sexta-feira, 17 de agosto de 2012

“PEDRO, TU ME AMAS?”

Pedro havia negado Jesus três vezes... No entanto, para Jesus, a questão daquela manhã de sol nascente das alturas na quieta praia de Tiberíades era apenas uma: “Tu me amas?”
Até na hora de lidar com a negação e com a traição, Jesus é completamente diferente de tudo e todos, e completamente coerente com Seu próprio Ser-Ensino. O Verbo se fez carne, por isso o Ser-Ensino de Jesus são um.O que diriam as nossas lógicas de amor?“Se ele amasse, jamais teria feito o que fez”—e, assim, se atribui impecabilidade ao amor humano. “Ama, mas não tem raízes em si mesmo”—diria a sofisticação psicológica. “É egoísta demais para amar”—diria uma voz moral piedosa e certa.“É cedo demais para perdoar você. O que fazes aqui entre os outros?”—diria o Mestre das Disciplinas.“Nunca mais será a mesma coisa. Como poderei confiar em você outras vez?”—diria a razão mais humana e ressentida.
“Pode ser que ainda dê, um dia... quem sabe? Mas você terá que fazer um longo caminho de volta!”—diria um piedoso e quase esperançoso pastor de almas.
“Já que você insiste, verei do que você é feito. Colocarei um diretor espiritual para supervisionar você”—diria um ser crente na fabricação de caráter e de fidelidade.“Sinto muito, Pedro, mas já não é possível. Você jogou fora a sua chance, embora eu o tenha advertido várias vezes”—diria a razão fria e justa.“Você está perdoado, sem ressentimentos, vá em paz; pois não há mais clima para a gente prosseguir”—diria o melhor do homens.“Logo você, em quem tanto confiei! Como pode fazer isso? Explique-me suas razões”—diria o bondoso justo.“Meu Deus! E pensar que amei tanto você. Eu sou um santo idiota mesmo!”—diria um Deus com alma de esposa ou de marido.No entanto, Jesus apenas pergunta: “Tu me amas?E com isso Ele admite que o amor peca, trai, nega, se engana, enfraquece, pode ser egoísta, é capaz do impensável, é passível de repetir o mesmo erro, não apenas três vezes, mas até setenta vezes sete.Jesus não estava buscando perfeição, mas apenas um amor que pudesse ser aperfeiçoado no próprio amor... no Caminho.“Tu me amas?”—pergunta Ele três vezes. Ao que Pedro responde, dizendo, humilhadamente, um “sim” cheio de vergonha, e até se sentindo um sem caráter por ainda ter a coragem de confessar amor tendo negado.Pedro diz“sim, sim, sim”... mas não o faz sem a angústia de quem não quer ser visto como cínico!Pedro ama. Ama com amor que é dele, com o amor que lutava para ser amor no chão raso de sua alma. Mas era amor, e isso ele não podia negar. Ele admitia que negara Jesus, só não podia admitir que não amava Jesus. Jesus sabe que às vezes se ama apesar de...
Jesus sabe que o único amor que ama sem nenhum apesar de... é o Seu próprio amor, de mais ninguém.Jesus ama os nossos amores, apesar de... Pois Ele sabe que quem não ama apesar de... esse deve se oferecer para ser o Salvador dos homens.“Tu me amas?”Pedro não tem mais o que dizer. Provar amor? Meu Deus! Levaria o resto de sua vida, e teria que demonstrar isso não apenas com ações, nem com palavras apenas, e, se fosse o caso, deveria provar tal amor com dores de alma até a morte.
Pedro não tem meios de provar nada. Não tem o poder de reverter quadros e nem de apagar memórias. E também não suportaria ficar gemendo o resto da vida num canto de sua casa a fim de provar a Jesus que o amava apesar de...Provar que se ama pode ser o inferno!Pedro está perdido. Quem o ajudará? Quem testemunhará em seu favor? Quem terá garantias a oferecer em seu nome? Quem seria o fiador de seu fracassado amor?A esperança de Pedro quanto a provar a Jesus que ele O amava era o próprio Jesus.“Senhor, tu sabes todas as coisas... e se as sabes, certamente tu sabes que eu te amo!”Assim, Pedro não tem argumentos, nem explicações, nem mesmo se oferece para padecer como prova eterna de seu amor ...no inferno do amor...
Pedro não quer o inferno do amor... ele quer ser salvo do inferno de sua alma pelo amor... e só Jesus poderia fazer isso, pois somente Jesus sabia o que existia no coração dele.
Assim, ele está tão certo de sua total incapacidade de vencer os fatos esmagadores com argumentos ou mesmo com penitências, que ele apenas recorre a uma certeza: Jesus conhece meu coração!“Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que eu te amo!”Chega uma hora quando todos os argumentos cessam, quando não há explicações a serem dadas, quando toda fala é cinismo, quando todo gesto parece compensatório e auto-justificatório, e quando toda e qualquer promessa de fidelidade e lealdade apenas cerram sobre a alma a porta da masmorra das infindáveis penitências. Pedro amava, mas não queria que seu amor fosse sepultado vivo na morte!A resposta de Jesus é de confiança!Sim, Ele sabe que Pedro o ama apesar de Pedro, de seu egoísmo, de sua vacilação, de sua pusilanimidade, de seus ímpetos inconseqüentes, de suas coragens pouco resistentes, de seus vícios de fuga...“Pastoreia as minhas ovelhas... os meus cordeirinhos... esse povo que me ama como tu... que ama e que trai... Tu, que agora sabes quem és, pastoreia nesse amor esses que são como tu mesmo”.E conclui: “Agora, vem, e segue-me...”Jesus não bota o amor de castigo, parado no ponto e na esquina da negação, frizado na vitrine do espetáculo da fraqueza, preso para sempre aos seus próprios pecados.Jesus sabe que a cura para a traição e a fraqueza só acontece no caminho, enquanto se O segue, e no chão da vida, onde o amor terá a chance de ser amor, e não negação.Trai-se na vida. Ama-se na Vida. Nega-se na vida. Se é curado na Vida. Somente na vida o que é, é; e pode se manifestar!
Sem que seja assim o que resta é deixar Pedro em Tiberíades para sempre, envolto nas malhas de suas angústias, pescando os peixes que fogem dele, existindo numa seqüência de dias que já lhe são o próprio inferno.
Nossa salvação é uma só: O Senhor sabe todas as coisas, e quem sabe que ama apesar de... não tem outra chance se não confiar no que Jesus sabe em nós e acerca de nós, pois se o que há em nós é verdade, Ele em nós aproveitará toda verdade de amor para o nosso próprio bem.
Confie. Ele conhece você!
Caio Fabio




























segunda-feira, 16 de julho de 2012

Introdução à Blasfêmia: “Cristã Lésbica” Kittredge Cherry Oferece uma “Oração ao Cristo do Arco-Iris


