ser acusado por "espalhar corrupção sobre a terra" e, por isso, ser condenado à pena de morte. Por essa razão, o pastor Yousef Nadarkhani necessita tanto de orações intercessoras pelo dia de seu julgamento e decisão a ser tomada.

Cerca de 30 pessoas já foram executadas sob o novo Código por, supostamente, manter ligações com grupos armados de oposição e assim, incitar a "inimizade contra Alá".

Condenado à morte em 2010
O Pastor Yousef Nadarkhani está na prisão há cerca de 1060 dias, enfrentando a sentença de morte por apostasia. Originalmente, ele foi preso em sua casa, na cidade de Rasht, em 2009, por ter questionado o monopólio muçulmano de instrução religiosa para as crianças. Ele foi condenado à morte em 2010. Seu caso foi duas vezes referido ao líder supremo do Irã, que ainda não emitiu uma decisão final.


Fonte: Portas Abertas
 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

“PEDRO, TU ME AMAS?”

Pedro havia negado Jesus três vezes... No entanto, para Jesus, a questão daquela manhã de sol nascente das alturas na quieta praia de Tiberíades era apenas uma: “Tu me amas?”
Até na hora de lidar com a negação e com a traição, Jesus é completamente diferente de tudo e todos, e completamente coerente com Seu próprio Ser-Ensino. O Verbo se fez carne, por isso o Ser-Ensino de Jesus são um.O que diriam as nossas lógicas de amor?“Se ele amasse, jamais teria feito o que fez”—e, assim, se atribui impecabilidade ao amor humano. “Ama, mas não tem raízes em si mesmo”—diria a sofisticação psicológica. “É egoísta demais para amar”—diria uma voz moral piedosa e certa.“É cedo demais para perdoar você. O que fazes aqui entre os outros?”—diria o Mestre das Disciplinas.“Nunca mais será a mesma coisa. Como poderei confiar em você outras vez?”—diria a razão mais humana e ressentida.
“Pode ser que ainda dê, um dia... quem sabe? Mas você terá que fazer um longo caminho de volta!”—diria um piedoso e quase esperançoso pastor de almas.
“Já que você insiste, verei do que você é feito. Colocarei um diretor espiritual para supervisionar você”—diria um ser crente na fabricação de caráter e de fidelidade.“Sinto muito, Pedro, mas já não é possível. Você jogou fora a sua chance, embora eu o tenha advertido várias vezes”—diria a razão fria e justa.“Você está perdoado, sem ressentimentos, vá em paz; pois não há mais clima para a gente prosseguir”—diria o melhor do homens.“Logo você, em quem tanto confiei! Como pode fazer isso? Explique-me suas razões”—diria o bondoso justo.“Meu Deus! E pensar que amei tanto você. Eu sou um santo idiota mesmo!”—diria um Deus com alma de esposa ou de marido.No entanto, Jesus apenas pergunta: “Tu me amas?E com isso Ele admite que o amor peca, trai, nega, se engana, enfraquece, pode ser egoísta, é capaz do impensável, é passível de repetir o mesmo erro, não apenas três vezes, mas até setenta vezes sete.Jesus não estava buscando perfeição, mas apenas um amor que pudesse ser aperfeiçoado no próprio amor... no Caminho.“Tu me amas?”—pergunta Ele três vezes. Ao que Pedro responde, dizendo, humilhadamente, um “sim” cheio de vergonha, e até se sentindo um sem caráter por ainda ter a coragem de confessar amor tendo negado.Pedro diz“sim, sim, sim”... mas não o faz sem a angústia de quem não quer ser visto como cínico!Pedro ama. Ama com amor que é dele, com o amor que lutava para ser amor no chão raso de sua alma. Mas era amor, e isso ele não podia negar. Ele admitia que negara Jesus, só não podia admitir que não amava Jesus. Jesus sabe que às vezes se ama apesar de...
Jesus sabe que o único amor que ama sem nenhum apesar de... é o Seu próprio amor, de mais ninguém.Jesus ama os nossos amores, apesar de... Pois Ele sabe que quem não ama apesar de... esse deve se oferecer para ser o Salvador dos homens.“Tu me amas?”Pedro não tem mais o que dizer. Provar amor? Meu Deus! Levaria o resto de sua vida, e teria que demonstrar isso não apenas com ações, nem com palavras apenas, e, se fosse o caso, deveria provar tal amor com dores de alma até a morte.
Pedro não tem meios de provar nada. Não tem o poder de reverter quadros e nem de apagar memórias. E também não suportaria ficar gemendo o resto da vida num canto de sua casa a fim de provar a Jesus que o amava apesar de...Provar que se ama pode ser o inferno!Pedro está perdido. Quem o ajudará? Quem testemunhará em seu favor? Quem terá garantias a oferecer em seu nome? Quem seria o fiador de seu fracassado amor?A esperança de Pedro quanto a provar a Jesus que ele O amava era o próprio Jesus.“Senhor, tu sabes todas as coisas... e se as sabes, certamente tu sabes que eu te amo!”Assim, Pedro não tem argumentos, nem explicações, nem mesmo se oferece para padecer como prova eterna de seu amor ...no inferno do amor...
Pedro não quer o inferno do amor... ele quer ser salvo do inferno de sua alma pelo amor... e só Jesus poderia fazer isso, pois somente Jesus sabia o que existia no coração dele.
Assim, ele está tão certo de sua total incapacidade de vencer os fatos esmagadores com argumentos ou mesmo com penitências, que ele apenas recorre a uma certeza: Jesus conhece meu coração!“Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que eu te amo!”Chega uma hora quando todos os argumentos cessam, quando não há explicações a serem dadas, quando toda fala é cinismo, quando todo gesto parece compensatório e auto-justificatório, e quando toda e qualquer promessa de fidelidade e lealdade apenas cerram sobre a alma a porta da masmorra das infindáveis penitências. Pedro amava, mas não queria que seu amor fosse sepultado vivo na morte!A resposta de Jesus é de confiança!Sim, Ele sabe que Pedro o ama apesar de Pedro, de seu egoísmo, de sua vacilação, de sua pusilanimidade, de seus ímpetos inconseqüentes, de suas coragens pouco resistentes, de seus vícios de fuga...“Pastoreia as minhas ovelhas... os meus cordeirinhos... esse povo que me ama como tu... que ama e que trai... Tu, que agora sabes quem és, pastoreia nesse amor esses que são como tu mesmo”.E conclui: “Agora, vem, e segue-me...”Jesus não bota o amor de castigo, parado no ponto e na esquina da negação, frizado na vitrine do espetáculo da fraqueza, preso para sempre aos seus próprios pecados.Jesus sabe que a cura para a traição e a fraqueza só acontece no caminho, enquanto se O segue, e no chão da vida, onde o amor terá a chance de ser amor, e não negação.Trai-se na vida. Ama-se na Vida. Nega-se na vida. Se é curado na Vida. Somente na vida o que é, é; e pode se manifestar!
Sem que seja assim o que resta é deixar Pedro em Tiberíades para sempre, envolto nas malhas de suas angústias, pescando os peixes que fogem dele, existindo numa seqüência de dias que já lhe são o próprio inferno.
Nossa salvação é uma só: O Senhor sabe todas as coisas, e quem sabe que ama apesar de... não tem outra chance se não confiar no que Jesus sabe em nós e acerca de nós, pois se o que há em nós é verdade, Ele em nós aproveitará toda verdade de amor para o nosso próprio bem.
Confie. Ele conhece você!
Caio Fabio




























