segunda-feira, 23 de maio de 2011

0 inferno é uma realidade.



0 inferno é uma realidade.
Texto: Lucas 16:20-31 ,Mat 8;12 ,Mat 22;13, 25;31 ,Marc 9;46...
Introdução: Este lugar chamado Inferno é feita referência na Bíblia 116 vezes como um lugar de tormento, separação, fogo, trevas e um lar eterno para os perdidos.Jesus pregou sobre o tema do inferno 56 vezes, sóno livro de Mateus, Jesus pregou sobre o inferno 10 vezes. Ele pregou sobre o Inferno em seu primeiro sermão da Montanha e pregou sobre o inferno em seu último sermão no Monte das Oliveiras. Muita gente acha que o inferno é um estado de ser e não é um lugar literal. Há alguns que pensam que o inferno é aqui na terra, outros até acha que o inferno é na sua propria casa disendo "minha casa é um inferno".Durante anos, os pregadores tem alertado as pessoas para não irem para o inferno. Mas as pessoas recusam a advertência e vão para lá diariamente.                                                                                                                                                    I. O inferno é um lugar de pranto
A. "Ali haverá pranto e ranger de dentes" (Mateus 8:12)

II. O inferno é um lugar de tormento.
A. "Estou atormentado nesta chama" (Lucas 16:24) foi ouvido do homem rico enquanto ele queimava no inferno

III. O inferno é um lugar de trevas exteriores.
En duas parábolas, Jesus se refere ao inferno como um lugar de  trevas  esteriores (Mat 22 parábola das bodas e Mat 25;14 parábola dos talentos )
A. Você não vai ver ninguém no inferno, mas você vai ouvi-los.
B. As trevas lhe dará um senso de equilíbrio perdido

IV. O inferno é um lugar de fogo inextinguível. Marcos 9:46;48
A. O inferno será o lugar mais quente que qualquer fogo que você já experimentou na terra e nunca se apagará. B. (Marcos 9:46,48) “onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga”

V. O inferno é um lugar de sede.
Luc 16;24.
A. O homem rico implorou para que Lázaro molhasse a ponta do seu dedo na água e refrescasse a sua língua

VI. O inferno é um lugar de memória.
A. (Lucas 16:25) “Mas Abraão respondeu: Filho, lembra-te de que em tua vida recebeste os teus bens, e Lázaro somente males, mas agora ele é consolado, e tu és atormentado”
B. Os homens e as mulheres perdidos vão lembrar as mensagens e os apelos e as oportunidades que tiveram e as regeitaram.

VII. O inferno é um lugar de paixão pelas almas.
A. O homem rico não queria que seus irmãos fossem para lá
B. Ninguém no inferno quer que você vá para lá

VIII. O inferno é um lugar de oração sem resposta.
A. O homem rico orou no inferno, mas não foi atendido.

IX. O inferno é para sempre! 
Mat 25 ,o fim do sermão profetico,Jesus fala do Juizo final  no vs 41 ...apartai-vos de mim malditos ,para o fogo eterno...

Conclusão: Para encerrar, deixem-me ler algumas citações de alguns homens mais proeminentes e ateus como eles se agonizavam em seu leito de morte
Talleyrand Perigord - católico e ministro das relações exteriores de Napoleão Bonaparte - “Estou sofrendo as dores dos condenados”
Thomas Hobbs: (1588-1679), fundador da filosofia política moderna - "Eu digo novamente, se eu tivesse o mundo todo à minha disposição, eu daria para viver um dia, estou prestes a dar um salto no escuro”
Voltaire: (1694-1778) escritor francês e filosofo - "Estou abandonado por Deus e o homem, vou dar-lhe metade do que eu mereço, se você me der a vida por seis meses" (Ele disse isso ao Dr. Fochin, que lhe disse que nada poderia ser feito.) "Então eu vou morrer e ir para o inferno!"
Thomas Paine: (1737-1809) Revolucionário patriota, autor de “Common Sense” - "Fique comigo, pelo amor de Deus, eu não suporto ficar sozinho... Ó Senhor, ajuda-me, ó Deus, o que eu fiz para sofrer tanto! O que será de mim no futuro?".


Domingo,22/05/11


quarta-feira, 4 de maio de 2011

A quem interessa a morte de Bin Laden?

A quem interessa a morte de Bin Laden?


INTERNACIONAL - Nesta segunda-feira 2 de maio de 2011 todos os noticiários do mundo anunciam a morte do terrorista saudita Osama Bin Laden. Após assumir a autoria nos atentados às torres gêmeas em setembro de 2001, Bin Laden passou a ser incansavelmente procurado pelos EUA e seus parceiros políticos. De fato essa é uma notícia muito animadora para aqueles que são contra qualquer tipo de terrorismo, mas algumas perguntas devem ser feitas diante da suposta morte do líder da Al Qaeda: A quem interessa a morte de Bin Laden? Qual é o impacto de uma noticia de tal porte para a política e economia norte-americana e mundial?


Todos nós sabemos da baixa popularidade de Barack Obama (há pouco mais de um ano das eleições presidenciais), a péssima imagem dos EUA no mundo árabe e a alta no preço do petróleo gerada pela instabilidade política nos países árabes. São fatores preocupantes para quem aspira ocupar por mais quatro anos a cadeira de presidente dos EUA.
Obama assumiu o poder em 2009 com a responsabilidade de corrigir erros cometidos por seu antecessor Jorge W. Bush, recuperar a economia do país e dar continuidade à política antiterrorista adotada pelo governo americano desde 2001. Destes, apenas o segundo objetivo foi até certo ponto alcançado.
Uma coisa é fato: após o anúncio da suposta morte de Bin Laden as bolsas econômicas tiveram um aumento súbito, o preço do petróleo caiu drasticamente e a possibilidade de novos investimentos serem feitos nos EUA aumentaram,já que o medo de novos ataques era um fator que dificultava novos investimentos no pais.
Muitos devem se perguntar: será mesmo que Bin Laden está morto? No entanto, o que devemos observar é: até que ponto essa ocorrência coincidentemente estratégica favorecerá um dado partido político e uma certa elite econômica?


Fim do terrorismo?
Ao contrário do que muitos pensam a morte de Bin Laden não significa o fim do terrorismo, não era o Osama que sustentava a Al Qaeda, mas a guerra contra aquilo que eles consideram o “grande satã”, os Estados Unidos da América, considerados culpados por todos os males causados ao mundo árabe.
Nem é preciso esperar para saber se Osama de fato está morto, mas o fato é que a notícia já está trazendo grandes benefícios aos nossos vizinhos do norte.
O que tudo isso tem a ver com a Igreja Perseguida?
Desde que os EUA enviaram suas tropas para Afeganistão, Iraque e áreas do Paquistão com o propósito de combater o terrorismo e capturar Osama Bin Laden, a pressão sobre os cristãos destes países aumentou drasticamente.

O Afeganistão em 2001 era o 3º na lista de Classificação por Perseguição da Portas Abertas, e esperava-se que com a chegada dos americanos a situação da igreja melhorasse, mas hoje o país continua em terceiro e sua posição pouco oscilou nos últimos 10 anos.
O Iraque era em 2001 o 35º país na lista e pulou para 8º em 2011, o que demonstra que de fato a situação da igreja iraquiana piorou bastante desde a invasão norte-americana, principalmente nas cidades de Bagdá e Mosul onde os atentados contra igrejas e casas de cristãos são constantes.
Já o Paquistão em dez anos pulou de 18ª para 11ª posição. Muitos cristãos influentes na política paquistanesa perderam suas vidas ao lutarem por leis mais justas para os cristãos e outras minorias, um exemplo disso é o ex-ministro paquistanês Shahbaz Bhatti assassinado pelo Talibã no inicio do ano.