A “gayzificação” de Jesus Cristo é talvez uma das formas mais ultrajantes e dementes de ativismo homossexual nessa era tão confusa espiritualmente. Os pecadores ao longo da história sempre buscaram refazer Deus à sua imagem. Abaixo, a autora “cristã lésbica” Kittredge Cherry oferece sua “Oração ao Cristo do Arco-íris” em honra à “espiritualidade gay”. Ela aparece nas páginas do Huffington Post, um tabloide radicalmente pró-homossexual que está se tornando um dos principais sites para esse tipo de absurdo antibíblico que emana do “cristianismo gay”. Para alguns sólidos ensinamentos sobre a Bíblia e o homossexualismo de uma das maiores autoridades no assunto, veja o website do Prof. Robert Gagnon. Enquanto isso, eis aqui alguns verdadeiros versículos bíblicos sobre o arco-íris. — Peter LaBarbera, AFTAH.
Orgulhosa “cristã” lésbica Kittredge Cherry ora para o “Cristo erótico”: “Livra-nos da vergonha”
Aqui está a oração blasfema de Cherry (ênfase nossa):
Cristo do Arco-íris, tu encarnais todas as cores do mundo. Os arco-íris servem de pontes entre diferentes reinos: Céu e Terra, leste e oeste, gay e não-gay. Inspira-nos a nos lembrar dos valores expressados na bandeira do arco-íris da comunidade lésbica, gay, bissexual e transgênera.
O vermelho é a vida, a raiz do espírito. Cristo Vivo e Altivo, tu és a Raiz. Livra-nos da vergonha, concede-nos a graça do orgulho saudável para que possamos seguir a nossa própria luz interior. Com a listra vermelha do arco-íris, damos graças a Deus por nos ter criado como somos.
O laranja é para a sexualidade, o fogo do espírito. Cristo Erótico, tu és nosso Fogo, a Palavra encarnada. Livra-nos da exploração, e concede-nos a graça de relacionamentos mútuos. Com a listra laranja do arco-íris, desperta em nós o fogo da paixão.
O amarelo é para a autoestima, o centro do espírito. Cristo Nosso, Vós sois o nosso Centro. Livra-nos dos armários da discrição, e dá-nos a coragem e a graça de sairmos deles. Com a listra amarela do arco-íris, constrói nossa confiança.
Verde é para o amor, o coração do espírito. Cristo Transgressivo e Proscrito, tu és o coração, quebrando as regras com o amor. Em um mundo obcecado com a pureza, tu tocas os doentes e comes com os excluídos. Livra-nos da conformidade, e concede-nos a graça da depravação. Com a listra verde do arco-íris, enchei nossos corações com a compaixão indomada por todos os seres.
O azul é para a auto-expressão, a voz do espírito. Cristo Libertador, tu és a Voz, expressando-se contra todas as formas de opressão. Livra-nos da apatia, e concede-nos a graça do ativismo. Com a listra azul do arco-íris, motiva-nos a clamar por justiça.
O violeta é para a visão, a sabedoria do espírito. Cristo Coeso, tu és a sabedoria que cria e sustenta o universo. Livra-nos do isolamento, e concede-nos a graça da interdependência. Com a listra violeta do arco-íris, conecta-nos aos outros e com toda a criação.
As cores do arco-íris se juntam para formar uma luz, a coroa da consciência universal. Cristo Híbrido e Universal, tu és a Coroa, tanto humana quanto divina. Livra-nos das categorias rígidas, e concede-nos a graça de identidades entrelaçadas. Com o arco-íris, lidera-nos para além do preto e do branco, para que possamos experimentar o conjunto do espectro da vida.
Cristo do Arco-íris, tu iluminas o mundo. Tu fazes os arco-íris como uma promessa para sustentar toda a vida na Terra. No espaço do arco-íris, podemos ver todas as conexões escondidas entre sexualidades, gêneros e raças. Assim como o arco-íris, que possamos incorporar todas as cores do mundo! Amem.
fonte;blog do Julio severo.