segunda-feira, 16 de julho de 2012

Introdução à Blasfêmia: “Cristã Lésbica” Kittredge Cherry Oferece uma “Oração ao Cristo do Arco-Iris


A “gayzificação” de Jesus Cristo é talvez uma das formas mais ultrajantes e dementes de ativismo homossexual nessa era tão confusa espiritualmente. Os pecadores ao longo da história sempre buscaram refazer Deus à sua imagem. Abaixo, a autora “cristã lésbica” Kittredge Cherry oferece sua “Oração ao Cristo do Arco-íris” em honra à “espiritualidade gay”. Ela aparece nas páginas do Huffington Post, um tabloide radicalmente pró-homossexual que está se tornando um dos principais sites para esse tipo de absurdo antibíblico que emana do “cristianismo gay”. Para alguns sólidos ensinamentos sobre a Bíblia e o homossexualismo de uma das maiores autoridades no assunto, veja o website do Prof. Robert Gagnon. Enquanto isso, eis aqui alguns verdadeiros versículos bíblicos sobre o arco-íris. — Peter LaBarbera, AFTAH.
Orgulhosa “cristã” lésbica Kittredge Cherry ora para o “Cristo erótico”: “Livra-nos da vergonha”
Aqui está a oração blasfema de Cherry (ênfase nossa):
Cristo do Arco-íris, tu encarnais todas as cores do mundo. Os arco-íris servem de pontes entre diferentes reinos: Céu e Terra, leste e oeste, gay e não-gay. Inspira-nos a nos lembrar dos valores expressados na bandeira do arco-íris da comunidade lésbica, gay, bissexual e transgênera.
O vermelho é a vida, a raiz do espírito. Cristo Vivo e Altivo, tu és a Raiz. Livra-nos da vergonha, concede-nos a graça do orgulho saudável para que possamos seguir a nossa própria luz interior. Com a listra vermelha do arco-íris, damos graças a Deus por nos ter criado como somos.
O laranja é para a sexualidade, o fogo do espírito. Cristo Erótico, tu és nosso Fogo, a Palavra encarnada. Livra-nos da exploração, e concede-nos a graça de relacionamentos mútuos. Com a listra laranja do arco-íris, desperta em nós o fogo da paixão.
O amarelo é para a autoestima, o centro do espírito. Cristo Nosso, Vós sois o nosso Centro. Livra-nos dos armários da discrição, e dá-nos a coragem e a graça de sairmos deles. Com a listra amarela do arco-íris, constrói nossa confiança.
Verde é para o amor, o coração do espírito. Cristo Transgressivo e Proscrito, tu és o coração, quebrando as regras com o amor. Em um mundo obcecado com a pureza, tu tocas os doentes e comes com os excluídos. Livra-nos da conformidade, e concede-nos a graça da depravação. Com a listra verde do arco-íris, enchei nossos corações com a compaixão indomada por todos os seres.
O azul é para a auto-expressão, a voz do espírito. Cristo Libertador, tu és a Voz, expressando-se contra todas as formas de opressão. Livra-nos da apatia, e concede-nos a graça do ativismo. Com a listra azul do arco-íris, motiva-nos a clamar por justiça.
O violeta é para a visão, a sabedoria do espírito. Cristo Coeso, tu és a sabedoria que cria e sustenta o universo. Livra-nos do isolamento, e concede-nos a graça da interdependência. Com a listra violeta do arco-íris, conecta-nos aos outros e com toda a criação.
As cores do arco-íris se juntam para formar uma luz, a coroa da consciência universal. Cristo Híbrido e Universal, tu és a Coroa, tanto humana quanto divina. Livra-nos das categorias rígidas, e concede-nos a graça de identidades entrelaçadas. Com o arco-íris, lidera-nos para além do preto e do branco, para que possamos experimentar o conjunto do espectro da vida.
Cristo do Arco-íris, tu iluminas o mundo. Tu fazes os arco-íris como uma promessa para sustentar toda a vida na Terra. No espaço do arco-íris, podemos ver todas as conexões escondidas entre sexualidades, gêneros e raças. Assim como o arco-íris, que possamos incorporar todas as cores do mundo! Amem.
fonte;blog do Julio severo.