Todos nós sabemos que os interesses dos EUA nestes países vão além da luta contra o terror, são interesses estratégicos, políticos, militares e econômicos na região, tanto que dois dos três países citados acima (Iraque e Afeganistão) têm presidentes indicados pelos EUA e o terceiro (Paquistão) é parceiro político-militar dos EUA há alguns anos.
Assim como as investidas militares dos EUA em nada melhoraram a situação da Igreja nestes países ou diminuiu o terrorismo, tampouco a suposta morte de Bin Laden o fará.
Pedidos de oração
• Ore pela Igreja no Iêmen, Afeganistão e Paquistão, pois os sucessores do Talibã e líderes de outros grupos terroristas atuantes nesses países já manifestaram publicamente que irão se vingar e os cristãos desses países são os primeiros a sofrer com as consequências dessas ameaças.
• Peça a Deus que impeça a retaliação desses grupos nos países ocidentais e que Deus proteja inocentes de serem mortos pelos ataques terroristas desses grupos.
• Interceda pela vida de milhares de jovens muçulmanos que são treinados para serem homens-bomba e que são usados em momentos como esse. Eles são induzidos a fazerem os ataques e apenas seguem as ordens. Peça a Deus que tenha misericórdia dessas vidas e alcance esses perdidos com sua graça e salvação.

Marcelo Peixoto


Historiador da Portas Abertas Brasil
















































































domingo, 1 de maio de 2011

Os Desafios do Paganismo Moderno

Os Desafios do Paganismo Moderno


Um alerta contra a espiritualidade difusa e pagã





O neopaganismo é um termo que descreve uma variedade de credos e religiosidades que, com roupagem moderna, cultuam a natureza, valorizam os mitos e as divindades pagãs da Antiguidade e da Idade Média. É o antigo paganismo destituído de seus rituais ofensivos ao homem pós-moderno. A diferença entre o neopaganismo e o paganismo tradicional pode ser visto na imagem das bruxas populares. Antes, feia, nariguda, velha, enrugada e verrugosa. Agora, bela, educada e jovem – como aparecem na mídia e na indústria de entretenimento. O neopaganismo também é conhecido nos meios de comunicação pelo nome de Wicca. São politeístas, praticam a feitiçaria, valorizam o horóscopo, cultuam a natureza e as pretensas divindades femininas. Atualmente, as ideias neopagãs são difundidas através dos desenhos animados, dos filmes e das revistas como a Witch (bruxa, em inglês – esta revista é destinada a crianças de 8 a 13 anos).



O Neopaganismo e a indústria de entretenimento



Ron Rhodes, com muita propriedade, acusa a indústria de entretenimento americana de colaborar com a divulgação do neopaganismo. Alerta o autor, que muitos filmes e desenhos que tratam de bruxaria e satanismo tem a participação direta de pessoas ligadas ao ocultismo. No Brasil, nesses últimos meses, uma avalanche de filmes espíritas e mediúnicos tem invadido os lares e as salas de cinema do país. Ron Rhodes faz uma síntese dos principais programas, filmes e séries que divulgam e cultuam o espiritismo. O autor afirma que "as produções de Hollywood têm introduzido muitas pessoas ao mundo paranormal" (p.28).



A cultura, os mitos, as lendas e os folclores pagãos tornaram-se um instrumento de entretenimento nos tempos pós-modernos. Não apenas de divertimento, mas também de riquezas. Basicamente, o mercado de vídeo games e filmes hollywoodianos faturam milhões de dólares em temas que misturam paganismo, religião oriental, gnosticismo e cristianismo. Senhor dos Anéis e Matrix são alguns exemplos entre os filmes, e God of War, um exemplo entre os muitos jogos neopagãos que mais sucesso faz entre os aficionados por video game. Todavia, a qualidade das produções contrasta com a mensagem e os valores difundidos. George Lucas, afirmou que "o cinema e a televisão suplantaram a igreja como grandes comunicadores de valores e crenças". E, infelizmente, essa proposição mostrou-se verdadeira.



A indústria de entretenimento costuma dar uma nova roupagem aos mitos antigos, como por exemplo, a velha bruxa é muito diferente daquelas apresentadas no seriado Charmed, ou da beleza de Nicole Kidman e Sandra Bullock no filme Da magia à sedução (Practical Magic,1998). A imagem dos demônios como seres maléficos, opostos aos homens e dispostos a oprimir a humanidade, é inteiramente alterada no filme Hellboy. O demônio é convocado do inferno e depois "civilizado", aprendendo a respeitar e amar os homens – uma ideologia perniciosa. Spawn, o soldado do inferno, era um agente da CIA, que após ser morto, vai para o inferno e negocia com o diabo para retornar ao mundo dos vivos. Nesta mesma linha encontramos os filmes que enaltecem o espiritismo, a mediunidade e os supostos fenômenos paranormais.



Os cristãos, portanto, são chamados à reflexão, ao discernimento da cultura midiática e televisiva. Algumas vezes a mensagem ideológica transmitida pela indústria de entretenimento é tão crassa que facilmente o cristão rejeita, entretanto, muitas ideologias religiosas, espiritualismo pagão e distorções da verdade bíblica são apresentadas de modo sutil e imperceptível ao observador desatento. Algumas vezes, necessita-se de mais de uma leitura para compreender todos os símbolos, sinais rituais, e ideologias. Matrix, por exemplo, é um desses filmes que mistura filosofia, símbolos religiosos, mitologia e cristianismo. Uma leitura adequada somente é possível àqueles que conhecem religiões comparadas, história da religião, cristianismo, teoria gnóstica e Jung.



O neopaganismo e os heróis



Os heróis, que tanto fascinam crianças e adultos, são distorções da imagem divina no homem e personagens antropocêntricos. A figura dos heróis, anti-heróis e vilões são (a meu ver), representações possíveis do super-homem de Nietzsche, ideologias que atestam a potência humana, o deísmo, ateísmo, evolucionismo e a sociedade pós-cristã. O religioso apenas aparece como elemento pós-cristão, dissociado de Deus, de Cristo, das Escrituras. Alguns mais humanos e outros mais poderosos, no entanto, a temática e ideologia são a mesma: Deus não intervém na vida e história humanas, os homens, como seres evoluídos e super-poderosos, são responsáveis pelo seu próprio destino, progresso e vontades. A moral, mediante a qual os heróis agem, carece da autoridade de Cristo, são (in) valores relativos, circunstanciais e centrados no humanismo antropocêntrico. No mundo dos heróis e vilões, Deus é um personagem anacrônico, distante, substituído pelo conceito do Bem que, longe de ser metafísico, é uma realidade metamórfica sujeita ao talante das circunstâncias e à disposição dos heróis.



Religiosidade, Pluralismo e Neopaganismo



O neopaganismo se manifesta como um conjunto de religiosidades, sincretismo, misticismo e ocultismo. Em um mundo plural e multicultural, o paganismo ressurgiu com nova roupagem: eclético, não ofensivo à estética e ao racionalismo modernos. Trata-se, na verdade, de nova estratégia do misticismo pagão para difundir suas ideologias, doutrinas, ritos e ocultismo. Fala-se de paz, mas ignora-se o Príncipe da Paz, Cristo; ensina ecologia, mas é eco-idolatria, é mística, porém dissociada da verdadeira espiritualidade cristã. Essas religiosidades são produtos da fé cega, irracional, de caráter hedonista e antropocêntrica. A salvação é intrapessoal, está dentro da pessoa, e não extrapessoal, fora dela, como se dependesse de outro para tal; é gnóstica. A paz está na harmonia entre o homem e a natureza, no controle psíquico e nos exercícios corporais que equilibram e sintonizam o homem ao cosmo. Suas rezas e petições são mantras, isto é, encantamentos que materializam a divindade invocada. São engodos de religiões vetustas, anticristãs e marginais que se adequaram às necessidades da sociedade pós-cristã. É um novo sincretismo, mas de realidade e natureza contrárias a Cristo.