domingo, 15 de julho de 2012

Deus e o destino do homem


Deus e o Destino do Homem

Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmo 90.2).
Eternidade. O que significa essa palavra e por que motivo alguém deveria aceitar esse conceito, principalmente no que se refere ao destino do homem? Sabemos por experiência própria, e através da observação da natureza, que as coisas materiais se deterioram. A Segunda Lei da Termodinâmica nos diz que todo o universo está se desgastando, como um relógio que está perdendo a corda, e não vai durar para sempre. Portanto, é óbvio que ele teve um princípio, exatamente como diz a Bíblia.
Sabemos que o Sol não esteve sempre no céu, ou já teria consumido completamente todo o seu combustível. O mesmo vale para todas as outras estrelas. Fica claro, então, que houve uma época em que este universo não existia; nada existia, nem mesmo a energia da qual o universo parece ser constituído.
Por que o universo não poderia ter sua origem em alguma misteriosa energia cósmica que sempre existiu, sem ter tido um começo? Por causa da Segunda Lei da Termodinâmica, a lei da entropia. A energia não poderia ter existido desde sempre, desenvolvendo-se rumo a um “Big Bang” (“Grande Explosão”) que teria criado as estrelas e os planetas. Ela teria sofrido entropia antes de “explodir” – e explosões não criam ordem. Se o universo tivesse existido para sempre, agora tudo deveria ter a mesma temperatura: o calor sempre é transmitido para algo mais frio.
Além disso, a energia não tem nem intelecto, nem qualidades pessoais para fazer surgir a incrível complexidade da vida e para criar seres com personalidade própria. Inteligência e personalidade são imateriais e não poderiam ter sido geradas posteriormente a partir da energia ou da matéria e, portanto, devem tê-la precedido.
Não alguma força, mas um Ser pessoal de inteligência infinita e sem começo deve ter criado o universo. Não se trata da “causa original” da filosofia ou dos “deuses” do paganismo, que mudam, seguem seus caprichos e competem entre si. O Criador somente pode ser o “Eu Sou” que revelou a Si mesmo a Moisés na sarça ardente (Êxodo 3.14), o Auto-Existente sem começo e sem fim, de quem a Bíblia diz: “de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmo 90.2).
Tudo que podemos ver – seja a olho nu, com um telescópio ou através de um microscópio eletrônico – veio do nada.
É óbvio que o intelecto e a personalidade são inteiramente diferentes da matéria e não são a substância constitutiva dela. Portanto, o universo não faz parte de Deus e nem é uma extensão dEle. Isso significa que tudo que podemos ver – seja a olho nu, com um telescópio ou através de um microscópio eletrônico – veio do nada. Isso é impossível, mas somos levados a essa conclusão pela própria lógica. Contudo, imaginar que a vida e a inteligência brotaram espontaneamente, por sua própria iniciativa e poder, do espaço morto e vazio, seria algo totalmente irracional. Portanto, alguma coisa diferente do universo e de seus componentes deve ter existido sempre.
Não alguma coisa, mas Alguém, sem início nem fim. Por que Alguém? Porque o universo, desde a estrutura atômica até uma célula humana, exibe uma ordem e uma complexidade tão extraordinárias que só uma inteligência infinita poderia ter planejado e executado – e nenhuma coisa, ou força, ou “poder superior” tem a capacidade de pensar, planejar e organizar. Além disso, a espécie humana é composta de personalidades individuais que têm a capacidade de conceber idéias conceituais, expressá-las em palavras ou desenhos e transformá-las em intrincadas estruturas que não existem na natureza. Os seres humanos também têm a capacidade de sentir amor e ódio, alegria e tristeza, perceber a justiça e a injustiça, e raciocinar sobre sua própria existência e destino.
Só uma Pessoa infinita poderia criar pessoas. Portanto, as evidências e a lógica nos levam a concluir que este universo só poderia ter começado a existir sob o comando de Alguém que não teve começo; Alguém que sempre existiu e que possui o gênio e o poder infinitos para trazer à existência todas as coisas e todos os seres, a partir do nada. Certamente não foi pela superstição corrente no Egito em seus dias, mas por revelação divina que Moisés declarou: “Antes que [...] se formassem a terra e o mundo [...] de eternidade a eternidade, tu és Deus [...] mil anos, aos teus olhos, são como o dia de ontem que se foi, e como a vigília da noite” (Salmo 90.2,4).
Este não é o deus do paganismo, das religiões indígenas, ou de qualquer uma das grandes religiões do mundo, tais como o budismo (pouquíssimos budistas acreditam em Deus), o hinduísmo, o islamismo e muitas outras, mas sim o Deus da Bíblia que, do modo como é descrito nas Escrituras, qualifica-se de forma única e singular para ser o Criador de todas as coisas. Não consideramos o cristianismo como sendo uma das religiões do mundo, mas sim como algo inteiramente distinto de todas elas.
No princípio, criou Deus os céus e a terra.
A Bíblia jamais tenta provar a existência de Deus. Ela simplesmente a toma como um fato. Ela também não tenta explicar o que está além da nossa capacidade de compreensão. A Escritura simplesmente declara, no primeiro versículo: “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1.1). Em gratidão ao Deus que o criou, o rei Davi afirmou: “Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obrassão admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmo 139.14).
A ciência não foi, nem jamais será capaz de verificar, refutar ou aperfeiçoar essa declaração. Não podemos compreendê-la, mas devemos aceitá-la pela fé. Aqui temos um exemplo do que é a fé: um passo que nada tem de irracional, mas sim uma trajetória racional que pondera as evidências e segue a lógica até o ponto em que a razão consegue alcançar, e depois dá mais um passo além da razão, mas sempre na direção e no sentido que as evidências e a razão indicaram.
A Bíblia expressa esse princípio da seguinte forma: “Pela fé entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hebreus 11.3). Alguns autores já disseram que essa foi a primeira formulação da teoria atômica. Não, isso não é teoria; é a afirmação de um fato nas palavras do próprio Deus. No entanto, temos de ter o cuidado de não ler nesse versículo mais do que ele realmente diz. Ele não diz que tudo foi formado de algo invisível. Ele não diz, igualmente, que o universo foi formado de alguma coisa.
O que Hebreus 11.3 nos diz é que o universo visível não foi feito de algo visível, pois isso implicaria dizer que alguma coisa visível sempre existiu e que o universo foi simplesmente fabricado com os materiais disponíveis. Mas ele não poderia ter sido criado dessa forma, porque não existe nada visível que seja eterno. Na verdade, o universo foi criado pela Palavra de Deus: “Disse Deus: Haja [...]” (Gênesis 1.3,6,9, e outros), e tudo que é visível passou a existir em obediência à Sua Palavra. Essa mesma Palavra que criou e sustenta todas as coisas falará novamente, e tudo que é visível na velha criação se dissolverá e tornará ao nada: “Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios” (2 Pedro 3.7).
Muito antes da formulação da Segunda Lei da Termodinâmica, Jesus afirmou muito claramente: “Passará o céu e a terra” (Mateus 24.35). Entretanto, o universo não está destinado, simplesmente, a se desgastar devido à passagem de incontáveis bilhões de anos. Sob a inspiração do Espírito Santo, Pedro explicou que toda a vida existente na face da terra será sumariamente eliminada e o universo inteiro será destruído por Deus como castigo pela rebelião do homem e de Satanás. Em seu lugar, será criado um novo universo: “[No] Dia do Juízo [...] os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas [...] os céus, incendiados, serão desfeitos [...] Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2 Pedro 3.7-13).
A palavra “céus” é usada de duas formas na Escritura: significando tudo o que há de físico no espaço dimensional exterior à terra, e referindo-se à habitação imaterial de Deus, que Jesus indicou quando disse: “Na casa de meu Pai há muitas moradas” (João 14.2). Um significado refere-se a algo visível e temporal, enquanto o outro fala de algo invisível e eterno. Este universo visível e temporário não é tudo o que existe. Há uma outra dimensão de existência que não é física nem visível – e que não se desgasta nem envelhece com a passagem do tempo, não pode ser destruída e jamais deixará de existir. 
fonte;Chamada meia noite.