domingo, 15 de julho de 2012

Deus e o destino do homem


Deus e o Destino do Homem

Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmo 90.2).
Eternidade. O que significa essa palavra e por que motivo alguém deveria aceitar esse conceito, principalmente no que se refere ao destino do homem? Sabemos por experiência própria, e através da observação da natureza, que as coisas materiais se deterioram. A Segunda Lei da Termodinâmica nos diz que todo o universo está se desgastando, como um relógio que está perdendo a corda, e não vai durar para sempre. Portanto, é óbvio que ele teve um princípio, exatamente como diz a Bíblia.
Sabemos que o Sol não esteve sempre no céu, ou já teria consumido completamente todo o seu combustível. O mesmo vale para todas as outras estrelas. Fica claro, então, que houve uma época em que este universo não existia; nada existia, nem mesmo a energia da qual o universo parece ser constituído.
Por que o universo não poderia ter sua origem em alguma misteriosa energia cósmica que sempre existiu, sem ter tido um começo? Por causa da Segunda Lei da Termodinâmica, a lei da entropia. A energia não poderia ter existido desde sempre, desenvolvendo-se rumo a um “Big Bang” (“Grande Explosão”) que teria criado as estrelas e os planetas. Ela teria sofrido entropia antes de “explodir” – e explosões não criam ordem. Se o universo tivesse existido para sempre, agora tudo deveria ter a mesma temperatura: o calor sempre é transmitido para algo mais frio.
Além disso, a energia não tem nem intelecto, nem qualidades pessoais para fazer surgir a incrível complexidade da vida e para criar seres com personalidade própria. Inteligência e personalidade são imateriais e não poderiam ter sido geradas posteriormente a partir da energia ou da matéria e, portanto, devem tê-la precedido.
Não alguma força, mas um Ser pessoal de inteligência infinita e sem começo deve ter criado o universo. Não se trata da “causa original” da filosofia ou dos “deuses” do paganismo, que mudam, seguem seus caprichos e competem entre si. O Criador somente pode ser o “Eu Sou” que revelou a Si mesmo a Moisés na sarça ardente (Êxodo 3.14), o Auto-Existente sem começo e sem fim, de quem a Bíblia diz: “de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmo 90.2).
Tudo que podemos ver – seja a olho nu, com um telescópio ou através de um microscópio eletrônico – veio do nada.
É óbvio que o intelecto e a personalidade são inteiramente diferentes da matéria e não são a substância constitutiva dela. Portanto, o universo não faz parte de Deus e nem é uma extensão dEle. Isso significa que tudo que podemos ver – seja a olho nu, com um telescópio ou através de um microscópio eletrônico – veio do nada. Isso é impossível, mas somos levados a essa conclusão pela própria lógica. Contudo, imaginar que a vida e a inteligência brotaram espontaneamente, por sua própria iniciativa e poder, do espaço morto e vazio, seria algo totalmente irracional. Portanto, alguma coisa diferente do universo e de seus componentes deve ter existido sempre.
Não alguma coisa, mas Alguém, sem início nem fim. Por que Alguém? Porque o universo, desde a estrutura atômica até uma célula humana, exibe uma ordem e uma complexidade tão extraordinárias que só uma inteligência infinita poderia ter planejado e executado – e nenhuma coisa, ou força, ou “poder superior” tem a capacidade de pensar, planejar e organizar. Além disso, a espécie humana é composta de personalidades individuais que têm a capacidade de conceber idéias conceituais, expressá-las em palavras ou desenhos e transformá-las em intrincadas estruturas que não existem na natureza. Os seres humanos também têm a capacidade de sentir amor e ódio, alegria e tristeza, perceber a justiça e a injustiça, e raciocinar sobre sua própria existência e destino.
Só uma Pessoa infinita poderia criar pessoas. Portanto, as evidências e a lógica nos levam a concluir que este universo só poderia ter começado a existir sob o comando de Alguém que não teve começo; Alguém que sempre existiu e que possui o gênio e o poder infinitos para trazer à existência todas as coisas e todos os seres, a partir do nada. Certamente não foi pela superstição corrente no Egito em seus dias, mas por revelação divina que Moisés declarou: “Antes que [...] se formassem a terra e o mundo [...] de eternidade a eternidade, tu és Deus [...] mil anos, aos teus olhos, são como o dia de ontem que se foi, e como a vigília da noite” (Salmo 90.2,4).
Este não é o deus do paganismo, das religiões indígenas, ou de qualquer uma das grandes religiões do mundo, tais como o budismo (pouquíssimos budistas acreditam em Deus), o hinduísmo, o islamismo e muitas outras, mas sim o Deus da Bíblia que, do modo como é descrito nas Escrituras, qualifica-se de forma única e singular para ser o Criador de todas as coisas. Não consideramos o cristianismo como sendo uma das religiões do mundo, mas sim como algo inteiramente distinto de todas elas.