A verdade por trás do neopaganismo



O neopaganismo, neologismo usado para se referir às roupagens modernas do antigo paganismo, é uma falsa religiosidade que tem combatido o cristianismo e seduzido a sociedade hodierna. Todavia, o neopaganismo é uma religiosidade que usa máscaras para atrair os seus adeptos e afastar o homem do verdadeiro Deus.



Desde a Antiguidade hebraica, o povo eleito foi advertido, exortado e admoestado contra os cultos pagãos egípcios, canaanitas, assírios, babilônicos entre outros (Dt 12.2,3,29-32, etc.). Israel, a nação eleita e preciosa, inúmeras vezes, apesar das advertências dos profetas, sucumbiu ao culto da fertilidade e a outras manifestações do paganismo gentio (Jz 2.11-14, etc.) Infelizmente, o povo era seduzido pela orgia dos cultos da fertilidade. Em nossa obra, A Família no Antigo Testamento: história e sociologia (CPAD, 2006), ocupamos um capítulo do livro para explicar esses rituais pagãos pelo que, solicito ao leitor que busque nesta obra os elementos exegéticos e históricos necessários à compreensão do tema. Os elementos mais comuns ao paganismo antigo eram: a liberação sexual e a homossexualidade praticada nos cultos orgiásticos; o sacrifício de infantes, como gratidão pela colheita; adoração à natureza, mediunidade; crença que os espíritos dos mortos intervêm no mundo dos vivos; idolatria, e o uso de substâncias psicotrópicas para entrar em êxtase ou transe. Essa é a verdadeira origem e face do neopaganismo.



Jerônimo Savonarola e o neopaganismo da Renascença



Jerônimo Savonarola (1452-1498), o "Sócrates de Ferrara", para os cultos e o "profeta de Deus", para a grande massa, criticou a sociedade europeia no momento em que ela preferia os poetas em vez dos teólogos, a Grécia em vez de Jerusalém, os ídolos no lugar de Deus. Crítico mordaz de Lourenço, o Magnífico; profeta contra os pecados da famosa Florença, foi um opositor da Renascença que trouxera as novas religiões, os novos cultos e o neopaganismo.



E.Garin, em sua obra, "O renascimento", afirma que Savonarola viu "os deuses antigos, que povoavam o céu dos astrólogos, os quadros dos pintores e os versos dos poetas como expressões perigosas duma sutil superstição" (Porto: Telos, 1972, p.129). Savonarola opôs-se tenazmente aos projetos humanistas e renascentistas que procuravam retornar à idade clássica, resgatando as mitologias, cultura e deuses greco-romanos.



Savonarola questionara a dissolvência do sagrado e o surgimento de um "sagrado" afastado da revelação divina. Quais deuses regressam quando a revelação bíblica desaparece? Savonarola via a Divina Comédia de Dante como uma profanação à verdadeira revelação bíblica. Embora, culto, letrado (litteris latinis et graecis eruditissimus), não suportava a poesia que distorcia a natureza e os atributos de Deus; os artistas que sacralizavam, através de suas pinturas, os deuses pagãos. Para Savonarola a Escritura é mais forte do que a palavra dos poetas e a arte dos pintores. José Augusto Mourão, prefaciador português da obra de Savonarola, cita a respeito do "grande teólogo", a expressão de Mestre Eckhardt: "Encoleriza-o o fato que se entronizem Platão, Aristóteles e Ovídio nos altares e que os pregadores tenham fechado o livro da Escritura e em seu lugar tenham colocado os filósofos e poetas pagãos" (A função da poesia. Vega, 1993, p.17).



"Quem lê, entenda!"
CPAD NEWS


sábado, 9 de abril de 2011

Brasil sofre primeiro ataque terrorista de inspiração islâmica

Assassino que cometeu chacina no Rio era conhecido como Bin Laden e queria jogar avião contra Cristo Redentor no Rio



O que foi que matou 12 crianças numa escola do Rio? Foi uma arma? Foi a violência? Foi o preconceito?

De acordo com o jornal Zero Hora, o autor da chacina, Wellington Menezes de Oliveira, tinha preferência pelo islamismo e era fascinado pelo ataque terrorista islâmico contra os EUA em 11 de setembro de 2001.

O sonho dele? Jogar um avião no Cristo Redentor.

Qual foi sua motivação principal para chacinar tantas meninas? Ele era homossexual e odiava mulheres? Embora ele tivesse no passado sido testemunha-de-jeová, religião herética não aceita por católicos e evangélicos, e a confusão religiosa fosse patente nele, é inegável, porém, a influência religiosa predominante que inspirava sua violência e sonhos de destruição por meio de um avião.

As testemunhas-de-jeová, por mais heréticas que sejam, não têm nenhum histórico de usar aviões para ataques terroristas contra prédios. Nenhum dos terroristas que atacaram os EUA há dez anos era dessa religião. Mas todos eles eram muçulmanos.

O próprio primo do chacinador afirmou que “ele se dizia fundamentalista muçulmano e treinava pilotar aviões, num jogo de computador.”

E o jornal Zero Hora confirma: “Por ter deixado uma longa barba crescer, alguns vizinhos o chamavam de Bin Laden”.

Evidentemente, os progressistas e outros marxistas taparão esse escândalo com outras explicações. Tudo, menos terrorismo islâmico.

E os pais e mães que estão sofrendo nunca mais poderão recuperar seus filhos queridos. Não porque simplesmente a escola estava sem proteção, mas porque o Brasil está entregue a uma covarde ideologia politicamente correta, que ordena a saída das escolas de Deus e seus valores e introduz uma tolerância que traz homossexualismo, em nome da diversidade sexual; islamismo, em nome da diversidade religiosa; e bruxaria africana, em nome da diversidade cultural.

Tira-se Deus, e entra todo tipo de ideologia de tolerância para o mal. Entra o próprio demônio.

Nos EUA, depois que se proibiram orações e leitura da Bíblia nas escolas, essas instituições se tornaram palcos de chacinas, um show macabro que parece que nunca mais vai acabar.

O Brasil acabou de entrar no show macabro, com a ajuda de um homem inspirado pelo terrorismo islâmico.

Como deter as chacinas? Colocando policiais nas escolas? E quando surgir o problema de um policial fanático islâmico atacando as escolas? Aí recorreremos ao quê?

O que o Brasil precisa é buscar a Deus. O Brasil precisar chutar a doutrinação homossexual para fora das salas de aula. O Brasil precisa chutar a doutrinação de prostituição para fora das escolas. E precisa enxotar a bruxaria também.

O maior símbolo do Rio de Janeiro é o Cristo Redentor, que é odiado pelo diabo. Talvez fosse por isso que o terrorista islâmico brasileiro o quisesse destruir.

Convidemos o Cristo Redentor — não o de pedra, mas o Vivo — para entrar em nossas escolas. Ele é a nossa única esperança e proteção.

Atualizado em 9 de abril de 2011, às 8h45min.

Fonte: www.juliosevero.com

segunda-feira, 21 de março de 2011

blog do Pr. Marcos Maçan: Uma prece para a família Fogel

blog do Pr. Marcos Maçan: Uma prece para a família Fogel

Uma prece para a família Fogel

Uma prece para a família Fogel
O casal Udi e Ruth Fogel e três de seus seis filhos (Yoav, 11 anos; Elad, 4 anos; e a bebezinha Hadas, três meses de idade) foram mortos a facadas na madrugada do último sábado, no assentamento de Itamar, na Samaria.