sábado, 14 de julho de 2012

O poder de Deus é eficaz para transformar vidas


O poder de Deus é eficaz para transformar vidas

Convido ao prezado leitor para meditar na mensagem extraída da Carta de Paulo aos Colossenses, capítulo 1 e versículo 29: “E para isto também trabalho, combatendo segundo a sua eficácia, que obra em mim poderosamente”.

Todos nós sabemos que a eficácia é determinada pela produção dos resultados desejados. Ora, quando o então fariseu Saulo de Tarso se converteu a Cristo, a sua vida foi transformada, mudou radicalmente. Mas, antes de passar por essa experiência abençoadora, quem foi Paulo?

A Bíblia Sagrada apresenta Saulo como um perseguidor da Igreja Cristã, porém, mais tarde, ele passou a ser perseguido também. O Espírito Santo trabalhou em sua vida até transformá-lo no “Apóstolo dos Gentios”.

Ao longo de sua trajetória, Paulo compreendeu que deveria trabalhar para Jesus com eficácia e cuidado, a fim de produzir sempre o melhor para o Reino de Deus. Ele sabia que a eficácia em seu ministério dependeria de sua vida espiritual e de sua comunhão com Deus, além de seu convívio com seus irmãos e seu testemunho na sociedade.

A Bíblia relata o testemunho de várias pessoas que vivenciaram as bênçãos de Deus pela Sua Palavra, que sempre traz grandes resultados. Mas, eu desejo ilustrar essa perícope com a história da menina que foi escrava na casa de um homem muito importante. As Sagradas Letras afirmam que ele era um valoroso general, não somente por seu desempenho como militar, mas também devido à fidelidade ao seu soberano. Embora aquele homem fosse tão importante, a Bíblia dá conta de que Naamã era leproso. Mas, a menina ao seu serviço acreditava no Deus de Israel e, ao contemplar o sofrimento de seu patrão, teve misericórdia de sua situação e, com o coração compungido, ela aborda a sua senhora, esposa do oficial e instrui a mulher a como proceder a fim de salvar a vida do seu marido: “Senhora, o general está sofrendo muito! Mas, se ele for a Samaria e procurar o homem de Deus, certamente ele vai orar e meu senhor Naamã será restaurado de sua enfermidade”.

O testemunho da menina, exposto com toda a simplicidade de uma escrava, mas demonstrado com tanta eficácia, alcançou o coração de seus patrões. Logo, o caso de Naamã é conhecido pelo rei de Israel e assim o profeta Eliseu surge como o instrumento de Deus na solução do problema, e dessa forma o testemunho daquela menina foi coroado de pleno êxito. 

É por este motivo que eu anuncio o Senhor Jesus, que ainda nos dias atuais salva, cura e batiza no Espírito Santo: o seu poder é eficaz para a sua vida, para transformá-la. Creia e que Deus abençoe a sua vida em nome de Jesus!
Fonte cpad

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Igreja católica tem queda recorde de fiéis

Igreja católica tem queda recorde de fiéis



Pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE com novas informações do Censo 2010 mostram que o Brasil é um país cada vez menos católico, embora esta ainda seja a religião majoritária. A queda da população católica foi recorde entre 2000 e 2010. A proporção caiu 12,2%: passou de 73,6% dos brasileiros para 64,6%. Em 1991, os católicos eram 83% da população. Em vinte anos, a população católica diminuiu 22%, ou seja, em proporção, a Igreja Católica perdeu mais de um quinto de seus fiéis.

Em números absolutos, a Igreja Católica perdeu quase 1,7 milhão de fiéis no País, saindo de 124,9 milhões para 123,2 milhões em 2010. Entre 1991 e 2000, a queda na proporção de católicos também tinha sido elevada, de 11,3%, mas o número absoluto tinha aumentado. Se o ritmo de queda da última década for mantido, em vinte anos os católicos serão menos da metade da população.

O recuo dos católicos está diretamente ligado ao aumento de 44% da proporção de evangélicos. Eram 15,4% da população brasileira em 2000 e passaram para 22,2% em 2010. Na década anterior, entre 1991 e 2000, o crescimento dos evangélicos foi muito maior, de 70%.

Apesar do aumento, os três grandes segmentos da religião tiveram comportamento completamente diferentes. Os evangélicos tradicionais, ou de missão, ficaram estagnados em proporção. Tiveram um pequeno aumento em números absolutos, passando de 6,9 milhões para 7,6 milhões, mas proporcionalmente houve ligeiro recuo. Os evangélicos tradicionais eram 4,1% da população em 2000 e em 2010 passaram a 4%. Esses evangélicos são das igrejas históricas como Adventista, Luterana, Batista e Presbiteriana.

Comportamento oposto tiveram os evangélicos desvinculados de igrejas. Segundo técnicos do IBGE, nesta categoria se enquadram tanto os que circulam entre várias denominações quanto os que se consideram evangélicos mas não frequentam igrejas. Esse grupo cresceu mais de cinco vezes em uma década: os evangélicos "independentes" eram menos de 1,7 milhão em 2000 e passaram para 9,2 milhões em 2010. Em proporção, pularam de apenas 1% para população brasileira para 4,8%.