No princípio, criou Deus os céus e a terra.
A Bíblia jamais tenta provar a existência de Deus. Ela simplesmente a toma como um fato. Ela também não tenta explicar o que está além da nossa capacidade de compreensão. A Escritura simplesmente declara, no primeiro versículo: “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1.1). Em gratidão ao Deus que o criou, o rei Davi afirmou: “Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obrassão admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmo 139.14).
A ciência não foi, nem jamais será capaz de verificar, refutar ou aperfeiçoar essa declaração. Não podemos compreendê-la, mas devemos aceitá-la pela fé. Aqui temos um exemplo do que é a fé: um passo que nada tem de irracional, mas sim uma trajetória racional que pondera as evidências e segue a lógica até o ponto em que a razão consegue alcançar, e depois dá mais um passo além da razão, mas sempre na direção e no sentido que as evidências e a razão indicaram.
A Bíblia expressa esse princípio da seguinte forma: “Pela fé entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hebreus 11.3). Alguns autores já disseram que essa foi a primeira formulação da teoria atômica. Não, isso não é teoria; é a afirmação de um fato nas palavras do próprio Deus. No entanto, temos de ter o cuidado de não ler nesse versículo mais do que ele realmente diz. Ele não diz que tudo foi formado de algo invisível. Ele não diz, igualmente, que o universo foi formado de alguma coisa.
O que Hebreus 11.3 nos diz é que o universo visível não foi feito de algo visível, pois isso implicaria dizer que alguma coisa visível sempre existiu e que o universo foi simplesmente fabricado com os materiais disponíveis. Mas ele não poderia ter sido criado dessa forma, porque não existe nada visível que seja eterno. Na verdade, o universo foi criado pela Palavra de Deus: “Disse Deus: Haja [...]” (Gênesis 1.3,6,9, e outros), e tudo que é visível passou a existir em obediência à Sua Palavra. Essa mesma Palavra que criou e sustenta todas as coisas falará novamente, e tudo que é visível na velha criação se dissolverá e tornará ao nada: “Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios” (2 Pedro 3.7).
Muito antes da formulação da Segunda Lei da Termodinâmica, Jesus afirmou muito claramente: “Passará o céu e a terra” (Mateus 24.35). Entretanto, o universo não está destinado, simplesmente, a se desgastar devido à passagem de incontáveis bilhões de anos. Sob a inspiração do Espírito Santo, Pedro explicou que toda a vida existente na face da terra será sumariamente eliminada e o universo inteiro será destruído por Deus como castigo pela rebelião do homem e de Satanás. Em seu lugar, será criado um novo universo: “[No] Dia do Juízo [...] os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas [...] os céus, incendiados, serão desfeitos [...] Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2 Pedro 3.7-13).
A palavra “céus” é usada de duas formas na Escritura: significando tudo o que há de físico no espaço dimensional exterior à terra, e referindo-se à habitação imaterial de Deus, que Jesus indicou quando disse: “Na casa de meu Pai há muitas moradas” (João 14.2). Um significado refere-se a algo visível e temporal, enquanto o outro fala de algo invisível e eterno. Este universo visível e temporário não é tudo o que existe. Há uma outra dimensão de existência que não é física nem visível – e que não se desgasta nem envelhece com a passagem do tempo, não pode ser destruída e jamais deixará de existir. 
fonte;Chamada meia noite.

sábado, 14 de julho de 2012

O poder de Deus é eficaz para transformar vidas


O poder de Deus é eficaz para transformar vidas

Convido ao prezado leitor para meditar na mensagem extraída da Carta de Paulo aos Colossenses, capítulo 1 e versículo 29: “E para isto também trabalho, combatendo segundo a sua eficácia, que obra em mim poderosamente”.

Todos nós sabemos que a eficácia é determinada pela produção dos resultados desejados. Ora, quando o então fariseu Saulo de Tarso se converteu a Cristo, a sua vida foi transformada, mudou radicalmente. Mas, antes de passar por essa experiência abençoadora, quem foi Paulo?

A Bíblia Sagrada apresenta Saulo como um perseguidor da Igreja Cristã, porém, mais tarde, ele passou a ser perseguido também. O Espírito Santo trabalhou em sua vida até transformá-lo no “Apóstolo dos Gentios”.

Ao longo de sua trajetória, Paulo compreendeu que deveria trabalhar para Jesus com eficácia e cuidado, a fim de produzir sempre o melhor para o Reino de Deus. Ele sabia que a eficácia em seu ministério dependeria de sua vida espiritual e de sua comunhão com Deus, além de seu convívio com seus irmãos e seu testemunho na sociedade.