O assassino, ainda não identificado, rompeu a cerca de proteção do assentamento e invadiu a residência. As três outras filhas do casal, também menores de idade, conseguiram escapar para uma casa vizinha. As vítimas foram esfaqueadas quando dormiam, no Shabat. A Brigada de Mártires Al Aqsa, braço armado do Fatah, assumiu responsabilidade pelos assassinatos, aos quais chamou uma operação "heróica" que representa "uma resposta natural aos massacres cometidos pela ocupação contra nosso povo na Faixa de Gaza e na Cisjordânia". O Hamas também viu heroísmo no esfaqueamento. Moradores de Gaza comemoraram a chacina distribuindo doces na rua. Ao entrarem no quarto de Yoav, policiais e médicos depararam com uma oração gravada num quadro de madeira colocado sobre a cama onde o menino de 11 anos jazia.
Lia-se isto:


Que seja Tua vontade, S´nhor D´us e D´us dos meus antepassados,Que eu ame a todos em Israel como a mim mesmo, eGraciosamente execute o mandamento de amar seu vizinho como a si mesmo.E que também seja Tua vontade, S´nhor D´us e D´us dos meus antepassados,

Que você induza os corações dos meus amigos e vizinhos para que me amem calorosamente, eQue eu seja aceito e benquisto por todos, e

Que eu seja amável e agradável, e

Que eu seja gracioso e misericordioso aos olhos de todos que me vêem.Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem.

E tudo pelo Céu, para fazer a Tua vontade,Amém.Sob essa prece Yoav foi morto a facadas, e seus irmãos Elad, de 4 anos, e a pequenina Hadas, de três meses, e seus pais. Assim como os foguetes da jihad explodem em solo hebreu sem comover as redações, nenhum jornal grande do Brasil destacou o massacre. Mas no minuto em que Israel liberar a construção de mais algumas casas na margem ocidental, a imprensa dirá, assessorando o terror islâmico, que Israel atrapalha a paz. E o assassino da família Fogel batizará alguma praça inaugurada pela Autoridade Palestina.

Familiares dos Fogel decidiram tornar públicas as fotos dos cadáveres, quebrando uma tradição daquele povo, para mostrar ao mundo a barbárie de que os judeus são vítimas. Preferi não colocar as imagens aqui. Se quiser vê-las, estão temporáriamente no site Noticias de Sião

Fonte: Mídia Sem Máscara






Divulgação: www.juliosevero.com



Vídeo da música “Jerusalém de Ouro”

sábado, 19 de março de 2011

Conheça os CRISTÂOS SECRETOS

Conheça os cristãos secretos.


Quem são os cristãos secretos?

Um “cristão secreto” é um cristão perseguido cuja vida corre perigo constante por ele estar seguindo Jesus. Na maioria das vezes, um cristão secreto é convertido do islamismo, mas pode ser encontrado em outras culturas também. Por se converter, ele foi agredido ou ameaçado por seu governo, seus amigos e até pela própria família. Cristãos secretos têm necessidades únicas que só podem ser supridas pelo apoio dos demais membros do Corpo de Cristo.


Ao longo deste ano, você aprenderá sobre eles, lerá seus testemunhos, saberá como orar por eles e como ajudá-los. Verá o que a Portas Abertas tem feito para ajudá-los a se manter firmes na fé a despeito das restrições que lhes são impostas por uma cultura que não permite que se expressem de forma livre. Por fim, você verá que, quando uma pessoa se converte, as circunstâncias para ela não são as mesmas se tivesse se convertido na igreja que você frequenta.


Por que esse tema foi escolhido?


Recebemos muitas informações sobre os cristãos perseguidos em geral, mas no ano de 2011 decidimos dar um destaque para aqueles cristãos que precisam exercer sua fé clandestinamente, e por isso precisam muito das nossas orações específicas por eles. Eles não podem compartilhar sua fé ou suas dificuldades uns com os outros, pois não sabem quem são seus irmãos em Cristo.


10 Países que mais perseguem Cristãos





Missões esta no coração de Deus,podemos nos envolver em missões de tres formas; indo,orando e contribuindo.Deixe seu comentário sobre o assunto logo abaixo.
fonte: Ass.de Deus online.

sábado, 5 de março de 2011

O CARNAVAL E SUA ORIGEM

O Carnaval é, exclusivamente, um período de festas profanas e de divertimentos entre os Reis e a Quaresma, com o seu auge nos três dias anteriores à quarta-feira de Cinzas. Não se conhece verdadeiramente a origem da palavra Carnaval. Para uns, compreendia a terça-feira gorda, dia em que começava a proibição de ingestão de carne pela Igreja, como preparação para a Páscoa. Outros procuram no latim a explicação para o vocábulo: carnelevamen, depois carne, vale ("adeus, carne"). Carnelevamen pode significar igualmente carnis levamen, "prazer da carne", antes das abstinências e prescrições que marcam a Quaresma.


O Carnaval é, exclusivamente, um período de festas profanas e de divertimentos entre os Reis e a Quaresma, com o seu auge nos três dias anteriores à quarta-feira de Cinzas. Não se conhece verdadeiramente a origem da palavra Carnaval. Para uns, compreendia a terça-feira gorda, dia em que começava a proibição de ingestão de carne pela Igreja, como preparação para a Páscoa. Outros procuram no latim a explicação para o vocábulo: carnelevamen, depois carne, vale ("adeus, carne"). Carnelevamen pode significar igualmente carnis levamen, "prazer da carne", antes das abstinências e prescrições que marcam a Quaresma.

História

A origem da festa em si é também desconhecida. Uns advogam o culto de Ísis, outros as festas em honra de Dionísio, na Grécia clássica, outros ainda as bacanais, lupercais e saturnais, festejos romanos de grande licenciosidade e uso de máscaras, como, aliás, nas anteriores. Alguns não recuam tanto no tempo e apontam as suas origens para as festas dos doidos e dos inocentes da Idade Média. Cada uma em particular ou todas assimiladas na tradição acabaram por criar a tradição do Carnaval e os seus matizes ou formas regionais.

Depois, na Idade Média ainda, outras festas anunciavam já o Carnaval, apesar da Igreja não apreciar muito, ainda que tolerasse e não criasse barreiras institucionais ou morais incontornáveis. O papa Paulo II, no século XV, por exemplo, permitiu, em Roma, a Via Lata, um desfile alegórico de carros, com batalhas de confetes e lançamento de ovos, para além de corridas de cavalos ou de corcundas, entre outros folguedos. Mas todas estas festas populares grotescas foram "polidas" pelo Renascimento e pela Reforma Católica, acabando-se com a violência e ousadias públicas.

O tétrico e o macabro, por outro lado, substituem o caráter de festa de "bobos" daqueles folguedos medievais. Surgem as danças da Morte e suas representações cênicas, os bailes de máscaras, promovidos pelo papado, decadente, do século XVI, que rapidamente se difundiram por Itália e França. Aqui se manteve até ao século XIX, quando ganha um novo

vigor. Em Inglaterra ganha também popularidade este tipo de baile (como o de 1884 promovido pelo Real Instituto de Pintores e Aquarelistas, em que os pintores ingleses se mascararam de mestres do Renascimento ou de figuras da realeza européia). Perdia em festa "bufa" e de rua, ganhava em elegância, alegoria, ordem e requinte artístico, para além de tocar agora as classes mais abastadas, antes arredadas dos festejos populares. Bailes e desfiles organizados tomavam, na Europa Ocidental, o lugar das turbas de gente estilizada e aos gritos. Este "novo" Carnaval europeu surgiu em fins do século XIX e meados do XX, sobrevivendo ainda hoje, como por exemplo em Nice ou Munique.

O carnaval no Brasil

Mas, Carnaval, dizem alguns, só há um: o do Brasil, e mais concretamente o do Rio de Janeiro. Até meados do século XX, o Carnaval - que assume várias facetas, conforme a cidade - era ainda o colonial e monárquico, com reminiscências das festas de entrudo levadas pelos colonos e imigrantes, majoritariamente portugueses. As pessoas, de forma violenta, atiravam umas às outras cal, farinha e água, num intuito de besuntar ou molhar quem passava. No Rio, tudo isto foi proibido em 1904, gerando polemicas e contestação entre o povo. Depois, alimentando uma tradição anterior, ganharam dimensão festiva os zé-pereiras de herança portuguesa, entre o povo, e os bailes em teatros, hotéis ou casas particulares, fazendo-se eco das festividades que começavam a ser moda na Europa na quadra.