Já os evangélicos pentecostais - da Assembleia de Deus e de igrejas como Universal do Reino de Deus, Maranata, Nova Vida, Evangelho Quadrangular, entre outras - continuaram a crescer, mas o ritmo diminuiu na última década. Em números absolutos, os evangélicos pentecostais mais que dobraram na década de 1990 (aumento de 119%). Entre 2000 e 2010, eles cresceram 44%. Pouco mais de 25 milhões de brasileiros são evangélicos pentecostais.

Universal

Este grupo sofreu mudanças significativas na última década. Fenômeno dos anos 90, a Igreja Universal do Reino de Deus perdeu quase 230 mil fiéis em dez anos, passando de 2,101 milhões para 1,873 milhão. Uma queda de mais de 10%.

No universo chamado neopentecostal (que exclui a Assembleia de Deus, mais tradicional), duas novas igrejas são a maior ameaça à Universal. Segundo técnicos do IBGE, os dados mostram que a Igreja Mundial do Poder de Deus, do apóstolo Valdemiro Santiago, já arrebanhou 315 mil fiéis.

A outra grande dissidência é a Igreja Internacional da Graça de Deus, do missionário R.R.Soares, mas ainda não há dados disponíveis sobre o número destes fiéis. Somadas ao fenômeno do crescimento dos evangélicos sem vínculo com igrejas, as novas denominações fizeram diminuir também o número de fiéis de outras igrejas, como a Nova Vida e a Congregação Cristã do Brasil.
Fonte; O GLOBO




segunda-feira, 18 de junho de 2012

Família: Célula máter da sociedade?


O homem é um ser social, que nasce e vive em sociedade. Ao  nascer, já é parte de uma família, principal meio social humano, que costumamos chamar de célula máter da sociedade – o espaço primeiro e mais importante para o estudo e desenvolvimento de sociedades.

A primeira vivência do ser humano acontece em família, independentemente de sua vontade  ou da constituição desta.  É a família que lhe dá nome e sobrenome, que determina sua estratificação social, que lhe concede o biótipo específico de sua raça, e que o faz sentir, ou não, membro aceito pela mesma. Portanto, a família é o primeiro espaço para a formação psíquica, moral, social e espiritual  da criança.

A criança é muito dependente ao nascer. Dentre todas as espécies é o homem que tem o mais longo período de imaturidade e dependência física. Cabe à família o cuidado com a saúde e segurança de seus membros, seja com o bebê ou com o idoso.

Há o papel desempenhado pela família, mesmo que muitas vezes ela não o perceba, que é o de educadores. À família cabe a formação do caráter, dos valores, das regras morais – que posteriormente serão internalizadas pelos indivíduos como um código pessoal de conduta e ética. A chamada “educação de berço” continua sendo de suma importância e jamais pode ser conseguida em outros espaços sociais como colégio ou até mesmo igrejas.

Na esfera psíquica, o homem só pode conhecer e reconhecer adequadamente o mundo e a si mesmo a partir de suas relações com os demais. Ele apreende o mundo imitando os outros, desde os primeiros sorrisos até regras sociais externas e maios elaboradas, como usar adequadamente os talheres à mesa. Mais do que isto, moldamos nossa personalidade por volta de seis anos de idade, e é especialmente através de vivências em família que formamos, ou não, a auto estima, o senso de responsabilidade e segurança, o respeito pelo outro e pelas regras sociais estabelecidas, a capacidade de acreditar em nosso potencial e conhecer nossos defeitos e limitações, entre tantos outros aspectos de nossa vida intimista.

Em nossa sociedade, a família é que introduz a criança no meio social; é a família que escolhe – ou em parte seleciona, a partir de seus próprios referenciais – as pessoas com as quais a criança vai relacionar-se, bem como dirige o modo e onde  esta  relação se dará. Assim, como instituição social, a família reflete  as transformações culturais dos povos: valores, usos e costumes, hábitos, pensamento religioso e político, etc. Consequentemente, os problemas sociais serão sempre frutos de uma desestruturação familiar.

Isto fica evidente quando olhamos para os grandes problemas sociais que enfrentamos hoje. Assistimos crianças abandonadas por pais que não souberam planejar sua família ou administrar os conflitos, maiores ou menores, mas sempre existentes na vida a dois. Vemos adolescentes mergulhados em drogas ou prostituição, na sua maioria frutos de lares frios, carentes de afeto e de diálogo. Sofremos ao assistir fatos como as revoltas em abrigos para menores, ou o uso de armas de fogo por jovens instigados pela violência, que nos mostram o quanto nossas famílias têm deixado de trabalhar o respeito pelo próximo e a aquisição de padrões morais rígidos para uma boa consciência pessoal e vivência social.

Não pode haver dúvidas: se queremos mudanças sociais, devemos começar a investir mais no cerne da sociedade, na sua célula máter. Precisamos nos voltar às famílias, num esforço conjunto entre o Estado e a Igreja. Esta é também um espaço social, portanto possui o poder de formar opiniões, onde famílias se reúnem e podem ter seus valores pessoais transformados.

Precisamos nos lembrar que, mais do que ir `a igreja,  freqüentando templos caríssimos ou simples, nós somos Igreja, e estamos Igreja especialmente em nossos lares, onde somos mais íntimos e singulares. É por esta razão que a Igreja começa em casa – cuidar da família é mais importante do que cuidar de não familiares ou da obra de Deus. É exatamente isto que Paulo enfatiza quando escreve o capítulo 5 de sua primeira carta a Timóteo, especialmente o versículo 8:Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente.

A família é a célula máter da sociedade – e saber isto implica entender que famílias abençoadas implicam em igrejas abençoadas, que famílias equilibradas implicam em uma sociedade sadia.
fonte CPAD NEWS

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Arquidiocese de Londrina se manifesta sobre os escândalos políticos

A Arquidiocese de Londrina emitiu nota oficial à imprensa, no início da noite desta quinta-feira (24), se manifestando sobre os escândalos de corrupção que a cidade vive atualmente.