A Bíblia relata o testemunho de várias pessoas que vivenciaram as bênçãos de Deus pela Sua Palavra, que sempre traz grandes resultados. Mas, eu desejo ilustrar essa perícope com a história da menina que foi escrava na casa de um homem muito importante. As Sagradas Letras afirmam que ele era um valoroso general, não somente por seu desempenho como militar, mas também devido à fidelidade ao seu soberano. Embora aquele homem fosse tão importante, a Bíblia dá conta de que Naamã era leproso. Mas, a menina ao seu serviço acreditava no Deus de Israel e, ao contemplar o sofrimento de seu patrão, teve misericórdia de sua situação e, com o coração compungido, ela aborda a sua senhora, esposa do oficial e instrui a mulher a como proceder a fim de salvar a vida do seu marido: “Senhora, o general está sofrendo muito! Mas, se ele for a Samaria e procurar o homem de Deus, certamente ele vai orar e meu senhor Naamã será restaurado de sua enfermidade”.

O testemunho da menina, exposto com toda a simplicidade de uma escrava, mas demonstrado com tanta eficácia, alcançou o coração de seus patrões. Logo, o caso de Naamã é conhecido pelo rei de Israel e assim o profeta Eliseu surge como o instrumento de Deus na solução do problema, e dessa forma o testemunho daquela menina foi coroado de pleno êxito. 

É por este motivo que eu anuncio o Senhor Jesus, que ainda nos dias atuais salva, cura e batiza no Espírito Santo: o seu poder é eficaz para a sua vida, para transformá-la. Creia e que Deus abençoe a sua vida em nome de Jesus!
Fonte cpad

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Igreja católica tem queda recorde de fiéis

Igreja católica tem queda recorde de fiéis



Pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE com novas informações do Censo 2010 mostram que o Brasil é um país cada vez menos católico, embora esta ainda seja a religião majoritária. A queda da população católica foi recorde entre 2000 e 2010. A proporção caiu 12,2%: passou de 73,6% dos brasileiros para 64,6%. Em 1991, os católicos eram 83% da população. Em vinte anos, a população católica diminuiu 22%, ou seja, em proporção, a Igreja Católica perdeu mais de um quinto de seus fiéis.

Em números absolutos, a Igreja Católica perdeu quase 1,7 milhão de fiéis no País, saindo de 124,9 milhões para 123,2 milhões em 2010. Entre 1991 e 2000, a queda na proporção de católicos também tinha sido elevada, de 11,3%, mas o número absoluto tinha aumentado. Se o ritmo de queda da última década for mantido, em vinte anos os católicos serão menos da metade da população.

O recuo dos católicos está diretamente ligado ao aumento de 44% da proporção de evangélicos. Eram 15,4% da população brasileira em 2000 e passaram para 22,2% em 2010. Na década anterior, entre 1991 e 2000, o crescimento dos evangélicos foi muito maior, de 70%.

Apesar do aumento, os três grandes segmentos da religião tiveram comportamento completamente diferentes. Os evangélicos tradicionais, ou de missão, ficaram estagnados em proporção. Tiveram um pequeno aumento em números absolutos, passando de 6,9 milhões para 7,6 milhões, mas proporcionalmente houve ligeiro recuo. Os evangélicos tradicionais eram 4,1% da população em 2000 e em 2010 passaram a 4%. Esses evangélicos são das igrejas históricas como Adventista, Luterana, Batista e Presbiteriana.

Comportamento oposto tiveram os evangélicos desvinculados de igrejas. Segundo técnicos do IBGE, nesta categoria se enquadram tanto os que circulam entre várias denominações quanto os que se consideram evangélicos mas não frequentam igrejas. Esse grupo cresceu mais de cinco vezes em uma década: os evangélicos "independentes" eram menos de 1,7 milhão em 2000 e passaram para 9,2 milhões em 2010. Em proporção, pularam de apenas 1% para população brasileira para 4,8%.

Já os evangélicos pentecostais - da Assembleia de Deus e de igrejas como Universal do Reino de Deus, Maranata, Nova Vida, Evangelho Quadrangular, entre outras - continuaram a crescer, mas o ritmo diminuiu na última década. Em números absolutos, os evangélicos pentecostais mais que dobraram na década de 1990 (aumento de 119%). Entre 2000 e 2010, eles cresceram 44%. Pouco mais de 25 milhões de brasileiros são evangélicos pentecostais.

Universal

Este grupo sofreu mudanças significativas na última década. Fenômeno dos anos 90, a Igreja Universal do Reino de Deus perdeu quase 230 mil fiéis em dez anos, passando de 2,101 milhões para 1,873 milhão. Uma queda de mais de 10%.

No universo chamado neopentecostal (que exclui a Assembleia de Deus, mais tradicional), duas novas igrejas são a maior ameaça à Universal. Segundo técnicos do IBGE, os dados mostram que a Igreja Mundial do Poder de Deus, do apóstolo Valdemiro Santiago, já arrebanhou 315 mil fiéis.