Como exemplo ficou célebre os bailes do Teatro Municipal, no Rio, entre 1930 e 1975. Os bailes, entretanto, popularizaram-se rapidamente, ganhando em animação e cor, com muita música. Música que ganhou contornos próprios na quadra, com ritmos, letras e melodias específicos. Da marcha Abre Alas de Chiquinha Gonzaga, em 1899, outros gêneros foram surgindo: o samba, a marcha-rancho, a batucada e o samba-enredo. A música carnavalesca tornou-se assim um gênero específico até 1960. Recordem-se aqui canções como Cidade Maravilhosa (1935) e Mamãe eu Quero (1937). A rádio ajudou à consolidação deste gênero carnavalesco, mas a televisão, a partir da década de 70, minimizou a música carnavalesca. O aspecto visual ganhou em importância ao musical, guindando as escolas de samba e o cortejo carioca para o momento mais alto do Carnaval do Rio e de toda a quadra em qualquer lugar do Mundo. Mas o samba não morreu, prevalecendo principalmente a sua forma "enredo", animada cada vez mais pelas baterias, cujos sons foram importados já por outros gêneros musicais modernos e diferentes.

As escolas de samba são outra marca de identidade do Carnaval carioca. A primeira foi criada em 1928, a "Deixa Falar", no bairro de Estácio. A Praça Onze tornou-se local mítico de concentração das escolas de samba nos dias de Carnaval, incentivando-se assim, de ano para ano, graças à animação, o aparecimento de novas escolas e a formação até de campeonatos com sobe e desce de divisão. Hoje são autênticas empresas de espetáculo, devidamente registradas, muitas já com intuitos de solidariedade social. Há regras próprias dentro das escolas de samba, quer de admissão, quer de permanência, quer, em comum com as outras, de atuação dentro de um desfile de Carnaval. No entanto, são as escolas que mais animam o Carnaval, atraindo uma miríade de colaboradores ao longo do ano e um frenesi inusitado na época do Carnaval.

Além das escolas, outros baluartes da preservação e manutenção do Carnaval carioca são as Sociedades Carnavalescas, com as suas "Sumidades", funcionando como altas dignidades do rei momo. O Carnaval do Rio é também o Carnaval da liberdade, fora do sambódromo, fora dos desfiles, em passeatas em grupo (blocos, cordões, ranchos), em festas particulares e num sem número de atividades e comemorações mais ou menos licenciosas por todo o lado. Antigamente, existiam também os corsos, com desfiles de automóveis enfeitados, mas o aparecimento de automóveis fechados (e fim dos "calhambeques") acabou com esta tradição.

No Brasil, existem outras formas de Carnaval, como o da Baía, de tradição africana (como o cortejo dos afoxés), com sonoridades e ambientes diferentes do Rio, e também os de Olinda e Recife, em Pernambuco, também no Nordeste, também animadíssimos e marcados pelas músicas de ritmo frenético e contagiante, em batidas sincopadas a par de instrumentos de sopro.

A Bíblia concorda com isso?

Não precisamos ir muito longe na palavra de Deus para saber que o carnaval e uma festa contraria a sua vontade. Esta festa onde tudo é liberado não diz respeito à vontade de um Deus que ama seus servos e diz que eles são templo do seu Espírito (1Cor. 3.16). E temos como principal ponto de maior impacto durante a comemoração desta festa ímpia o nosso País. Para ser mais exato O Rio e também atualmente a Bahia. Além do mais se trata de uma festa onde muitas pessoas adulteram, se embriagam, participam de orgias, fornicações, drogas etc. Realmente podemos saber que a Bíblia é contra tais atitudes. Já que a Palavra de Deus busca preservar o matrimônio. A Bíblia também condena tais atitudes ao inferno “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos

enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1Cor. 6.9-10).



Deus nos orienta através de sua Palavra a não se contaminar com as coisas deste mundo. Principalmente quando se trata de coisas que a imorais e sodomitas. O que é algo comum para certas pessoas. Deus nos diz em sua santa Palavra: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente (I João 2 15-17). Com toda certeza o servo de Deus sabe como agradá-lo. Fazendo a sua vontade e obedecendo a sua Palavra seremos muito bem sucedidos em tudo o que fizermos.No ano de 2008 tivemos o prazer de ver Deus no controle de tudo. Uma reportagem mostrou um carro alegórico com a imagem ou figura do diabo entrando e acenando para a platéia no carnaval.

Mais uma vez Deus mostrou quem é que está no controle. Antes de terminar seu passeio pela avenida o carro alegórico começou a pegar fogo e teve que ir ate o final do desfile com a cabeça baixa e os braços também abaixados.Por que isso aconteceu? seria uma coincidência? A Bíblia diz que de Deus não se zomba. De certa forma, não sei talvez ousaram pensar que podiam fazer esta alegoria para representar o domínio das trevas sobre esta terra. Mais se esta foi a intenção tiveram sua esperança frustrada.Pois a Bíblia diz sobre nosso senhor Jesus Cristo: “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Fl 2.9-11).

História

A origem da festa em si é também desconhecida. Uns advogam o culto de Ísis, outros as festas em honra de Dionísio, na Grécia clássica, outros ainda as bacanais, lupercais e saturnais, festejos romanos de grande licenciosidade e uso de máscaras, como, aliás, nas anteriores. Alguns não recuam tanto no tempo e apontam as suas origens para as festas dos doidos e dos inocentes da Idade Média. Cada uma em particular ou todas assimiladas na tradição acabaram por criar a tradição do Carnaval e os seus matizes ou formas regionais.

Depois, na Idade Média ainda, outras festas anunciavam já o Carnaval, apesar da Igreja não apreciar muito, ainda que tolerasse e não criasse barreiras institucionais ou morais incontornáveis. O papa Paulo II, no século XV, por exemplo, permitiu, em Roma, a Via Lata, um desfile alegórico de carros, com batalhas de confetes e lançamento de ovos, para além de corridas de cavalos ou de corcundas, entre outros folguedos. Mas todas estas festas populares grotescas foram "polidas" pelo Renascimento e pela Reforma Católica, acabando-se com a violência e ousadias públicas.

O tétrico e o macabro, por outro lado, substituem o caráter de festa de "bobos" daqueles folguedos medievais. Surgem as danças da Morte e suas representações cênicas, os bailes de máscaras, promovidos pelo papado, decadente, do século XVI, que rapidamente se difundiram por Itália e França. Aqui se manteve até ao século XIX, quando ganha um novo vigor. Em Inglaterra ganha também popularidade este tipo de baile (como o de 1884 promovido pelo Real Instituto de Pintores e Aquarelistas, em que os pintores ingleses se mascararam de mestres do Renascimento ou de figuras da realeza européia). Perdia em festa "bufa" e de rua, ganhava em elegância, alegoria, ordem e requinte artístico, para além de tocar agora as classes mais abastadas, antes arredadas dos festejos populares. Bailes e desfiles organizados tomavam, na Europa Ocidental, o lugar das turbas de gente estilizada e aos gritos. Este "novo" Carnaval europeu surgiu em fins do século XIX e meados do XX, sobrevivendo ainda hoje, como por exemplo, em Nice ou Munique.

O carnaval no Brasil

Mas, Carnaval, dizem alguns, só há um: o do Brasil, e mais concretamente o do Rio de Janeiro. Até meados do século XX, o Carnaval - que assume várias facetas, conforme a cidade - era ainda o colonial e monárquico, com reminiscências das festas de entrudo levadas pelos colonos e imigrantes, majoritariamente portugueses. As pessoas, de forma violenta, atiravam umas às outras cal, farinha e água, num intuito de besuntar ou molhar quem passava. No Rio, tudo isto foi proibido em 1904, gerando polemicas e contestação entre o povo. Depois, alimentando uma tradição anterior, ganharam dimensão festiva os zé-pereiras de herança portuguesa, entre o povo, e os bailes em teatros, hotéis ou casas particulares, fazendo-se eco das festividades que começavam a ser moda na Europa na quadra.