É a primeira vez que a Igreja emite posição sobre o caso da suposta oferta de propina ao vereador Amauri Cardoso (PSDB), que culminou em indiciamentos, denúncias e na prisão de aliados do prefeito Barbosa Neto (PDT). 

Na nota, o "clero de Londrina" lamenta a situação da cidade, que registra "denúncias, investigações, escândalos e prisões no âmbito da política" há vários anos. A Arquidiocese se dirige ao "Ministério Público e à mídia comprometida com a verdade", ma lembra que "a ética na política é dever de todos"."As autoridades merecem nossa consideração, mas, elas têm o dever e a obrigação de respeitar o povo e as instituições", destaca o clero no documento. 

A Igreja lamenta, também, que os atuais escândalos "reforçam o descrédito, o desinteresse e o afastamento do povo em relação ao valor e à importância da política para a sociedade". 

Na nota, a Arquidiocese se dirige ainda aos vereadores integrantes da chamada Comissão Processante (CP) da Centronic, aberta na Câmara para investigar o suposto uso de dinheiro público para pagar vigilantes da empresa, que teriam trabalhado na rádio Brasil Sul, de propriedade de Barbosa Neto. O clero pede que a comissão se oriente "pelos critérios éticos, pela lei e pela verdade". "Investiguem com seriedade os fatos, não por interesses político partidários, mas para dar uma resposta à sociedade. Todo cidadão é considerado inocente, até que a Justiça comprove a sua culpa ou não. O que importa não é a condenação ou absolvição, mas, a verdade. Se a verdade é fundamento da política, a mentira é sustentáculo da corrupção." 

Por fim, a Igreja pede que o cidadão londrinense não se omita nas urnas e se utilize da Lei da Ficha Limpa na hora de escolher o seu candidato. "(...) todos somos cidadãos e temos o direito de participar da construção de uma sociedade nova e melhor. Para isso precisamos nos mobilizar", ressalta o clero no documento assinado bispos, padres e diáconos.


Fonte: Bonde
      E a igreja evangélica de Londrina,não vai se manifestar? Acorda igreja !!! ( altor do blog)

sábado, 19 de maio de 2012

INFERNO:Mito ou realidade

O que diz a Bíblia sobre o inferno.
Você já percebeu que quase tudo (ou tudo) na vida é constituído de opostos: doce e amargo, quente e frio, branco e preto, rico e pobre, bem e mal, bonito e feio, positivo e negativo, justiça e injustiça, homem e mulher, gordo e magro, santidade e pecado. Assim, se existe um Céu também existe um Inferno, mesmo que esta verdade incomode muitas pessoas. Negar a realidade do Inferno não muda o fato de que ele existe.
Nesta artigo estudaremos os ensinos da Bíblia a respeito do Inferno e veremos que o Inferno é tão real quanto o Céu.


I. DESCOBRINDO A VERDADE

1. Opiniões erradas a respeito do Inferno. Muitas pessoas negam a existência do Inferno considerando-o um mito inventado pelos contadores de história da Grécia antiga. Estes são aqueles que não distinguem perfeitamente a ficção da realidade. Outros afirmam que o Inferno é uma invenção da Igreja Medieval para impedir as pessoas de se rebelarem contra o poder eclesiástico. Estes são aqueles que culpam a igreja pelo medo que as pessoas têm do castigo eterno. Há ainda os que pensam que o Inferno é aqui na terra. São os mesmos que acreditam que “o que aqui se faz aqui se paga”. Todavia, nenhuma dessas pessoas tem autoridade para afirmar ou negar a existência do Inferno.

2. Os ensinos da Bíblia acerca do Inferno. De acordo com a Bíblia o Inferno é um lugar real. Não é ficção, muito menos uma forma de dominação sobre as mentes fracas. Pelo contrário, é um lugar de sofrimento eterno para aqueles que não amam a Deus. Creia na Palavra de Deus quando ela afirma que o Inferno existe. Vejamos algumas afirmações a respeito do Inferno.

a) O rei Davi. Davi foi rei, músico, guerreiro, escritor e poeta. No Salmo 9.17 ele afirma que “os ímpios serão lançados no inferno” (ARC). De acordo com Davi, o inferno é um lugar de tormento e julgamento dos homens maus. Ele falou do Inferno nos Salmos 16.10 e 18.5, como um lugar de angústias, aperto e tristeza.

b) O profeta Daniel. Daniel foi um profeta de Israel levado como prisioneiro pelos babilônicos quando ainda era muito jovem. Ele profetizou a respeito da glória e queda de impérios como a Grécia e Roma. No capítulo 12, versículo 2 de seu livro, ele recebeu uma mensagem de um anjo que lhe disse que “Muitos dos que já tiverem morrido viverão de novo: uns terão a vida eterna [no Céu], e outros sofrerão o castigo eterno e a desgraça eterna [no Inferno].

c) Jesus, o Filho de Deus. Ninguém tem mais autoridade para falar do Inferno do que Jesus, o Filho de Deus. Para desespero de algumas pessoas, Jesus confirmou que o Inferno é um lugar real. Ele disse em Mateus 5.29,30: “Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti, pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que todo o teu corpo seja lançado no inferno. E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que todo o teu corpo seja lançado no inferno” (ARC). Ainda em Mateus 10.28 Jesus afirmou: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” (ARC). Jesus muito ensinou sobre o inferno em outros textos, segundo Ele o inferno é um lugar de “pranto e ranger de dentes” (Mateus 13.49,50 - ARC), “preparado para o diabo e seus anjos” (Mateus 25.41 – ARC), “onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga” (Marcos 9.43-48 – ARC). Leia o texto de Lucas 16.19-31.

d) João, o Apóstolo. Ele foi o escritor do livro de Apocalipse. Nesta obra, João descreve o inferno como um lugar de tormento eterno com fogo ardente e enxofre (14.10,11; 19.10; 20.11-15). De acordo com a Bíblia “os covardes, os traidores, os que cometem pecados nojentos, os assassinos, os imorais, os que praticam a feitiçaria, os que adoram ídolos e todos os mentirosos” serão lançados no “lago onde queima o fogo e o enxofre” (21.8 – NTLH).
Este terrível lugar foi preparado para o Diabo e seus anjos. Porém muitas pessoas rejeitam a Jesus, como único e suficiente Salvador e, como conseqüência, o Filho de Deus também as rejeitará quando chegar o Dia de o Senhor julgar os homens.