A outra grande dissidência é a Igreja Internacional da Graça de Deus, do missionário R.R.Soares, mas ainda não há dados disponíveis sobre o número destes fiéis. Somadas ao fenômeno do crescimento dos evangélicos sem vínculo com igrejas, as novas denominações fizeram diminuir também o número de fiéis de outras igrejas, como a Nova Vida e a Congregação Cristã do Brasil.
Fonte; O GLOBO




segunda-feira, 18 de junho de 2012

Família: Célula máter da sociedade?


O homem é um ser social, que nasce e vive em sociedade. Ao  nascer, já é parte de uma família, principal meio social humano, que costumamos chamar de célula máter da sociedade – o espaço primeiro e mais importante para o estudo e desenvolvimento de sociedades.

A primeira vivência do ser humano acontece em família, independentemente de sua vontade  ou da constituição desta.  É a família que lhe dá nome e sobrenome, que determina sua estratificação social, que lhe concede o biótipo específico de sua raça, e que o faz sentir, ou não, membro aceito pela mesma. Portanto, a família é o primeiro espaço para a formação psíquica, moral, social e espiritual  da criança.

A criança é muito dependente ao nascer. Dentre todas as espécies é o homem que tem o mais longo período de imaturidade e dependência física. Cabe à família o cuidado com a saúde e segurança de seus membros, seja com o bebê ou com o idoso.

Há o papel desempenhado pela família, mesmo que muitas vezes ela não o perceba, que é o de educadores. À família cabe a formação do caráter, dos valores, das regras morais – que posteriormente serão internalizadas pelos indivíduos como um código pessoal de conduta e ética. A chamada “educação de berço” continua sendo de suma importância e jamais pode ser conseguida em outros espaços sociais como colégio ou até mesmo igrejas.

Na esfera psíquica, o homem só pode conhecer e reconhecer adequadamente o mundo e a si mesmo a partir de suas relações com os demais. Ele apreende o mundo imitando os outros, desde os primeiros sorrisos até regras sociais externas e maios elaboradas, como usar adequadamente os talheres à mesa. Mais do que isto, moldamos nossa personalidade por volta de seis anos de idade, e é especialmente através de vivências em família que formamos, ou não, a auto estima, o senso de responsabilidade e segurança, o respeito pelo outro e pelas regras sociais estabelecidas, a capacidade de acreditar em nosso potencial e conhecer nossos defeitos e limitações, entre tantos outros aspectos de nossa vida intimista.

Em nossa sociedade, a família é que introduz a criança no meio social; é a família que escolhe – ou em parte seleciona, a partir de seus próprios referenciais – as pessoas com as quais a criança vai relacionar-se, bem como dirige o modo e onde  esta  relação se dará. Assim, como instituição social, a família reflete  as transformações culturais dos povos: valores, usos e costumes, hábitos, pensamento religioso e político, etc. Consequentemente, os problemas sociais serão sempre frutos de uma desestruturação familiar.

Isto fica evidente quando olhamos para os grandes problemas sociais que enfrentamos hoje. Assistimos crianças abandonadas por pais que não souberam planejar sua família ou administrar os conflitos, maiores ou menores, mas sempre existentes na vida a dois. Vemos adolescentes mergulhados em drogas ou prostituição, na sua maioria frutos de lares frios, carentes de afeto e de diálogo. Sofremos ao assistir fatos como as revoltas em abrigos para menores, ou o uso de armas de fogo por jovens instigados pela violência, que nos mostram o quanto nossas famílias têm deixado de trabalhar o respeito pelo próximo e a aquisição de padrões morais rígidos para uma boa consciência pessoal e vivência social.

Não pode haver dúvidas: se queremos mudanças sociais, devemos começar a investir mais no cerne da sociedade, na sua célula máter. Precisamos nos voltar às famílias, num esforço conjunto entre o Estado e a Igreja. Esta é também um espaço social, portanto possui o poder de formar opiniões, onde famílias se reúnem e podem ter seus valores pessoais transformados.

Precisamos nos lembrar que, mais do que ir `a igreja,  freqüentando templos caríssimos ou simples, nós somos Igreja, e estamos Igreja especialmente em nossos lares, onde somos mais íntimos e singulares. É por esta razão que a Igreja começa em casa – cuidar da família é mais importante do que cuidar de não familiares ou da obra de Deus. É exatamente isto que Paulo enfatiza quando escreve o capítulo 5 de sua primeira carta a Timóteo, especialmente o versículo 8:Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente.

A família é a célula máter da sociedade – e saber isto implica entender que famílias abençoadas implicam em igrejas abençoadas, que famílias equilibradas implicam em uma sociedade sadia.
fonte CPAD NEWS

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Arquidiocese de Londrina se manifesta sobre os escândalos políticos

A Arquidiocese de Londrina emitiu nota oficial à imprensa, no início da noite desta quinta-feira (24), se manifestando sobre os escândalos de corrupção que a cidade vive atualmente.

É a primeira vez que a Igreja emite posição sobre o caso da suposta oferta de propina ao vereador Amauri Cardoso (PSDB), que culminou em indiciamentos, denúncias e na prisão de aliados do prefeito Barbosa Neto (PDT). 

Na nota, o "clero de Londrina" lamenta a situação da cidade, que registra "denúncias, investigações, escândalos e prisões no âmbito da política" há vários anos. A Arquidiocese se dirige ao "Ministério Público e à mídia comprometida com a verdade", ma lembra que "a ética na política é dever de todos"."As autoridades merecem nossa consideração, mas, elas têm o dever e a obrigação de respeitar o povo e as instituições", destaca o clero no documento. 