Como exemplo ficou célebre os bailes do Teatro Municipal, no Rio, entre 1930 e 1975. Os bailes, entretanto, popularizaram-se rapidamente, ganhando em animação e cor, com muita música. Música que ganhou contornos próprios na quadra, com ritmos, letras e melodias específicos. Da marcha Abre Alas de Chiquinha Gonzaga, em 1899, outros gêneros foram surgindo: o samba, a marcha-rancho, a batucada e o samba-enredo. A música carnavalesca tornou-se assim um gênero específico até 1960. Recordem-se aqui canções como Cidade Maravilhosa (1935) e Mamãe eu Quero (1937). A rádio ajudou à consolidação deste gênero

carnavalesco, mas a televisão, a partir da década de 70, minimizou a música carnavalesca. O aspecto visual ganhou em importância ao musical, guindando as escolas de samba e o cortejo carioca para o momento mais alto do Carnaval do Rio e de toda a quadra em qualquer lugar do Mundo. Mas o samba não morreu, prevalecendo principalmente a sua forma "enredo", animada cada vez mais pelas baterias, cujos sons foram importados já por outros gêneros musicais modernos e diferentes.

As escolas de samba são outra marca de identidade do Carnaval carioca. A primeira foi criada em 1928, a "Deixa Falar", no bairro de Estácio. A Praça Onze tornou-se local mítico de concentração das escolas de samba nos dias de Carnaval, incentivando-se assim, de ano para ano, graças à animação, o aparecimento de novas escolas e a formação até de campeonatos com sobe e desce de divisão. Hoje são autênticas empresas de espetáculo, devidamente registradas, muitas já com intuitos de solidariedade social. Há regras próprias dentro das escolas de samba, quer de admissão, quer de permanência, quer, em comum com as outras, de atuação dentro de um desfile de Carnaval. No entanto, são as escolas que mais animam o Carnaval, atraindo uma miríade de colaboradores ao longo do ano e um frenesi inusitado na época do Carnaval.

Além das escolas, outros baluartes da preservação e manutenção do Carnaval carioca são as Sociedades Carnavalescas, com as suas "Sumidades", funcionando como altas dignidades do rei momo. O Carnaval do Rio é também o Carnaval da liberdade, fora do sambódromo, fora dos desfiles, em passeatas em grupo (blocos, cordões, ranchos), em festas particulares e num sem número de atividades e comemorações mais ou menos licenciosas por todo o lado. Antigamente, existiam também os corsos, com desfiles de automóveis enfeitados, mas o aparecimento de automóveis fechados (e fim dos "calhambeques") acabou com esta tradição.

No Brasil, existem outras formas de Carnaval, como o da Baía, de tradição africana (como o cortejo dos afoxés), com sonoridades e ambientes diferentes do Rio, e também os de Olinda e Recife, em Pernambuco, também no Nordeste, também animadíssimos e marcados pelas músicas de ritmo frenético e contagiante, em batidas sincopadas a par de instrumentos de sopro.

A Bíblia concorda com isso?

Não precisamos ir muito longe na palavra de Deus para saber que o carnaval e uma festa contraria a sua vontade. Esta festa onde tudo é liberado não diz respeito à vontade de um Deus que ama seus servos e diz que eles são templo do seu Espírito (1Cor. 3.16). E temos como principal ponto de maior impacto durante a comemoração desta festa ímpia o nosso País. Para

ser mais exato O Rio e também atualmente a Bahia. Além do mais se trata de uma festa onde muitas pessoas adulteram, se embriagam, participam de orgias, fornicações, drogas etc. Realmente podemos saber que a Bíblia é contra tais atitudes. Já que a Palavra de Deus busca preservar o matrimônio. A Bíblia também condena tais atitudes ao inferno “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1Cor. 6.9-10).

Deus nos orienta através de sua Palavra a não se contaminar com as coisas deste mundo. Principalmente quando se trata de coisas que a imorais e sodomitas. O que é algo comum para certas pessoas. Deus nos diz em sua santa Palavra: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente (I João 2 15-17). Com toda certeza o servo de Deus sabe como agradá-lo. Fazendo a sua vontade e obedecendo a sua Palavra seremos muito bem sucedidos em tudo o que fizermos.No ano de 2008 tivemos o prazer de ver Deus no controle de tudo. Uma reportagem mostrou um carro alegórico com a imagem ou figura do diabo entrando e acenando para a platéia no carnaval.

Mais uma vez Deus mostrou quem é que está no controle. Antes de terminar seu passeio pela avenida o carro alegórico começou a pegar fogo e teve que ir ate o final do desfile com a cabeça baixa e os braços também abaixados.Por que isso aconteceu? seria uma coincidência? A Bíblia diz que de Deus não se zomba. De certa forma, não sei talvez ousaram pensar que podiam fazer esta alegoria para representar o domínio das trevas sobre esta terra. Mais se esta foi a intenção tiveram sua esperança frustrada.Pois a Bíblia diz sobre nosso senhor Jesus Cristo: “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Fl 2.9-11).

Fonte: http://www.semeandoapalavra.net/



sexta-feira, 4 de março de 2011

Deputado gay pedirá abertura da contabilidade das igrejas que recebem dízimo

O deputado gay Jean Wyllys, famoso por ter ganho uma das edições do Big Brother Brasil, oficializou sua guerra contra as igrejas evangélicas.
Em seu primeiro discurso na Câmara comemorou ser o primeiro gay assumido a ser eleito deputado e que lutará contra os cristãos e a favor da agenda gay. Jean também afirmou que seus atos são porque “luta pelos verdadeiros cristãos”. Entre seus principais anúncios destacam-se:
Abertura da contabilidade das Igrejas Evangélicas e por em discussão a imunidade fiscal das igrejas
O deputado Jean Wyllys, do PSOL-RJ, pretende colocar em discussão no Congresso Nacional a imunidade fiscal das igrejas e propor a abertura de sua contabilidade para saber o destino do dízimo. A proposta de examinar as contas das igrejas é um contra-ataque à articulação dos deputados evangélicos para derrubar a portaria do Ministério da Fazenda que autoriza a partir deste ano que homossexuais com união estável façam declaração conjunta do Imposto de Renda, beneficiando-se com abatimento. O ex-BBB é o primeiro deputado que se elegeu colocando-se na campanha como representante dos homossexuais.
O deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF) é quem está arregimentando apoio para invalidar a portaria. Um de seus argumentos é de que a concessão do benefício fiscal é uma exceção, como se os homossexuais fossem cidadãos especiais, o que é ilegal porque a Constituição estabelece que todos são iguais perante à lei. Ele disse que vai convocar o ministro Guido Mantega, da Fazenda, para tentar convencê-lo a recuar da medida.
Wyllys disse que também vai usar a ilegalidade e a exceção para questionar o regime fiscal privilegiado das igrejas. “Posso também exigir do ministro uma explicação por que as igrejas não prestam contas à sociedade. Se os partidos políticos prestam, por que igrejas não?”. Para Wyllys, a articulação dos evangélicos é homofóbica. Ele vai se reunir como lideranças que defendem as causas dos homossexuais, como a senadora Marta Suplicy (PT-SP), para organizar a reação aos evangélicos.
Fonseca, que é também pastor da Igreja Assembleia de Deus, disse que não aceita que o benefício aos gays seja aprovado apenas por uma “canetada”. “Tem de haver debate”. Wyllys rebateu dizendo que a imunidade fiscal das igrejas também tem de ser questionada.
PEC do casamento gay
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), ex-BBB, afirmou nesta quinta-feira (24), em seu discurso de estreia na Câmara, que pretende apresentar um projeto de emenda à Constituição (PEC) que garanta o direito do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.
“Em parceria com outros sete parlamentares, estou reestruturando a Frente Parlamentar Mista pela Cidadania GLBT [Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgênero] e apresentando uma proposta de emenda constitucional que assegura aos homossexuais o direito do casamento civil. Se o estado é laico, os homossexuais têm de ter todos os direitos e leis garantidos. Inclusive o direito ao casamento civil”, disse o deputado.
Na análise do parlamentar, a competência sobre o casamento civil não deve ser das igrejas. “Se um casal pode se divorciar e em seguida partir cada um para novos casamentos é porque o casamento civil não é da competência das igrejas, nem das religiões”, declarou.
“Eu sou o primeiro homossexual assumido sem homofobia internalizada e ligado ao movimento GLBT a assumir como deputado federal. Eu disse que este seria o norte do meu mandato e vai ser”, afirmou o parlamentar, que no último sábado participou de uma manifestação em São Paulo contra a homofobia.
Jean Wyllys afirmou ainda que, na Câmara, vai integrar a Comissão de Finanças e Tributação, além de ser suplente na Comissão de Direitos Humanos.