II. COMPREENDENDO A VERDADE
Por meio dos Salmos de Davi, da profecia de Daniel, do ensino de Jesus e da revelação dada ao apóstolo João aprendemos que o Inferno existe. Agora, compreenderemos três verdades a respeito do Inferno.

1ª Verdade: O Inferno foi criado para que Satanás e seus demônios recebam o justo castigo pelas suas maldades. O inferno não foi criado para os homens, mas sim para que o Diabo e os demônios recebam a devida punição por suas maldades: “Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mateus 25.41 - ARC). Saber que o Inferno não foi criado para a criatura humana é uma verdade confortadora, entretanto, as pessoas que rejeitam ao Senhor Jesus serão condôminos com o Diabo nesse lar infernal.

2ª Verdade: O Inferno será o último e definitivo lar daqueles que rejeitam a Jesus e praticam a maldade.
Em Mateus 13.40-42 Jesus afirmou que: “Assim como o joio é ajuntado e jogado no fogo, assim também será no fim dos tempos. O Filho do Homem mandará os seus anjos, e eles ajuntarão e tirarão do seu Reino todos os que fazem com que os outros pequem e também todos os que praticam o mal. Depois os anjos jogarão essas pessoas na fornalha de fogo, onde vão chorar e ranger os dentes de desespero” (NTLH).

3ª Verdade: O Inferno é uma manifestação da justiça de Deus, que recompensará os justos com o Céu e castigará os maus com o Inferno. A Bíblia afirma que “Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é” (Deuteronômio 32.4 – ARC). Ele é justo em todos os seus caminhos e santo em tudo o que faz (Salmos 145.17). Se em nossa sociedade os maus são justamente punidos ao serem encarcerados para que paguem pelos seus erros, assim também os ímpios serão castigados por Deus ao serem lançados no Inferno. Ainda hoje muitas pessoas que praticam o pecado escapam da justiça dos homens e chegam mesmo a prosperar (Salmos 73.3), entretanto jamais fugirão da justiça de Deus, que retribui a cada um segundo suas obras. Os homens se tornaram tão depravados e malignos que receberão um castigo eterno: o Inferno. A Bíblia diz que se “Deus não deixou escapar os anjos que pecaram, mas os jogou no inferno e os deixou presos com correntes na escuridão, esperando o Dia do Julgamento [...] Ele castigará especialmente os que seguem os seus próprios desejos imorais e desprezam a autoridade dele” (2 Pedro 2.4,10 - NTLH).

4ª Verdade: Jesus Cristo é o único que pode livrar o homem da condenação do Inferno. Aquele que tem poder para lançar o homem no Inferno é o mesmo que tem poder para livrar o homem da condenação do Inferno. Em Lucas 12.5 Jesus afirmou: “Tenham medo de Deus, que, depois de matar o corpo, tem poder para jogar a pessoa no inferno. Sim, repito: tenham medo de Deus” (NTLH Leia mais uma vez o texto de 2 Pedro 2.4-10). Jesus venceu a morte e o Inferno através do poder de sua ressurreição. Em Apocalipse 1.18 o Senhor afirma: “Fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém! E tenho as chaves da morte e do inferno” (ARC). Ter “as chaves” significa ter “autoridade sobre”. Jesus tem autoridade e poder sobre a morte e o inferno. Em 1 Coríntios 15.55, Paulo, depois de compreender o poder de Cristo sobre a morte, disse: “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?”. Portanto, Jesus tem poder e autoridade para livrar o pecador da condenação do Inferno. Ele quer livrar o homem desta condenação eterna. Seja fiel ao Senhor Jesus e serás salvo desta terrível condenação.

III. APLICANDO A VERDADE
A morte e o Inferno são duas realidades presentes no mundo, assim também como a vida e o Céu. Certa vez um cristão foi vitimado por febre tifo e, na manhã de sua partida deste mundo, chamou a esposa e disse: “Querida, preguei muito acerca do céu, tentando descrever a beleza celeste aos homens, porém nunca sonhei com um céu tão belo como este que agora vejo!” Não temas o Inferno, mas tenhas vontade de ir morar no Céu com Cristo. Jesus preparou o Inferno para o Diabo, mas o Céu para aqueles que o amam. Qual das duas opções você deseja? O Céu. Mas para isto é necessário crer em Jesus como Salvador e servi-lo fielmente até o fim.

PENSE
Disse Jesus: “Não tenham medo. Eu sou o Primeiro e o Último. Eu sou aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo para todo o sempre. Tenho autoridade sobre a morte e sobre o mundo dos mortos” (Apocalipse 1.17,18).
Fonte: CPAD

domingo, 6 de maio de 2012

CQC prepara matéria especial sobre homossexualidade com Jean Wyllys, Marisa Lobo e Lanna Holder; Programa irá ao ar na próxima segunda


A psicóloga clínica Marisa Lobo participará de uma matéria especial sobre homossexualidade no programa Custe o que Custar (CQC) da TV Band, na próxima segunda-feira, 07/04.
Além de Marisa Lobo, entre os entrevistados pela equipe do CQC estarão o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys e a pastora Lanna Holder.
No Twitter, Marisa Lobo afirmou que usará o espaço para falar o que pensa a respeito do tema: “O #CQC Está fazendo uma matéria sobre homossexualidade, vou participar. A Lanna Holder, vai falar de sua Igreja. E eu a verdade”, escreveu.