A Igreja lamenta, também, que os atuais escândalos "reforçam o descrédito, o desinteresse e o afastamento do povo em relação ao valor e à importância da política para a sociedade". 

Na nota, a Arquidiocese se dirige ainda aos vereadores integrantes da chamada Comissão Processante (CP) da Centronic, aberta na Câmara para investigar o suposto uso de dinheiro público para pagar vigilantes da empresa, que teriam trabalhado na rádio Brasil Sul, de propriedade de Barbosa Neto. O clero pede que a comissão se oriente "pelos critérios éticos, pela lei e pela verdade". "Investiguem com seriedade os fatos, não por interesses político partidários, mas para dar uma resposta à sociedade. Todo cidadão é considerado inocente, até que a Justiça comprove a sua culpa ou não. O que importa não é a condenação ou absolvição, mas, a verdade. Se a verdade é fundamento da política, a mentira é sustentáculo da corrupção." 

Por fim, a Igreja pede que o cidadão londrinense não se omita nas urnas e se utilize da Lei da Ficha Limpa na hora de escolher o seu candidato. "(...) todos somos cidadãos e temos o direito de participar da construção de uma sociedade nova e melhor. Para isso precisamos nos mobilizar", ressalta o clero no documento assinado bispos, padres e diáconos.


Fonte: Bonde
      E a igreja evangélica de Londrina,não vai se manifestar? Acorda igreja !!! ( altor do blog)

sábado, 19 de maio de 2012

INFERNO:Mito ou realidade

O que diz a Bíblia sobre o inferno.
Você já percebeu que quase tudo (ou tudo) na vida é constituído de opostos: doce e amargo, quente e frio, branco e preto, rico e pobre, bem e mal, bonito e feio, positivo e negativo, justiça e injustiça, homem e mulher, gordo e magro, santidade e pecado. Assim, se existe um Céu também existe um Inferno, mesmo que esta verdade incomode muitas pessoas. Negar a realidade do Inferno não muda o fato de que ele existe.
Nesta artigo estudaremos os ensinos da Bíblia a respeito do Inferno e veremos que o Inferno é tão real quanto o Céu.


I. DESCOBRINDO A VERDADE

1. Opiniões erradas a respeito do Inferno. Muitas pessoas negam a existência do Inferno considerando-o um mito inventado pelos contadores de história da Grécia antiga. Estes são aqueles que não distinguem perfeitamente a ficção da realidade. Outros afirmam que o Inferno é uma invenção da Igreja Medieval para impedir as pessoas de se rebelarem contra o poder eclesiástico. Estes são aqueles que culpam a igreja pelo medo que as pessoas têm do castigo eterno. Há ainda os que pensam que o Inferno é aqui na terra. São os mesmos que acreditam que “o que aqui se faz aqui se paga”. Todavia, nenhuma dessas pessoas tem autoridade para afirmar ou negar a existência do Inferno.

2. Os ensinos da Bíblia acerca do Inferno. De acordo com a Bíblia o Inferno é um lugar real. Não é ficção, muito menos uma forma de dominação sobre as mentes fracas. Pelo contrário, é um lugar de sofrimento eterno para aqueles que não amam a Deus. Creia na Palavra de Deus quando ela afirma que o Inferno existe. Vejamos algumas afirmações a respeito do Inferno.

a) O rei Davi. Davi foi rei, músico, guerreiro, escritor e poeta. No Salmo 9.17 ele afirma que “os ímpios serão lançados no inferno” (ARC). De acordo com Davi, o inferno é um lugar de tormento e julgamento dos homens maus. Ele falou do Inferno nos Salmos 16.10 e 18.5, como um lugar de angústias, aperto e tristeza.

b) O profeta Daniel. Daniel foi um profeta de Israel levado como prisioneiro pelos babilônicos quando ainda era muito jovem. Ele profetizou a respeito da glória e queda de impérios como a Grécia e Roma. No capítulo 12, versículo 2 de seu livro, ele recebeu uma mensagem de um anjo que lhe disse que “Muitos dos que já tiverem morrido viverão de novo: uns terão a vida eterna [no Céu], e outros sofrerão o castigo eterno e a desgraça eterna [no Inferno].

c) Jesus, o Filho de Deus. Ninguém tem mais autoridade para falar do Inferno do que Jesus, o Filho de Deus. Para desespero de algumas pessoas, Jesus confirmou que o Inferno é um lugar real. Ele disse em Mateus 5.29,30: “Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti, pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que todo o teu corpo seja lançado no inferno. E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que todo o teu corpo seja lançado no inferno” (ARC). Ainda em Mateus 10.28 Jesus afirmou: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” (ARC). Jesus muito ensinou sobre o inferno em outros textos, segundo Ele o inferno é um lugar de “pranto e ranger de dentes” (Mateus 13.49,50 - ARC), “preparado para o diabo e seus anjos” (Mateus 25.41 – ARC), “onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga” (Marcos 9.43-48 – ARC). Leia o texto de Lucas 16.19-31.

d) João, o Apóstolo. Ele foi o escritor do livro de Apocalipse. Nesta obra, João descreve o inferno como um lugar de tormento eterno com fogo ardente e enxofre (14.10,11; 19.10; 20.11-15). De acordo com a Bíblia “os covardes, os traidores, os que cometem pecados nojentos, os assassinos, os imorais, os que praticam a feitiçaria, os que adoram ídolos e todos os mentirosos” serão lançados no “lago onde queima o fogo e o enxofre” (21.8 – NTLH).
Este terrível lugar foi preparado para o Diabo e seus anjos. Porém muitas pessoas rejeitam a Jesus, como único e suficiente Salvador e, como conseqüência, o Filho de Deus também as rejeitará quando chegar o Dia de o Senhor julgar os homens.