Legalização de todos os projetos pró-gay, incluindo PLC 122
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) já desarquivou o projeto que criminaliza a homofobia. O debate que parece não ter fim mobilizou as duas casas na última semana. De modo especial quando o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) fez seu discurso de estreia na Câmara.
Ele deixou claro sua posição e alfinetou a bancada evangélica, dizendo ter tido uma criação cristã, asseverando: “Se por um lado o cristianismo fundamentalista que vigora no Congresso Federal e sua ameaça ao estado democrático e de direito nos apavoram, por outro é inegável que foi o cristianismo livre de fundamentalismo que nos trouxe a ideia de que o que torna um homem virtuoso são seus atos. Sim, porque para o verdadeiro cristianismo um ser humano é virtuoso quando age em favor do bem comum”.
Wyllys garantiu ainda que lutará pelos direitos dos praticantes de religiões afro-brasileiras. Em entrevista recente à revista Época, ele afirmou que defende os verdadeiros cristãos: “o valor da vida e o respeito ao outro”.
O senador evangélico Magno Malta (PR-ES), membro da “Frente da Família”, e um dos líderes da bancada evangélica no Senado rebateu as propostas de Suplicy e Wyllys. Ele argumenta que:
“Se nós aprovarmos um projeto desse que você é criminoso por não aceitar a opção sexual de alguém, é claro, é como se você estivesse legalizando a pedofilia, o sadomasoquismo, a bestialidade”.
Disse ainda diz não ter dúvidas de que o projeto será arquivado. A Frente da Família também conta com a participação de parlamentares católicos, mas é menor em tamanho que a frente pró-gay. Estima-se que na Câmara Federal os que assumem defender interesses de evangélicos e católicos totalizem 85, enquanto os que já se declararam favoráveis ao reconhecimento dos direitos dos homossexuais cheguem a 154.
Vídeo: Discurso de Jean Wyllys na Câmara







































































































segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A GLORIOSA GRAÇA DE DEUS

Há aproximadamente cem anos, Julia H. Johnson compôs a letra de um hino intitulado Grace Greater Than Our Sin [“Graça Maior que o Nosso Pecado”; conhecido em português pelo título: Graça de Deus, Infinito Amor]. A quarta estrofe desse hino sintetiza com muita propriedade o conceito da graça de Deus:
Maravilhosa,
incomparável graça
concedida livremente a todos,
o que nEle crer;
tu que anelas ver Sua face,
queres neste instante