Marisa Lobo também afirmou que não teme possíveis armadilhas, pois segundo ela, a produção do programa teria garantido que a matéria seria imparcial: “Diz o #CQC que a matéria será imparcial e séria, vamos acreditar. Gravo amanhã minha parte, a matéria será exibida já na segunda. Deus nos ajude”.
A psicóloga também afirmou que “com sabedoria falarei a verdade: Deus pode curar, se você quiser”. A afirmação de Marisa Lobo gerou protestos por parte de alguns internautas: “Deus pode curar? Você ainda tem dúvidas porque querem casar a tua licença? Realmente, acha possível curar homossexualidade?”, questionou um de seus seguidores no Twitter.
Fonte: Gospel+

domingo, 15 de abril de 2012

A CRISE DA AUTORIDADE

A cultura humanista e individualista da sociedade pós-moderna se caracteriza, entre outras coisas, pela subversão do conceito de autoridade.
Esta subversão nega os tradicionais modelos de autoridade, começando pela rejeição da autoridade divina e consequentemente, pela rejeição da autoridade moral e espiritual da Igreja cristã e das Escrituras bíblicas.
Como consequência desta atitude, são rejeitados em seguida a autoridade moral do Estado sobre a sociedade civil, a autoridade dos pais sobre seus filhos, dos maridos em relação a suas famílias e dos empregadores, em relação a seus subordinados.
O homem pós-moderno declara sua plena emancipação de qualquer forma de autoridade moral e espiritual, reivindicando sua absoluta autonomia em relação à sua própria vida. Esta atitude muitas vezes leva à rebelião em relação às instâncias de autoridade secularmente instituídas.
Um exemplo recente disto é o atual protesto dos estudantes da USP contra a permanência de uma unidade da Policia Militar no campus da universidade.A medida foi tomada após a morte de estudante nas dependencias do campus e após a constatação do uso indiscriminado de drogas pelos estudantes. A medida foi violentamente repudiada, taxada como fascista e se tornou alvo de acalorados protestos, dentro e fora do campus.
O apóstolo Paulo, já em seu tempo, havia comentado atitudes deste tipo:
"Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá." (Romanos 13:2-3)
Este fenômeno social não se restringe ao mundo ocidental, mas atinge também até mesmo as estruturas sociais de nações orientais, tradicionalmente as mais rigidamente hierarquizadas.
Esta profunda mudança nos relacionamentos sociais é geralmente vista como um avanço, uma conquista dos novos tempos. Entretanto, ela é na verdade o núcleo de um novo e terrível processo de deterioração espiritual do ser humano, como jamais visto em sua história.Esta verdadeira crise do princípio da autoridade tem minado as instituições sociais mais fundamentais, como o governo, a família, a escola e as relações de trabalho.
O conceito de autoridade não é uma invenção humana, mas emana de um princípio espiritualmente estabelecido por Deus.Este princípio se expressa biblicamente através de um padrão fundamental, que permeia todas as Escrituras.
Este padrão pode ser sintetizado da seguinte forma: Deus criou o homem e sobre ele exerce sua autoridade soberana, como também sobre toda a sua criação. Deus exerce essa autoridade com amor e justiça e o homem obedece e ama a Deus.
Este padrão é extendido, a partir deste princípio espiritual primordial, a toda a criação, nos relacionamentos entre os governantes e a sociedade, entre patrões e empregados, entre marido e mulher e entre pais e filhos.
Evidentemente, o exercício, por Deus, do princípio da autoridade é perfeito, o que não ocorre com os homens.É comum o exercício abusivo da autoridade por aqueles que a detêm, como também os erros julgamento, as negligências e as falhas de caráter, inerentes à própria condição humana.
Entretanto, isso não dá ao homem o direito à desobediência e à rebelião.Tanto Jesus (Mateus 22:21) como os apóstolos (Romanos 13:1-7; Efésios 6:1-9; Colossenses 3:18-22; 1 Pedro 2:13-15,18; Hebreus 13:17) enfatizaram a necessidade de honrar e obedecer a toda forma de autoridade humana instituida.
A corrupção das instituições públicas e governamentais é apontada muitas vezes como justificativa para o descrédito e o repúdio a toda forma de autoridade instituída. Entretanto, precisamos nos lembrar que é a própria sociedade que está corrompida. Os políticos e autoridades corruptos saíram da mesma sociedade que os condena, e não de um outro país ou de um outro planeta.
Isto não significa, entretanto, que nos resta apenas cruzar os braços e nos conformar com a corrupção dos governantes e dirigentes, a cuja autoridade estamos sujeitos. Significa que cada cidadão deve lutar primeiramente não pela reforma ou mesmo pela derrocada das instituições, mas pela sua própria transformação interior, como indivíduo, para que assim a corrupção seja eliminada da sociedade em que vive. Gandhi,o grande ativista indiano, não era cristão, mas expressou uma ideia profundamente cristã, quando afirmou que cada um deve realizar em sua própria vida a mudança que deseja ver no mundo à sua volta.
Naturalmente o princípio espiritual da autoridade se aplica às instituições legitimamente estabelecidas, segundo a justiça humana. Assim, a autoridade exercida sobre uma nação, por um tirano que chegou ao poder pela força, não tem respaldo espiritual. Da mesma forma, não é legitima a autoridade de um amante sobre a sua companheira ou sobre os filhos gerados dessa relação.
É interessante notar também que, no caso de um lar em que apenas a esposa é cristã, a autoridade espiritual é conferida a ela, e não ao marido, até que este se converta (1 Corintios 7:13-14).
Todo indivíduo investido de autoridade deve ter plena consciência da responsabilidade que lhe advém em consequência disto. Como depositário do poder inerente a esta condição, ele deverá responder perante Deus por cada um de seus atos. O cristão deve buscar continuamente a restauração de seu caráter e a sabedoria divina, através do poder do Espírito Santo, para que possa exercer apropriadamente a autoridade da qual é investido.
O melhor exemplo do exercício legitimo da autoridade foi dado por Jesus. Jesus considerava a sua missão como a missão do Pai. Jesus reconheceu, se submeteu e honrou a autoridade do Pai. Por essa atitude Jesus recebeu a plena autoridade do Pai. Jesus ensinou com isso que o primeiro passo para exercer a autoridade é aprender a se colocar sob autoridade.