II. COMPREENDENDO A VERDADE
Por meio dos Salmos de Davi, da profecia de Daniel, do ensino de Jesus e da revelação dada ao apóstolo João aprendemos que o Inferno existe. Agora, compreenderemos três verdades a respeito do Inferno.

1ª Verdade: O Inferno foi criado para que Satanás e seus demônios recebam o justo castigo pelas suas maldades. O inferno não foi criado para os homens, mas sim para que o Diabo e os demônios recebam a devida punição por suas maldades: “Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mateus 25.41 - ARC). Saber que o Inferno não foi criado para a criatura humana é uma verdade confortadora, entretanto, as pessoas que rejeitam ao Senhor Jesus serão condôminos com o Diabo nesse lar infernal.

2ª Verdade: O Inferno será o último e definitivo lar daqueles que rejeitam a Jesus e praticam a maldade.
Em Mateus 13.40-42 Jesus afirmou que: “Assim como o joio é ajuntado e jogado no fogo, assim também será no fim dos tempos. O Filho do Homem mandará os seus anjos, e eles ajuntarão e tirarão do seu Reino todos os que fazem com que os outros pequem e também todos os que praticam o mal. Depois os anjos jogarão essas pessoas na fornalha de fogo, onde vão chorar e ranger os dentes de desespero” (NTLH).

3ª Verdade: O Inferno é uma manifestação da justiça de Deus, que recompensará os justos com o Céu e castigará os maus com o Inferno. A Bíblia afirma que “Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é” (Deuteronômio 32.4 – ARC). Ele é justo em todos os seus caminhos e santo em tudo o que faz (Salmos 145.17). Se em nossa sociedade os maus são justamente punidos ao serem encarcerados para que paguem pelos seus erros, assim também os ímpios serão castigados por Deus ao serem lançados no Inferno. Ainda hoje muitas pessoas que praticam o pecado escapam da justiça dos homens e chegam mesmo a prosperar (Salmos 73.3), entretanto jamais fugirão da justiça de Deus, que retribui a cada um segundo suas obras. Os homens se tornaram tão depravados e malignos que receberão um castigo eterno: o Inferno. A Bíblia diz que se “Deus não deixou escapar os anjos que pecaram, mas os jogou no inferno e os deixou presos com correntes na escuridão, esperando o Dia do Julgamento [...] Ele castigará especialmente os que seguem os seus próprios desejos imorais e desprezam a autoridade dele” (2 Pedro 2.4,10 - NTLH).

4ª Verdade: Jesus Cristo é o único que pode livrar o homem da condenação do Inferno. Aquele que tem poder para lançar o homem no Inferno é o mesmo que tem poder para livrar o homem da condenação do Inferno. Em Lucas 12.5 Jesus afirmou: “Tenham medo de Deus, que, depois de matar o corpo, tem poder para jogar a pessoa no inferno. Sim, repito: tenham medo de Deus” (NTLH Leia mais uma vez o texto de 2 Pedro 2.4-10). Jesus venceu a morte e o Inferno através do poder de sua ressurreição. Em Apocalipse 1.18 o Senhor afirma: “Fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém! E tenho as chaves da morte e do inferno” (ARC). Ter “as chaves” significa ter “autoridade sobre”. Jesus tem autoridade e poder sobre a morte e o inferno. Em 1 Coríntios 15.55, Paulo, depois de compreender o poder de Cristo sobre a morte, disse: “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?”. Portanto, Jesus tem poder e autoridade para livrar o pecador da condenação do Inferno. Ele quer livrar o homem desta condenação eterna. Seja fiel ao Senhor Jesus e serás salvo desta terrível condenação.

III. APLICANDO A VERDADE
A morte e o Inferno são duas realidades presentes no mundo, assim também como a vida e o Céu. Certa vez um cristão foi vitimado por febre tifo e, na manhã de sua partida deste mundo, chamou a esposa e disse: “Querida, preguei muito acerca do céu, tentando descrever a beleza celeste aos homens, porém nunca sonhei com um céu tão belo como este que agora vejo!” Não temas o Inferno, mas tenhas vontade de ir morar no Céu com Cristo. Jesus preparou o Inferno para o Diabo, mas o Céu para aqueles que o amam. Qual das duas opções você deseja? O Céu. Mas para isto é necessário crer em Jesus como Salvador e servi-lo fielmente até o fim.

PENSE
Disse Jesus: “Não tenham medo. Eu sou o Primeiro e o Último. Eu sou aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo para todo o sempre. Tenho autoridade sobre a morte e sobre o mundo dos mortos” (Apocalipse 1.17,18).
Fonte: CPAD