Sua graça receber?
Nós que recebemos a graça de Deus por intermédio de Jesus Cristo, de fato, constatamos quão maravilhosa e incomparável é essa graça. Entretanto, qual é o significado da expressão Graça de Deus?
A Definição da Graça de Deus
A definição encontrada em um dicionário para o termo graça é a seguinte: “O favor imerecido que Deus concede ao homem”. Embora tal definição seja verdadeira, é incompleta. Graça é um atributo de Deus, um componente do caráter divino, demonstrada por Ele através da bondade para com o ser humano pecador que não merece o Seu favor.
Um Deus santo não tem nenhuma obrigação de conceder graça a pecadores, mas Ele assim o faz segundo o bem querer da Sua vontade. Ele demonstra graça ao estender Seu favor, Sua misericórdia e Seu amor para suprir a necessidade do ser humano. Visto que o caráter de Deus é composto de graça, movido por bondade Ele espontaneamente se dispõe a conceder Sua graça à humanidade pecadora em nosso tempo de aflição. A graça de Deus pode ser definida como “aquela qualidade intrínseca do ser ou essência de Deus, pela qual Ele, em Sua disposição e atitudes, é espontaneamente favorável” a outorgar favor imerecido, amor e misericórdia àqueles que Ele escolhe dentre a humanidade desmerecedora.
A Declaração da Graça de Deus
Ao longo de toda a Bíblia, a graça de Deus se manifestou em três estágios. No primeiro, Deus revelou Sua bondade e graça ao demonstrar misericórdia, favor e amor para com todos os homens em geral, mas para com Israel em particular. No segundo estágio, Deus expressou ou apresentou Sua graça, de forma mais clara, através de Jesus Cristo, o qual veio ao mundo para pagar pelos pecados do homem mediante Sua morte sacrificial na cruz. No terceiro, a graça de Deus proporciona salvação e santificação a todos os que, pela fé, confiam em Jesus Cristo como Salvador e Senhor de suas vidas.
Na Septuaginta, uma antiga tradução das Escrituras do Antigo Testamento para a língua grega, o termo grego traduzido por “graça” é charis que significa “graça ou favor imerecido”. As Escrituras Hebraicas não possuem nenhum termo hebraico equivalente. Os termos originais hebraicos traduzidos na Septuaginta por charis são chanan ou chen, que se traduzem por “graça”, “favor” ou “misericórdia”.
Essas duas palavras hebraicas são usadas no Antigo Testamento para retratar o mesmo significado de charis: (1) mostrar misericórdia para com o pobre (Pv 14.31); (2) proporcionar misericórdia àqueles que invocam a Deus em tempo de angústia (Sl 4.1; 6.2; 31.9); (3) demonstrar favor a Israel no Egito (Êx 3.21; 11.3; 12.36); e (4) conceder (Deus) Sua graça a determinadas pessoas, tais como Noé (Gn 6.8), José (Gn 39.21), Moisés (Êx 33.12,17), e Gideão (Jz 6.17). Além disso, a graça de Deus será derramada sobre a nação de Israel no tempo da sua salvação (Zc 12.10).
Outros termos hebraicos, tais como, racham ou rachamim (i.e., “misericórdia”) e chesed (“amor leal” ou “bondade”) muitas vezes ocorrem juntos no texto hebraico para expressar o conceito da graça de Deus (Êx 34.6; Ne 9.17; Sl 86.15; 145.8; Jl 2.13; Jn 4.2). Graça, amor e misericórdia estão explicitados na aliança de Deus com o rei Davi, a qual se estendeu a seu filho Salomão mesmo depois que este veio a pecar no decurso de sua vida (2 Sm 7.1-17).
Deus não outorgou Seu amor e graça a Israel por qualquer mérito dessa nação. Deus escolheu Israel para que fosse o povo de Sua propriedade exclusiva através de um ato de pura graça (Dt 7.6-9).
A graça e a misericórdia também foram manifestadas a nações inteiras. O Senhor, por Sua graça, libertou o povo de Israel da escravidão no Egito, supriu as necessidades da nação durante sua peregrinação no deserto e lhes concedeu a terra de Canaã. O amor do profeta Oséias por sua esposa Gômer, uma prostituta, ilustrava a graça e misericórdia de Deus para com Israel. Embora Gômer fosse uma esposa infiel, Oséias demonstrou-lhe graça, misericórdia e amor, ao resgatá-la do mercado de escravos pelo pagamento de um preço. Ela tipificava a nação de Israel redimida da escravidão do pecado.
Pela graça de Deus a ímpia cidade de Nínive foi poupada da destruição ao arrepender-se de seu pecado com a pregação de Jonas.
No Novo Testamento, o conceito de graça encontra uma expressão mais precisa, rica e completa no termo grego charis, o qual ocorre, no mínimo, por 170 vezes. A graça de Deus assume uma dimensão pessoal totalmente nova e se torna evidente ao ser humano nas palavras e obras do ministério redentor de Jesus Cristo. Que prova maior da graça de Deus poderia ser dada do que essa da salvação?
Foi o próprio Deus que, em Sua bondade e graça, tomou a iniciativa de providenciar a salvação para o homem após a queda de Adão no pecado. A graça de Deus se revela à humanidade de duas maneiras fundamentais:
A Graça Comum
A graça comum se refere ao imerecido favor, amor e cuidado providencial de Deus, estendidos a toda a raça humana em corrupção, pelos quais Deus derrama Suas bênçãos sobre todos em geral, tanto sobre os salvos quanto sobre os descrentes (Sl 145.8-9). Deus refreia Sua ira contra a humanidade pecadora, concedendo a uma nação ou a uma pessoa o tempo necessário para que se arrependa – o que vem a ser uma extensão da graça comum do Senhor.
A graça comum também pode ser constatada na obra do Espírito Santo, quando este move o coração de uma pessoa ao persuadi-la(lo) e convencê-la(lo) da necessidade de buscar a salvação por intermédio de Jesus Cristo (Jo 16.8-11).
A Graça Especial
A segunda maneira de Deus revelar Seu favor é através da graça especial, comumente denominada de graça eficaz, efetiva ou graça salvadora. A graça de Deus é eficaz na medida em que produz salvação na vida dos indivíduos eleitos que depositam sua fé na morte de Cristo e no sangue que Ele derramou na cruz para remissão de seus pecados. A graça eficaz é conhecida por experiência no momento em que Deus, pela instrumentalidade do Espírito Santo, opera de forma irresistível na mente e no coração de uma pessoa, de modo que o indivíduo escolha livremente crer em Jesus Cristo como seu Salvador.
Os crentes em Cristo são chamados, não segundo suas obras de esforço próprio, mas conforme a “determinação e graça” de Deus (2 Tm 1.9).
O apóstolo Paulo é um exemplo clássico da chamada eficaz de Deus. Ele foi chamado, não por sua vontade, mas “pela vontade de Deus” (1 Co 1.1). Na realidade, ele tentava destruir a Igreja até o momento em que se converteu a Cristo, conversão essa que ocorreu pela graça de Deus (At 9).
A Demonstração da Graça de Deus
A graça de Deus se evidencia de diversas maneiras na vida de um crente em Cristo.
Graça Salvadora
A palavra salvação é um termo abrangente. Refere-se ao ato redentor de Deus pelo qual Ele, no presente momento, redime o indivíduo da penalidade e do poder do pecado, e, no futuro, libertará o crente em Cristo da presença do pecado na ocasião da glorificação dos salvos. A salvação é um dom gratuito de Deus, concedido a uma pessoa em virtude da graça, por meio da fé, independente de qualquer obra ou mérito da parte da pessoa que o recebe. No momento da salvação, a graça imerecida e a fé do crente são dons que procedem diretamente do Senhor àqueles que põem sua fé em Cristo (Ef 2.8-9).
A graça da salvação, oferecida na atual dispensação, inclui cada aspecto da obra redentora de Deus em favor dos crentes em Jesus e abrange a redenção, a propiciação, a justificação, o perdão, a santificação, a reconciliação e a glorificação para aquele que, pela fé, recebe a Cristo.
Graça Santificadora
Naquele momento em que a pessoa, pela fé, recebe a Cristo, ele (ou ela) é santificado pela graça de Deus. A palavra santificação significa “tornar santo” ou “separar para Deus” com propósito ou uso sagrado. A Bíblia menciona pessoas, lugares, dias e objetos inanimados consagrados (i.e., separados) a Deus. No que se refere a um indivíduo, a santificação pode ser definida como a obra da livre graça de Deus através do Espírito Santo, na qual Ele separa o crente para ser amoldado ou conforme à imagem de Cristo.
As Escrituras se referem a três estágios de santificação pela graça de Deus. O primeiro deles é o da santificação posicional que diz respeito à posição santa do crente perante Deus, fundamentada na redenção que Cristo efetuou a seu favor.
O segundo estágio é o da santificação progressiva, na qual o crente em Cristo se encontra no processo de ser santificado através da Palavra de Deus (Jo 17.17). Os crentes são exortados a crescer “na graça” (2 Pe 3.18); na busca desse crescimento, tornam-se recipientes do favor imerecido que procede do Senhor. O crescimento na graça não é obtido por meios naturais, mas se dá através do estudo da Palavra de Deus (2 Pe 1.2-3,5-6,8). À medida que um crente em Jesus cresce na graça, o fruto do Espírito se torna manifesto através da vida dele ou dela (Gl 5.22-23), levando a pessoa a uma conformidade com a imagem e semelhança de Cristo (Rm 8.29).
O terceiro estágio é o da santificação completa ou perfeita, que os crentes conhecerão por experiência quando receberem seus corpos glorificados e se completar a sua redenção (Rm 8.30; Ef 5.27). Esse acontecimento se concretizará na ocasião do Arrebatamento da Igreja (1 Co 15.51-52; 1 Ts 4.16-17).
Graça Servidora
A palavra dom (do termo grego charisma: “dádiva ou dom da graça”) se refere a um favor que alguém recebe gratuitamente, sem merecê-lo. Deus, por intermédio do Espírito Santo, providenciou dons espirituais sobrenaturais com o objetivo de equipar e capacitar cada crente em Cristo para o seu ministério [i.e., serviço] na igreja local. Não existe apenas um dom, mas, sim, uma diversidade de dons que o Espírito Santo concede aos crentes (Rm 12.6-8; 1 Co 12.8-11; Ef 4.7,11-12; 1 Pe 4.11).
Os crentes dispõem de “diferentes dons segundo a graça que [por Deus] nos foi dada” (Rm 12.6). Alguns crentes possuem uma abundância de dons, enquanto outros possuem apenas um ou dois. Esses dons, ou graças, não são dons, talentos ou habilidades naturais; pelo contrário, são dons proporcionados por Deus, os quais, através do crente, efetuam a edificação do Corpo de Cristo, rendendo, assim, a glória que pertence a Deus.
No uso de seu dom, um crente deve se dirigir às outras pessoas com uma atitude de graça. O apóstolo Paulo declarou: “A vossa conversa seja sempre com graça” (Cl 4.6; conforme a Tradução Brasileira). No que dizia respeito ao serviço para o Senhor, Paulo estava equipado, não com sua própria força e poder, mas com a graça de Deus que lhe fora outorgada. Ele disse: “...trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo” (1 Co. 15.10).
Graça Sofredora
O sofrimento faz parte da condição humana, em virtude do pecado, do envelhecimento do corpo, da desobediência ao Senhor, ou da punição de Deus. Paulo tinha um “espinho na carne” (i.e., uma debilidade física) que ele, por três vezes, suplicara a Deus para que fosse removido. Cada uma de suas súplicas recebeu esta mesma resposta: “A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Co 12.9). Em outras palavras, a graça de Deus era suficiente para fortalecer Paulo em sua dificuldade física, de modo que ele a pudesse suportar. O mesmo acontece com os crentes nos dias atuais. Deus proporciona a graça suficiente para nos fortalecer em meio a qualquer provação, tentação ou período de sofrimento.
Paulo resumiu isso com muita propriedade, quando escreveu: “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens” (Tt 2.11). Isso diz tudo. Junto com a compositora daquele hino, cantamos: “Maravilhosa, infinita, incomparável...” é a surpreendente graça de Deus. (David M. Levy - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br/)